segunda-feira, 22 de dezembro de 2008


SINAIS DIVINOS OU OVNIS ?

223 a.C. "Em Auriminiun, uma luz brilhante como o dia iluminou a noite; em várias regiões
da Itália, três luzes se fizeram visíveis durante a noite." (Dion Cassius, História Romana,
livro 1).

222 a.C. "Três luas apareceram também ao mesmo tempo, sob o consulado de Gnaeus e
Gaius Faunus।" (Plínio, História Natural, livro II, cap. 32).




218 a.C. "Na província de Amiterna, viu-se em vários lugares o aparecimento de homens
com vestimentas brancas, vindo de muito longe. O globo do sol tornou-se menor. Em
Plaeneste, lâmpadas cintilantes no céu. Em Arpia, um escudo no céu... Navios fantasmas
apareceram no céu". (Tito Livio, História Romana, livros XXI e XXII).

214 a.C. "Em Hadra, um altar (plataforma) foi visto no céu, e junto a ele formas de um
homem em vestimentas brancas." (Tito Livio, História Romana, livro XXI).

122 a.C. "Na Galia foram vistos três sóis e três luas." Julius Obasequens, Prodigiorum,
cap. 114).

91 a.C. "Perto de Espoletium, uma esfera da cor de ouro rolou até o solo, aumentou de
tamanho, parecendo em seguida deslocar-se acima do solo em direção a Leste, e tornou-se
grande a ponto de cobrir o sol." (Julius Obasequens, Prodigiorum, cap. 114)...

Nos anais de Tutmés III, cerca de 1504 a 1450, antes de Cristo, escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram mais alto e dirigiram-se para o sul.-Em 163 AC, em Concius, um homem foi queimado por um raio que veio de um espelho no céu.-Em 436 DC, em Bizâncio, após fortes tremores de terra, uma criança sobe ao céu e volta, a vista de muitas pessoas.- Cruzes no céu foram vistas em diversas épocas: * No ano de 776, os franceses, dentro do castelo de Sigibut, estavam sitiados pelos saxões. No entanto, foram salvos quando surgiram sobre a igreja da fortaleza dois escudos vermelhos no céu. E assim os saxões fugiram. (Annales Laurissense).- * Crônicas do ano 1120, do monge Mateus de Paris, nos fala de uma cruz voadora sobre o santo sepulcro. (Hist. Anglorum).- * No ano de 1200, também foi vista uma cruz no céu sobre Jerusalém.- * Em 312 DC, surgiu uma cruz no céu quando o imperador Constantino aceitou o Cristianismo, no Império Romano.- * Em 1528, no cerco de Utrech, foi vista uma cruz de Borgonha, de cor amarela, no céu da Holanda.- * Em 1954, uma patrulha de discos voadores sobrevoa Roma, fazendo evoluções e ao final, forma uma cruz sobre a basílica de São Pedro, no dia do aniversário da revolução Comunista.- Temos milhares de contatos descritos na história universal e a maioria deles foi interpretada como sinal divino: * "608 AC - É a segunda vez que me foi dirigida a palavra do senhor a qual dizia: Que vês tu? E respondi: Vejo uma panela a ferver que vem da banda do Aquilão." (Jeremias -1-13).- * "Levantei de novo os olhos e eis que havia um rolo que voava, o qual tinha 200 côvados de comprimento e 10 côvados de largura." (Zacarias - Liv. 1 - 5.1.-2.) Seria um charuto? * "Parou, pois, o sol no meio do céu e não se apressou a por-se durante o espaço de um dia." (Livro de Josué).- * 166 DC - Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que em Albae viram-se dois sóis à noite. Em De Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.- Do livro Aparições, de Erich Von Daniken: * 28/12/1933 - A Sra. Van Nieke Van Den Diji, em Onkerzeele, Bélgica, viu um sol verde e vermelho girando.- * 15/04/1950 - Em Casalicchio, Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.- * 30/10/1950 - Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre do sol de Fátima.- * 13/10/1917 - Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.- Se raciocinarmos, poderemos ver que todos esses avistamentos, tidos como sol, nada mais são do que OVNIS. Como o sol poderia deslocar-se, aproximando da Terra? Todo o sistema solar seria destruído. E ainda mais em Fátima, como esse astro poderia caber entre as nuvens e o solo do nosso planeta se ele tem 1.300.000 vezes o diâmetro da Terra? * Em 1463, Catarina de Bolonha, na Itália, viu o Senhor sentado num trono resplandecente. E em 214 AC, em Hádria, no Golfo de Veneza, houve um estranho espetáculo. Surgiu um homem vestido de branco sobre um altar no céu. (Julius Obsequens e Tito Livius em história romana - Liv. 21- Cap. 62)Esses avistamentos de altares no céu nada mais eram do que tripulantes vistos em OVNIs em vôo, tendo uma parte transparente que permitia ver o interior do mesmo.- * Em 1950, um observador da zona rural, contou-nos que viu um objeto pousado emitindo intensa luminosidade. Ele tinha a forma de um "chapéu" e, no local onde seria a copa, tinha uma cúpula transparente e lá ele viu um ser assentado com as mãos no queixo e os cotovelos apoiados nas pernas. E disse-nos que aquilo era uma assombração. E o que poderiam pensar, aqueles que citamos, há mais de 500 anos?"Em 14 DC, um moribundo contou a seguinte história a São Tomás de Villanueva, Arcebispo de Valência: * Eu era judeu, tendo sido rigorosamente educado de acordo com as leis judaicas. Estávamos três a passear, quando subitamente, o céu se abriu como uma cortina. Ficamos assustadíssimos, pois nenhum de nós havia visto um espetáculo dessa natureza. Então, surgiu no ar um cálice de ouro com uma hóstia branca sobre ele. (Aparições - Erich Von Daniken). Como são os contatos observados com olhos religiosos! Pois o que o moribundo viu foi um OVNI iluminado em determinadas partes, emitindo um facho de luz em cone, para baixo. Já ouvimos de moradores rurais, em nossas pesquisas, a expressão: "parecia um ostensório", que é um objeto usado na religião apostólica romana.- * 15/12/1631 - Perto de Nápoles, pairando sobre um campo de trigo, a "Rainha dos céus", apareceu a vários jesuítas, para anunciar a iminente erupção do Vesúvio. (Aparições - Erich von Daniken).- * 04/11/1799 - Em Cumana, Venezuela, houve um terremoto, sendo vistas várias bolas vermelhas no céu.- * Em 26/09/1954, OVNIs foram vistos, durante um terremoto, pairando no espaço. E também, em 11/02/1957, em Leicestershire, Inglaterra, OVNIs foram vistos no céu, durante terremoto.- Muitas vezes os OVNIs foram vistos antes de algum cataclisma do planeta. Talvez seus instrumentos sofisticados tenham detectado o que se sucederia e se mostram como um sinal dos céus, já que conhecem nossas crenças. Ou, então, pretendem avisar-nos que algo irá suceder naquele lugar, já que essas visões sempre foram consideradas mau presságio. E, especulando, podemos pensar que se aproveitam de sua tecnologia para manipular-nos e continuar fazendo-nos encarar suas Aparições como divinas ou demoníacas.- * 12/09/1914 - Em La Marne, França, quando estava em curso a grande batalha do Rio Marne, muitos soldados alemães distinguiram, no firmamento, uma dama de branco que impediu seu avanço. (Aparições - Erich Von Daniken).- * Em 1099 AC, os cruzados, sitiando Jerusalém, viram um cavaleiro agitando o escudo brilhante sobre o Monte das Oliveiras, ordenando atacarem novamente.- * Em 204 AC, apareceram dois anjos resplandecentes no céu, de aparência pavorosa e paralisaram o exército egípcio de Ptolomeu IV, quando ele resolveu matar os judeus.-É interessante destacar que esses avistamentos de OVNIs sempre se fizeram presentes em guerras. Será que eles tem até o interesse de interferir em nossa história, mudando o curso de uma batalha?
Mas vejamos os OVNIs e as religiões..... OVNIS E AS RELIGIÕES Gostaria de frisar, antes de expor essas idéias, que acreditamos em Deus, um ser espiritual, onipresente e onisciente. Cremos na evolução do espírito através de sucessivas reencarnaçòes nos incontáveis mundos do Cosmo. Mas, por Deus ser tão complexo, nossa mente ainda não pode compreende-Lo. E assim, a humanidade, nessa busca incessante para explica-Lo, buscou em fatos reais, acontecidos ao correr dos milênios, uma maneira de entende-Lo. E dessa maneira tudo que vinha do céu era considerado divino. E, nossos antepassados, em contatos com seres de outros planetas, interpretaram isso como aparições de anjos, santos e até o próprio Deus. No entanto, não queremos, de maneira alguma, criticar qualquer religião que seja - pois todas elas encaminham o homem para o "bem" - e também influir na crença de um Deus Criador. Nós somente estamos colocando-O no lugar que ele ocupa, o cosmo e não um pequenino planeta como a terra, pois, "Ele" semeou a vida em múltiplos mundos desse universo maravilhoso e nós não estamos sós.-Estudando as religiões antigas, podemos notar a presença de seres físicos, dotados de tecnologia avançadíssima, em contato com a humanidade. E surgiram os falados cruzamentos entre seres celestiais e mulheres da terra, fatos descritos em livros sagrados e na história universal. A Bíblia Sagrada nos diz: " Entrementes os homens haviam se multiplicado na terra e lhes tinham nascido filhas. Os filhos de Deus vendo a beleza das filhas dos homens tomaram por esposas aquelas que mais lhe agradaram." (Gênesis).-Mais adiante temos: * "E havia naquele tempo gigantes sobre a terra e os houve também depois que os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e destas nasceram filhos; são estes os heróis famosos desde o tempo antigo." (Gênesis).- * Os livros sagrados de Dzyan contam-nos que os primeiros homens na Terra eram filhos dos homens celestes ou Pitris e que os "Reis da Luz" ocupavam "tronos Celestes".- * O Nihongi, Japão, descreve-nos seres divinos que desceram do céu, em "barcos celestiais", e se uniram às filhas dos homens. E também nos falam de uma "ponte celestial ou flutuante" entre o céu e a terra.- * Zeus, Mercúrio e outros deuses gregos desciam do Olimpo para amarem as lindas mulheres da Grécia.- * O Bundhasvamin Brihat Katha Shlokasanigraha, um antigo romance do Nepal, narra contos de seres divinos descendo do céu e seduzindo as mulheres e guerreando em seus "carros voadores".- * Na Índia, o Rig Veda nos conta histórias sobre "seres celestiais" que desciam à Terra para amar ou fazer guerra. O mesmo encontramos no Ramaiana, também da Índia, pois nos fala de histórias de seres do espaço com mulheres de nosso planeta.-Em muitas civilizações antigas, as virgens eram sempre destinadas aos Deuses. Na Babilônia, segundo alguns autores, os Zigurats, altas torres, eram reservados aos deuses, para seus encontros com as virgens a eles destinadas. Na Grécia antiga, era costume de muitas outras mães solteiras dizerem que seus filhos tinham origem divina. Os Súcubos e íncubos na idade média apavoravam muitas mulheres e homens com suas seduções. Podemos especular dizendo que esses contatos, entre homens de outros planetas e mulheres da terra, tinham uma finalidade de melhorar geneticamente as raças por eles escolhidas, pois, os cruzamentos entre parentes as degeneravam, atrasando a evolução. Por isso é que muitos povos tinham proteção dos deuses, ajudando-os até a lutar contra outros. No entanto, é difícil compreendermos tudo isso, porque o que citamos vai de encontro a dogmas religiosos de mais de dois mil anos.-Posteriormente, os seres extraterrestres que nos visitavam passaram a uma segunda fase de suas missões na Terra. Começaram a dar a humanidade noções de justiça, moral e ordem. Mas os homens daquela época não podiam conceber engenhos voadores, daí sempre vermos textos antigos a expressão: "O céu se abriu ". Imaginavam que atrás do céu, no espaço, estaria a morada de Deus, inacessível ao homem. Porém, esse podia abrir-se e dar passagem a Ele ou a seus enviados para contatos com a humanidade. E os contatos sucediam-se e daí selecionavam um líder e a ele eram dadas instruções para transmiti-las a seu povo. E desses contatos entre nave tripulante nasceram os anjos, santos e até o próprio "Deus", que era visto como "nuvem", "bola de fogo", com fumaça, trovões e relâmpagos. E assim surgiram as religiões.- * Hamurabi, na Babilônia, recebeu suas famosas leis de seu Deus Sámas, numa montanha.- * Minos, fundador de Cnossos, recebeu as leis cretenses, também de um Deus, num monte sagrado.- * Em 550 AC, Zoroastro, numa caverna que foi banhada em fogo (luz), teve seu contato com Ahura Mazda (Dono da Luz) e fundou o Zoroastrismo.- * Em 610 DC, Maomé visionou o anjo de Alá que lhe mostrou uma tabuinha de ouro, em montanhas próximas à Meca, daí criando o Islamismo.- * Por volta de 1.500 AC, no cume do Himalaia, Manu sobreviveu ao dilúvio e visionou Brahma.- * Em cerca de 1800, nos Estados Unidos, Joseph Smith visionou o anjo Moroni que surgiu em seu quarto, envolto numa luminosidade. E depois ele o viu subir num poço de luz (elevador?). Posteriormente, em outros contatos, fora lhe indicado um local aonde se encontraram as tabuinhas de ouro que lhe deram noções para criar a religião Mórmon.- * Fato semelhante aconteceu com o Papa São Gregório, em 589 DC, cognominado o Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro. Na realidade, ele viu uma nave com seu sistema de propulsão ligado e seus tripulantes entrando e saindo.- São especulações, mas não podemos admitir que seres espirituais precisariam de veículos que emitissem fogo para suas subidas e descidas do céu. Aviões e helicópteros não poderiam ser, já que nas mencionadas datas eles não existiam.- Vejamos o que a Bíblia Sagrada nos mostra: * "Um dia, tendo conduzido seu rebanho para o deserto, chegou ao Monte de Deus, Horeb, e o Senhor ali apareceu em uma chama de fogo, do meio de uma sarça, Moisés via a sarça arder, sem se consumir." (Êxodo) Nesse encontro com Deus, Moisés estava diante de uma luz, já que a expressão "sarça arder sem se consumir" exclui "fogo". Seria uma nave profusamente iluminada? Mas vejamos outros encontros que teve com Deus no Monte Sinai: * "Já chegava o terceiro dia e a manhã estava brilhando; Eis que começou a ouvir um estrondo de trovões, e relâmpagos apareceram; Uma nuvem densíssima cobria o monte, um soar de trombetas se fazia ouvir com estrépito e o povo que estava nos acampamentos experimentou um grande medo. Moisés conduziu-os para fora do acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé do monte. Todo o Monte Sinai fumegava, porque o Senhor baixara sobre ele no meio de chamas; O fumo subia como se fora de uma fornalha e o monte inteiro incutia pavor." (Êxodo) Experimente ler o texto novamente e trocar a palavra "Senhor" por "nave". É evidente que Moisés estava diante do pouso de uma grande nave, ouvindo o barulho de seus motores, vendo sua fantástica iluminação e o fogo que saia de seus jatos propulsores, que chegavam a incendiar o solo do monte, provocando fumaça. E raciocine, isso aconteceu há mais de dois mil anos. Alí, Moisés ficou por 40 dias e 40 noites, sendo instruído para guiar o povo hebreu. Recebeu os "Dez Mandamentos", gravados em pedras, e enquanto isso o povo não podia aproximar-se do monte, veja: * "Desce e avisa ao povo para que não ouse ultrapassar os limites para ver o senhor, para que não morra um grande numero deles.".- É claro que aqueles seres tinham medo da multidão, que poderia até danificar a nave. E, ademais, não queriam ser percebidos como seres físicos, daí é que somente Moisés entrava em contato direto com eles. Vejamos outros textos bíblicos que nos mostram naves: * "O Senhor precedia-os para ensinar-lhes o caminho, de um dia, numa coluna de nuvens e à noite, numa coluna de fogo, a fim de lhes servir de guia dia e noite.".- * "O anjo do Senhor que precedia os bandos de Israel levantou-se para chefiar os grupos que iam atrás dele; Moveu-se com ele a coluna de nuvens, que estava à frente e seguiu atrás do povo, entre o campo egípcio e aquele de Israel, a nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava.".- OVNIs guiando o povo hebreu, durante o dia com suas luzes apagadas e à noite acessas, nuvem e coluna de fogo. Daí, por esse motivo, é que a "nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava". Especulando, podemos dizer que seria um holofote dirigido para a frente. Ezequiel teve um contato onde ele descreve o seguinte: * "Eis que um vento de tempestade vindo do norte e uma grande e espessa nuvem com fulgurações de um fogo todo resplandecente; E ela encerrava uma espécie de metal brilhante, que estava completamente inflamado. Tinham também a semelhança de quatro seres vivos e eis qual era o seu aspecto: Pareciam-se homens. Cada um possuía quatro faces e quatro asas. As suas pernas, bem verticais, tinham cascos de bovinos e cintilavam como bronze polido (...) E tais eram seus rostos. As suas asas estavam desdobradas, duas unindo-se em cima e duas cobrindo-lhes o corpo. Cada um andava em frente; Aonde o espírito lhes ordenava que fossem, elas iam; Não se viravam ao caminhar. E quando a estas criaturas vivas, dir-se-ia serem carvões em brasa ardendo como tochas e isso circulava entre os viventes, em fogo deslumbrante, e do fogo saíam clarões. E as criaturas vivas corriam em todos os sentidos, qual a faca. Eu olhava para os viventes e eis, no solo, uma roda junto deles, sobre as suas quatro faces. O aspecto das rodas e sua matéria eram como tarxixe e todas as quatro eram parecidas; O seu aspecto e a sua estrutura eram como uma roda enganchada numa (outra) roda. (...) Quando as criaturas vivas andavam, as rodas giravam também, ao lado delas, e quando as criaturas vivas se elevaram da terra, as rodas elevaram-se também. Para onde o espírito as impelia, elas iam, o espírito empurrando-as e as rodas elevando-se com elas; E quando se elevavam da terra, as rodas elevavam-se igualmente, porque o espírito de cada vivente estava nas rodas. Por sobre a cabeça das criaturas vivas havia como que um firmamento semelhante a um cristal cintilante, estendido por cima de suas cabeças. E sob o firmamento erguiam-se suas asas uma contra a outra e cada qual tinha duas que lhe cobriam o corpo. E ouvi as suas asas ressoarem quando andavam, qual o ruído das grandes águas, qual o trovão do Todo Poderoso, qual o túmulo de um exército; Quando paravam, deixavam pender as asas e ouvia-se um ruído, que partia do firmamento estendido por sobre suas cabeças. Por sobre o firmamento, que estava por cima de suas cabeças via-se como que uma pedra de safira, assemelhando-se a um trono; E sobre essa semelhança de trono parecia surgir um semblante de homem. No interior e por fora, vi como que metal brilhante, com aspecto de fogo, resplandecendo tudo ao redor."
A narração de Ezequiel, de onde extraímos os textos principais, nos mostra que ele teve um contato com uma nave. Ele fala claramente nas suas luzes, seu sistema de propulsão, cúpula ou grandes janelas transparentes e a tripulação dentro da nave. É claro, isso numa linguagem como ele podia conceber naquela época, já que até um simples automóvel seria para Ezequiel uma aparição divina, ainda mais um OVNI. Ele também fala do ruído dos motores da nave, nas escotilhas da mesma e quando cita asas ele claramente nos mostra que o engenho podia voar. Não há duvida que Ezequiel teve seu contato com um engenho oriundo de outros planetas.-São João, no Apocalipse, nos descreve um anjo que tinha olhos como labaredas e outro com um rosto como o sol e os pés como colunas de fogo. Muitos outros termos que nos levam aos OVNIs são citados na Bíblia, tais como: "tronos de fogo" , "braseiros consumidores" e "rios que jorram em montes de fogo".Os livros de Enoch e Esra, que não figuram na lista de obras canônicas, também nos trazem contatos com seres de outros planetas. No livro de Reis, encontramos o seguinte: "Continuando seu caminho entretidos a conversar, eis que de repente surge um carro de fogo, e uns cavalos de fogo, que os separam um do outro. E Elias subiu ao céu num turbilhão."O texto nos dá a entender que Elias subiu ao espaço à bordo de uma nave, "um carro de fogo". Com Ezequiel também aconteceu um fato semelhante, vejamos:"(...) aparência de fogo, resplendor com brilho de âmbar. Aquilo o levantou entre a terra e o céu e nas visões de Deus o levou a Jerusalém."Daniel também teve seu encontro com um OVNI e o descreveu: "(...) Daniel, próximo ao rio Tibre, viu o Senhor: Era como berilo, com aparência de relâmpagos, olhos como lâmpadas de fogo e seus braços e pés de cor semelhante a cobre polido e o som de suas palavras como uma multidão."Os Celtas tinham Balder, filho de Odin, e sua mansão denominada largamente Brilhante. Os germânicos, Thor e seu martelo encantado e as Valquírias, cavaleiras mágicas que desciam de Asgard (céu). Na Índia o Rig Veda nos fala de Dyas-Pitar e Indra com seu carro aéreo, com corcéis de crina de ouro e pele brilhante, os Maruts em seus carros dourados e Vayu com sua carruagem brilhante puxada por cavalos rubros como o sol. Vishnu, Puxam e Surya, juntamente com os Asvins que voavam em carros fulvos brilhantes e flutuavam por sobre o oceano, eram outros deuses indianos. No Ramaiana, temos as aventuras de Rama na busca de Sita, sua esposa, em seu carro aéreo e dotado de armas mortíferas. No Mahabarata temos relatos de guerras espaciais com armas que só a ficção científica atual nos pode descrever. Os egípcios acreditavam que o faraó era um ser divino e Manetho, Sacerdote de On, no Aegyptica, diz que os primeiros reis eram deuses. O Shan-hai-ching nos fala de uma raça humana dotada de asas, chamadas Miao que por volta de 2.400 AC perdeu a capacidade de voar, depois de se desviar com o Senhor do Alto, foi exilada. Seria uma lembrança da expulsão do primeiro homem do Paraíso?Os indios Hopis, dos Estados Unidos, acreditavam que seus ancestrais vieram de outros planetas. Os Navajos e Sunis, também dos Estados Unidos, veneravam deuses louros e acreditavam em outros mundos no cosmo. O "Thunderbird" (Pássaro Trovejante) é uma lenda entre muitas tribos da América do Norte. Os Noothaus falam da visita de um deus que veio numa "canoa de cobre", e os Pawnees, em um ser que brilhava com estranhas radiações. Quetzalcoaltl fez maravilhas no México e os Maias os chamavam de Kukulkan, os quíchuas da Guatemala, de Gucumatz e no Peru foi conhecido como Viracocha, na Colômbia como Bochica e os Polinésios, de Wakee. Os índios Machiguengas do Peru falam no "povo de céu" que veio por uma "estrada brilhante".-O Livro dos Mortos, do antigo Egito, nos fala em "legiões no céu", "espíritos da luz" e "seres brilhantes". Pandoro escreveu, em 400 AC, sobre os Egregori (guardas-anjos) que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Isis e Hórus eram representados como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios. Na América do Sul existem centenas de lendas que nos falam de seres que desceram do céu e viveram entre os índios. No Brasil, temos o Bacororo e Baitagogo, dos índios Bororós. Os Kadweus, do Mato Grosso, falavam de Karana. Os Caiuás tinham o Baira, porém o Guaricana era um ser sagrado que vinha curar os enfermos. Jupari foi um dos deuses indígenas brasileiro mais cultuados. Mas, quando o homem branco chegou, para catequizá-los, transformaram-no em um "espírito do mal". Os índios diziam que Jupari era filho de Ceuci, nome que davam as Plêiades. Sumé também foi outro deus civilizador das tribos brasileiras e diziam que sua morada sagrada era Itaoaoca.-O Dr. João Américo Peret colheu entre os índios a lenda de Bebgororoti. Era um ser que vestia o Bo (traje) e levava à mão a Kob (arma). Viveu entre os índios e quando foi embora, na serra de Punkato-Ti, ouviu-se um grande estrondo e Bebgororoti desapareceu nos ares, envolto em fumaça, chama e trovão. E o mais interessante é que quando os índios relembram em suas festividades deBebgororoti, fazem uma roupa que se assemelha a dos astronautas atuais.-Além da presença marcante de deuses físicos em toda a história da humanidade, os OVNIs também foram denominados de aves, répteis e animais voadores, principalmente pelos indígenas. Tivemos Boitat , Mbai-Tat (coisa de fogo), Mboi-Guaçú (cobra grande), Nhandutat (pássaro de fogo - "Thunderbird"), Carbúnculo (lagarto de fogo), etc.... tudo isso no folclore brasileiro. Já os civilizadores os situaram no campo sobrenatural e criaram Mãe do Ouro, fantasmas, luzes fantasmas, Fogo Corredor, Curacanga, Mulher de branco, Alamoa, João Galáfuz e dezenas de outros mitos, por todo o território brasileiro. No início do século, criou-se uma denominação interessante para os OVNIs, a do Carro Fantasma. Um veículo que assombrou muita gente nas estradas intermunicipais.-Na história universal, encontramos milhares de relatos que nos falam sobre os OVNIs no correr dos milênios. No entanto, apesar de se fazerem presentes na história de todos, muitos não crêem na sua existência. E se assim o fazem é porque querem ainda considera-los como oriundos do céu, divinos. Não queremos dizer com isso que Deus é astronauta, pelo contrário, queremos dizer que Deus é o criador de tudo que existe e que não precisa de naves para vir ao nosso planeta..-
OS MESTRES ROM




WESLEY H. BATEMAN
TELEPATA DA FEDERAÇÃO





Há já vários anos, inúmeras pessoas vêm declarando ter sido abduzidas por alienígenas, levadas a bordo de uma espaçonave e depois submetidas a exames médicos e procedimentos que mais tarde são recordados como horrivelmente assustadores e dolorosos. Estima-se que centenas de milhares de indivíduos alegaram ter tido essas experiências traumáticas e (em alguns casos) com efeitos nocivos para toda a vida.

O tema da abdução por alienígenas está ficando tão conhecido que a Disneylândia planeja uma apresentação de UFOS que tratará fundamentalmente do “fenômeno da abdução”. A empresa Disney veiculou recentemente um programa de televisão intitulado “Encontros Alienígenas”. Segundo o apresentador, Robert Urich, o interesse da Disney por esse tema é educacional e baseia-se na estimativa de que uma em cada cinco pessoas terá uma experiência de abdução dentro de sete a dez anos. Como e por que a Disney chegou a essas assombrosas conclusões não foi explicado durante o programa. Urich, em seguida, apresentou informações que acusava diretamente o governo federal americano de mentir para o público sobre a existência de UFOS.

Fiquei espantado ao ouvir essas acusações contra o governo sendo proferidas publicamente por uma empresa tão sólida e tradicional quanto a Disney. O que ela espera ganhar provocando a ira do governo dos Estados Unidos? Mas será que ela está provocando realmente alguma preocupação no governo? Após refletir por algum tempo, concluí que o governo americano e a Disney estão empreendendo conjuntamente um programa de ação destinado a educar o povo e prepará-lo para as inevitáveis experiências de abdução por alienígenas, contra os quais o governo é incapaz de oferecer proteção.


CASOS TÍPICOS DE ABDUÇÃO


Há dois tipos de abdução. O primeiro tipo costuma acontecer quando a vítima é apreendida enquanto está dormindo, ou guiando um automó ou guiando um autom estcontecer quando a v açrno dos estados Unidosas tervel em uma região deserta. Em todos os casos, o abduzido (ou abduzida) sente-se impotente e raramente resiste a seus captores.

Os alienígenas são descritos como tendo pouco mais de um metro de altura, pele cinzenta e sem pêlos no corpo. Também são descritos com cabeças triangulares e queixo pontudo, uma fenda por boca (sem lábios) e dois pequenos orifícios em um nariz muito pequeno. O mais impressionante são os enormes olhos negros, que parecem contornar por trás o rosto (como certo tipo de óculos escuros).






Em alguns casos, esses pequenos alienígenas cinzentos são substituídos por assustadores seres reptilianos ou parecidos com insetos.

Em todos os casos, os alienígenas se comunicam com as vítimas por meio de telepatia (transferência de pensamento).

Os exames médicos e os demais procedimentos são geralmente realizados com a vítima imobilizada em uma espécie de maca de exames. Estranhos instrumentos mecânicos são depois introduzidos rudemente – logo, dolorosamente – em todas as cavidades do corpo. Completados esses procedimentos grotescos e humilhantes, o abduzido é posto em liberdade. Sua lembrança dos acontecimentos parece ser deliberadamente suprimida pelos alienígenas antes de ser solto.

Passado algum tempo, o abduzido começa a ser incomodado por estranhos sonhos e ansiedades e nota a presença de marcas ou cicatrizes no corpo das quais não consegue se lembrar da causa.

Algumas vezes, os abduzidos recordam por si mesmos detalhes de sua abdução por alienígenas. Outros foram auxiliados nessas lembranças pelo auxílio da hipnose.

O segundo tipo de abdução por alienígenas nunca é completamente lembrado. Nesse tipo, a vítima é mentalmente atormentada por vagas lembranças de que algum evento estranho lhe sucedeu. Tal crença completa-se pelo fato de pequenos objetos (conhecidos como implantes) são fisicamente detectáveis sob a pele ou algum orifício corporal (em geral, as fossas nasais). Ao serem removidos cirurgicamente, os implantes revelam-se na forma de pirâmides, cones ou lentes convexas. A análise da composição dos implantes revela que são compostos principalmente de silicone e outros materiais inidentificáveis. Experiências que submetem o implante (ainda no corpo) a fortes campos magnéticos provocam extrema tensão mental e desorientação por vários dias após a experiência.

Em casos raros, mulheres relatam ter tido seus fetos removidos pelos abdutores; algumas delas acreditam que sua gravidez foi iniciada pelos alienígenas durante uma abdução anterior.

Centenas de milhares de abduções do primeiro tipo, com outros milhares esperadas para os próximos sete a dez anos? Isso significaria que centenas de milhares de vôos não observados de UFOS (para não falar dos pousos necessários) tiveram lugar com o propósito de capturar terráqueos. Quando consideramos a atividade alienígena em termos de trabalho, o tempo envolvido chega a milhões de horas. Se considerarmos ainda a previsão da Disney (do governo?) de que os alienígenas vão prosseguir com suas assustadoras atividades por mais algum tempo, temos de concluir que o que quer que eles estejam preparando, isso estará relacionado a um projeto ambicioso e que demanda muito tempo. A pergunta seguinte é, por que eles precisam sondar biologicamente milhões de seres humanos?
Quando perguntei aos meus contatos extraterrestres como era possível abduzir centenas de milhares de pessoas sem ser fisicamente observado ou detectado, responderam-me: “Nem tudo é o que parece”. Depois descreveram o que está de fato acontecendo. Vou tratar de apresentar a alentada explicação que me deram da maneira mais breve possível.


O QUE ESTÁ REALMENTE ACONTECENDO?


Para entendermos o que está realmente acontecendo, é preciso apresentar vários temas extraterrestres aos leitores que não os conheçam e refrescar a memória dos que já os conhecem. Os temas de que eu estou falando são (1) ROMS Extraterrestres: (2) a Barreira de Freqüência e (3) a Energia de Carga.




ROMs EXTRATERRESTRES


Nós, da Terra, passamos de rabiscar sinais em pedras para inscrevê-los em placas de argila; depois, passamos a escrever em papiro e, finalmente, à produção em massa de material escrito em papel por meio da imprensa. Com a fotografia e o cinema, juntamente com as gravações de som, podemos transmitir qualquer assunto a qualquer número de pessoas. Quando acrescentamos uma televisão, um programa transmitido via satélite pode alcançar bilhões de pessoas ao mesmo tempo.

Nestes últimos tempos, surgiu um novo meio áudio-visual chamado CD-ROM, que permite que a pessoa interaja com os dados armazenados digitalmente que ele contém, por meio de um computador multimídia. Esses CDs são a mesma coisa que os discos compactos em que se grava música, e o termo ROM refere-se ao inglês READ ONLY MEMORY (memória só de leitura) do atual jargãoda informática. Um único CD-ROM pode armazenar até 300.000 páginas em tamanho ofício de material escrito, mais do que poderia ser escrito pelo mais prolixo escritor em toda a sua vida.

Os extraterrestres estão pelo menos um milhão de anos à nossa frente na tecnologia de armazenar e recuperar informação. São capazes de gravar e recuperar mentalmente por meio de uma interface mente/ROM com ROMs do tamanho de comprimidos de aspirina. A quantidade de dados mentais como imagens visuais, sons, odores, sabores, tato, emoções e pensamentos que podem ser armazenada em um único ROM mental é astronômica. Os ROMs mentais extraterrestres podem ser editados e reforçados, por assim dizer, com efeitos especiais.

Os extraterrestres usam especialistas em várias áreas do conhecimento para ver, estudar e gravar mentalmente em ROMs suas observações sobre fauna e flora de um planeta. Depois, quando necessário, qualquer extraterrestre pode consultar o material armazenado e tornar-se um especialista instantâneo sobre qualquer assunto relativo a esse planeta, mesmo que nunca tenha posto os pés nele ou sabido onde se encontra no Universo.

Os ROMs mentais são usados pelos extraterrestres com propósitos educacionais e recreacionais. Um exemplo de um ROM mental recreacional seria um que contenha a experiência de uma pessoa assistindo a uma exibição de pirotecnia. O leitor do ROM pode experimentar tudo o que o autor do ROM fez ou sentiu enquanto estava assistindo à exibição, como se fosse o observador original (o autor do ROM). O leitor verá realmente o foguetório todo, ouvirá as explosões, sentirá o cheiro da pólvora queimada e até o vento e a temperatura do momento. Se o autor tiver alguma coceira ou for picado por um inseto no momento da gravação do ROM, o leitor sentirá a coceira ou a picada. O programa de exibição pode durar horas, o mesmo tempo parece ter passado, embora na verdade ele só tenha estado envolvido na leitura do ROM mental por alguns minutos.

Os extraterrestres dizem que, na maior parte dos casos, um ROM mental bem feito pode ser mais vívido e real do que a própria realidade. E podem ser transmitidos em certos comprimentos de ondas mentais do Campo Vital Universal para qualquer pessoa mentalmente sensível o bastante para os receber e processar.

Os abduzidos do tipo um não são fisicamente abduzidos pelos alienígenas. Em vez disso, são submetidos a transmissões de ROMs mentais de eventos reais de abdução. Esses ROMs foram feitos com base em experiências reais com abduzidos. Em todos os casos, os cenários mais assustadores são usados nesses ROMs mentais: alienígenas atravessando paredes, seres reptilianos e insetiformes conduzindo os exames médicos – em todos os casos, também, estes são efeitos especiais. Répteis e insetos mostrados como inteligentes e no controle do destino das vítimas são aterrorizantes para a maioria das pessoas da Terra. Também é fácil convencer qualquer um na Terra, por meio de um ROM mental, que os alienígenas estão lhe falando telepaticamente (e, de certo modo, estão).

Os ROMs mentais com os seres cinzentos são os mais autênticos, não têm efeitos especiais – os autores dos ROMs, por certo, acham que a aparência desses seres não precisa de nenhum retoque, já que são suficientemente aterrorizantes por si mesmos e muito difíceis para os terráqueos de lidar mentalmente com passividade.

As cicatrizes e marcas que aparecem no corpo de abduzidos do tipo um podem ser atribuídos ao profundo estado hipnótico em que a pessoa se encontrava durante a recepção do ROM alienígena. O estado mais profundo de hipnose é chamado sonambulismo. Sabe-se que, se for dito a uma pessoa que se acha em profundo estado hipnótico que ela queimou um dedo, uma bolha aparecerá na mesma hora, deixando uma cicatriz em alguns casos. O fenômeno pode ser comparado com a experiência dos estigmas, em que pessoas manifestam as diversas chagas e ferimentos do Cristo crucificado.

Em um ROM mental o abduzido é sempre posto em liberdade. A razão para isso, claro, é que, para início de conversa, eles nunca estiveram em poder dos alienígenas. Pensem só nisto: qualquer alienígena que tivesse sangue frio o suficiente para submeter alguém aos sofrimentos descritos pelos abduzidos não hesitaria em matar a vítima e atirar seu corpo no espaço.

Os alienígenas que estão transmitindo os ROMs mentais com cenários de abdução querem que aqueles que recebem o material acabem trazendo a experiência à consciência e acreditando que ela de fato aconteceu. Qualquer um que tenha o conhecimento que os extraterrestres têm da mente humana saberia que uma lembrança total das cenas acabaria ocorrendo – com o tempo. Os alienígenas querem que, então, os pretensos abduzidos contem a quantos puderem suas pretensas experiências para induzir em seus ouvintes medo e desconfiança de qualquer tipo de extraterrestre – até daqueles que não lhes causaria mal algum.

As múltiplas razões pelas quais esses seres nefastos submetem terráqueos sensíveis às suas assustadoras cenas de ROM mental irão ficando mais claras ao longo deste artigo. As perguntas do por que mais e mais pessoas estão recebendo essas transmissões de ROMs mentais alienígenas e por que o governo espera que mais pessoas ainda sejam afetadas por eles no futuro serão respondidas depois que examinarmos as várias características físicas da Barreira de Freqüência.



A BARREIRA DE FREQÜÊNCIA



Com a explosão de Maldek, outrora o quinto planeta do sistema solar, a Terra foi bombardeada por energia e destroços. Esse evento, que ocorreu num passado remotíssimo, fez com que certas camadas cruciais da crosta terrestre se rompessem e que o núcleo liquefeito oscilasse erraticamente. As oscilações antinaturais fizeram com que os habitantes humanos do planeta sofressem mutações biológicas e tivessem drasticamente diminuída sua capacidade mental. Como as oscilações do núcleo interferem nas ondas cerebrais, isso impede que o cérebro opere em freqüências mais elevadas – que seria capaz de fazer se não fosse por esse efeito provocado pelo fenômeno singular da Barreira de Freqüência.
Os 4 tipos de ondas cerebrais produzidas pelo cérebro humano. Segundo Wesley H. Bateman, a Barreira de Freqüência tolhe a capacidade do cérebro de funcionar em freqüências de ondas cerebrais mais elevadas (superiores à beta).



Ao longo das eras, os terremotos e a atividade vulcânica fizeram (e continuam fazendo) com que essas fraturas na crosta do planeta fossem aos poucos se fechando, diminuindo proporcionalmente as vibrações nocivas emanadas do núcleo. Isso está permitindo que os seres humanos re-evoluam biológica e mentalmente com relação à força atual da Barreira de Freqüência.

Há milhares de anos os extraterrestres vêm monitorando os efeitos da Barreira de freqüência sobre os humanos da Terra. Acompanham a diminuição da Barreira observando os terremotos e outras atividades geológicas. Este tema é tratado com mais detalhes no meu livro Knowledge from the Stars (Conhecimento das Estrelas).

À medida que a Barreira de Freqüência vai diminuindo, cada vez mais pessoas da Terra vão ficando capazes de funcionar mentalmente em níveis mais altos de percepção ou, em outras palavras, em planos de consciência mais elevados.

O governo americano está ciente da existência da BF e do interesse dos extraterrestres por ela. Isto fica evidente na declaração feita no manual da Academia da Força Aérea dos Estados Unidos, que tem um capítulo de 14 páginas sobre UFOS: “Por que não há contatos?” Essa pergunta é fácil de ser respondida em uma de várias maneiras: (1) podemos ser objeto de intenso estudo psicológico e sociológico, e nesse tipo de estudo costuma-se não interferir no ambiente estudado; (2) não se contata um formigueiro, e os seres humanos podem parecer formigas para os extraterrestres; (3) esse contato já pode ter ocorrido em caráter sigiloso; ou (4) esse contato pode ter acontecido em um plano de consciência diferente e não somos ainda sensíveis a comunicações nesse plano.

Sublinhei a última parte dessa declaração para acentuar o fato de que a Força Aérea está sutilmente tornando público o seu conhecimento da BF e do fato de que a diminuição desta algum dia permitirá que nós, da Terra, funcionemos em planos de consciência diferentes.

Há muitos anos que a força da BF vem diminuindo o bastante para permitir que as transmissões de ROMs mentais alienígenas sejam recebidas e assimiladas por pessoas sensíveis durante o sono.


A ENERGIA DE CARGA


No início dos anos 50, a Federação extraterrestre forçou o fechamento do laboratório biológico de Dulce, Novo México, que havia sido montado e estava sendo operado por um grupo de extraterrestres nefastos. Como esse grupo estava proibido de operar fisicamente na Terra, seus membros decidiram aproveitar o estado enfraquecido da BF e acumular uma enorme colheita de força vital (energia de carga) dos terráqueos indefesos, que de nada suspeitavam.

Nós, como seres humanos, obtemos energia de força vital (energia de carga) de inúmeras maneiras. Aos extraterrestres predatórios não interessa como a pessoa obtém a energia de carga psíquica; só lhes interessa saber como fazer com que os outros a dêem para eles. Gastamos nossa energia de carga com emoções como amor, inveja, ciúme ou medo. O objeto de nossas emoções é o receptor da energia.

Qualquer método concebido para provocar um estado emocional em um observador ou participante é chamado de veículo de carga. Por exemplo, damos nossa energia de carga psíquica a pessoas como atores, cantores ou esportistas que nos tocam emocionalmente. Isso serve tanto para o estímulo emocional apresentado no momento, quanto para aqueles gravados. Um ROM mental que inspira emoções fortes é um veículo de carga em benefício do(s) seu(s) criador(s), seja lá quem for.

Isso traz à razão básica dos alienígenas predatórios para transmitir seus ROMs mentais de abdução. Eles querem extrair energia psíquica das pessoas por meio do canal emocional do medo. Sabendo que a vítima acabará se lembrando do incidente como algo real, esperam que ela conte a outras pessoas e as convença, tocando-as emocionalmente também. Esse tipo de estímulo emocional secundário extrai mais energia psíquica para os que elaboraram o conteúdo do ROM. Trata-se de uma forma de vampirismo psíquico. Dá para imaginar a quantidade de energia vital que pode ser obtida de milhões de pessoas que acreditam ter sido – ou que serão – abduzidas por seres repugnantes que se dedicam a sondar dolorosamente os corpos delas?

Muitas pessoas ficam nervosas só em pensar a ir ao dentista. Porém, coisas como a perfuração dolorosa de um dente nunca são usadas num ROM mental, pois não há como produzir um indício físico (por meio de um ROM) de que um tal procedimento tenha sido levado a cabo.

A outra razão que os alienígenas malévolos têm para transmitir seus ROMs de abdução é gerar nas pessoas da Terra uma desconfiança por qualquer tipo de extraterrestre – até por aqueles com as mais benignas das intenções.


ALGUNS CASOS DE ABDUÇÃO COM IMPLANTE SÃO REAIS



Algumas pessoas estão convencidas de que foram abduzidas por alienígenas que, por alguma razão, inseriram pequenos corpos (chamados de implantes) em seus corpos. Algumas dessas pessoas são abduzidos do tipo um (ROM) e foram programadas para pensar que receberam implantes durante o incidente. Outras, os abduzidos do tipo dois, contêm de fato implantes alienígenas fisicamente detectáveis em seus corpos. Um artigo recente que me chegou em mãos acusa o governo dos Estados Unidos de auxiliar os extraterrestres em um programa mundial de inserção de implantes em milhares de pessoas.

A razão dos extraterrestres para implantar esses objetos no corpo das pessoas é muito complexa e longa para ser incluída neste artigo. Mais uma vez, nem tudo é o que parece.

Esses casos podem ser tema de um futuro artigo que também poderia incluir maneiras para neutralizar a diabólica transmissão de ROMs mentais em nossos recém-despertados níveis de consciência.

Pode-se até ver uma audiência de extraterrestres esperando enquanto um mestre de cerimônias anuncia: “E, na categoria de ROM mental para fazer os terráqueos tremerem de medo, o vencedor é...” Lembrem-se: “Até mesmo um sussurro em uma montanha de estrelas será ouvido em todos os vales da eternidade”.


FIM


Artigo transcrito da Revista Amaluz, ano três, número 32 de setembro de 1995.

Organização: Wagner Luiz Souza Santos

E-mail: mailto:maldek-sarus@hotmail.com
Mistérios em Marte


fotos da superfície de Marte revelaram for­mas que os astrônomos, ao vê-las pela primeira vez, apelidaram de "Ci­dade Inca". Localizadas na região sul do planeta, elas mostram uma série de muralhas em degraus feitas de segmentos quadrados ou retan­gulares. John McCauley, um geólogo da NASA, comentou que essas formações, chamadas de "cadeiras de morros" eram "contínuas, não mostrando brechas e erguem-se entre as planícies adjacentes como as muralhas de ruínas da Antigüidade”. Essa imensa muralha ou série de blocos conectados tem uma impres­sionante semelhança com as estruturas colossais e igualmente enigmá­ticas encontradas em alguns pontos da Terra, como as camadas de gi­gantescos blocos de pedra que formam a base da vasta plataforma dos templos de Bralbek, no Líbano, ou as muralhas em zigueza­gue mais grosseiras, mas igualmente impressionantes, de Sacsahuamán, perto de Cuzco, no Peru. Em The Stairway to Heaven e The Lost Realms, atribuí essas estruturas aos Anunnaki/Nefilim. As forma­ções avistadas em Marte talvez possam ser explicadas como resultado de fenômenos naturais e o tamanho dos blocos, variando entre 4 e 6 quilômetros de comprimento, poderiam indicar mais a mão da nature­za do que de pessoas. Mas, por outro lado, já que não existe certeza de sua origem natural, é possível que sejam restos de estruturas artifi­ciais - no caso dos "gigantes" das lendas do Oriente Médio terem tam­bém visitado Marte...
A afirmação de que existiam "canais" em Marte parecia superada quando, depois de décadas em que seus descobridores foram ridicula­rizados, os cientistas concluíram que as formações observadas por Schia­parelli e Lowell eram de fato leitos de rios secos. No entanto, existem outras formações na superfície marciana que desafiam uma explicação tão simplista. Entre elas estão "faixas" brancas que correm em linha reta por centenas de quilômetros - às vezes paralelas, em outras cortando-se em ângulos retos - com "trilhas" que se alargam e estrei­tam. Como seria de se esperar, os cien­tistas da NASA atribuíram sua origem a tempestades de areia. É possí­vel que seja essa a explicação, mas a regularidade e especialmente o cru­zamento das linhas podem ser uma indicação de origem artificial. Se quisermos encontrar uma formação semelhante na Terra, basta olhar­mos para as linhas na planície de Nazca, no sul do Peru, con­sideradas pelas lendas como obra dos "deuses".
No Oriente Médio e nos Andes existe uma variedade de pirâmides - as imensas pirâmides de Gizé, as de degraus ou zigurates da Meso­potâmia e das primitivas civilizações da América. Como mostram as fotos das sondas Mariner e Viking, há pirâmides ou formações pareci­das com pirâmides em Marte.
As formações que parecem ser pirâmides de três lados localizadas no platô Elysum, na região denominada Trivium Charontis, foram notadas pela primeira vez em imagens enviadas pela Mari­ner 9, quadro 4205-78, de 8 de fevereiro de 1972, e quadro 4296-23, de seis meses depois. O que despertou a atenção dos cientistas foram dois pares de "estruturas tetraédricas" - para usar a cautelosa termi­nologia empregada -, dos quais um par era formado por duas enor­mes pirâmides e o outro de pirâmides menores. Elas parecem arranja­das num padrão romboidal. Novamente o tamanho das "pirâmides" - as maiores têm cerca de 3 quilômetros de lado e 800 metros de altura - sugere que pode se tratar de formações causadas por fenô­menos naturais. Um estudo publicado em Icarus (vol. 22, 1974), escri­to por Victor Ablordeppy e Mark Gipson, ofereceu quatro teorias para explicar a origem dessas formações. David Chandler (Life on Mars) e o astrônomo Francis Graham (em Frontiers of Science, novembro e de­zembro de 1980), entre outros, mostraram as falhas nessas teorias. O fato das fotos das pirâmides terem sido tiradas com um intervalo de seis meses, com diferentes ângulos de insolação, e continuarem mantendo a forma tetraédrica convence muitos estudiosos de que se trata de es­truturas artificiais, mesmo que não tenhamos explicações plausíveis para seu tamanho. "Dado à presente falta de qualquer explicação facilmen­te aceitável ", escreveu Chandler, "não há razão para se excluir de consideração a conclusão mais óbvia de todas: é possível que elas tenham sido construídas por seres inteligentes." E Francis Graham, depois de afirmar que ”a conjectura de que elas são construções de uma antiga raça de marcianos deve ter seu lugar entre as teorias sobre sua origem", acrescentou que futuros exploradores poderão descobrir nessas estru­turas entradas soterradas, Câmaras interiores ou inscrições que foram capazes de resistir “talvez a milhares de milênios de erosão pelo vento".
Outras pirâmides com um número variado de lados foram percebi­das por pesquisadores que estudaram as fotos marcianas. O interesse, ou controvérsia, tem se centrado, sobretudo numa área chamada Cydonia, porque um grupo do que poderiam ser estru­turas artificiais parece alinhado com aquilo que alguns chamam de "Es­finge Marciana", situada ao leste de uma dessas formações, como pode ser facilmente visto na foto panorâmica da NASA 035-A-72. O que se observa é uma rocha com traços de uma figura humana bem proporcionada, aparentemente um homem usando um tipo qual­quer de capacete, com a boca um pouco aberta e olhos volta­dos diretamente para um observador que estaria no firmamento de Mar­te. Tal como os outros "monumentos" este também tem proporções gigantescas. O "Rosto" mede quase 1,6 quilômetro de altura total e calcula-se que ele se eleva a quase 800 metros acima do platô mais pró­ximo, como pode ser avaliado pela sombra que projeta.
Embora se conte que o cientista da NASA que primeiro examinou as fotos recebidas do orbiter da Viking 1, em 25 de julho de 1976, "qua­se caiu da cadeira" ao ver esse quadro, ao que se seguiram as adequa­das exclamações do tipo "Santo Deus!" e outras de cunho similar, o fato é que essa foto foi arquivada junto com milhares de outras envia­das pela sonda sem nenhuma anotação especial porque considerou-se a impressão de um rosto humano não mais do que um jogo de luz e sombra numa rocha erodida por forças naturais. Quando alguns jorna­listas que cobriam a chegada das imagens perguntaram se aquela for­mação era mesmo um rosto esculpido na rocha, o chefe da equipe de cientistas garantiu que uma foto posterior, recebida poucas horas de­pois da primeira, não mostrava essa figura. (Alguns anos depois a NASA reconheceu que essa declaração fora incorreta e enganosa porque a ver­dade era que a área ficara coberta pela escuridão da noite logo após o envio da primeira foto e que na realidade existiam outras imagens mos­trando claramente a "Esfinge".
Três anos depois, Vicent DiPietro, um engenheiro eletricista e espe­cialista em computadorização de imagens, que vira a foto do "Rosto" numa revista, encontrou-se cara a cara com ele enquanto consultava os arquivos do Centro Nacional de Dados da Ciência Espacial. A foto tirada pela Viking, com o número de catálogo 76-H-593/17384, tinha co­mo título apenas a palavra "Cabeça". Intrigado com a decisão de manter-­se arquivada num centro puramente científico uma imagem com esse título tão instigante - e justo do "Rosto", cuja existência fora veemen­temente negada -, DiPietro partiu, junto com Greg Molenaar, perito em computação da Lockheed, em busca da imagem original da NA­SA. Eles não encontraram apenas uma, mas duas delas, a outra sendo o quadro 070-A-13. Pesquisas subseqüentes revelaram a existência de mais fotos da área de Cydonia tiradas por diferentes câ­meras do orbiter da Viking, mostrando tanto o lado direito como o es­querdo das formações. (Atualmente sabe-se da existência de onze des­sas fotos). O "Rosto", bem como as formações piramidais e outras igual­mente intrigantes, podia ser visto em todas elas. Usando sofisticadas técnicas de computação, DiPietro e Molenaar obtiveram imagens am­pliadas e mais nítidas do "Rosto" que os convenceram de que ele não fora esculpido por intempéries.
Animados com esses resultados, os dois pesquisadores apresentaram seu trabalho na conferência Opção por Marte. Contudo, em vez da acla­mação que esperavam, eles viram suas afirmações serem recebidas com indiferença, sem dúvida porque os cientistas presentes ao evento não estavam dispostos a aceitar algo que iria contra todas suas crenças: o "Rosto" era obra de seres inteligentes, "marcianos" que numa época antiga tinham habitado o planeta. Publicando suas descobertas inde­pendentemente, DiPietro e Molenaar procuraram ao máximo se disso­ciarem das "loucas especulações" sobre a origem das formações, mas afirmaram no epílogo do livro que "as formações não parecem naturais e pedem maiores investigações". Os cientistas da NASA, contudo, re­jeitaram todas as sugestões de futuras missões a Marte incluírem uma visita ao "Rosto", o que é estranho, pois, na opinião deles, ele não pas­sa de uma rocha modelada pelas forças naturais de forma a dar a im­pressão de ter feições humanas.
A causa do "Rosto" de Marte foi abraçada por Richard C. Hoagland, autor científico e antigo consultor do Centro de Vôos Espaciais de Goodard. Ele organizou uma conferência sobre computação com o título: A Equipe Independente de Investigações sobre Marte, com o propósito de mostrar as fotos e levar todos os dados recolhidos sobre a questão ao conhecimento de um seleto grupo de peritos e cientistas. Entre eles estavam Brian O’Leary, um astronauta-cientista, e David Webb, mem­bro da Comissão Espacial da Presidência dos Estados Unidos. Em suas conclusões, eles não somente concordaram com o ponto de vista de que o "Rosto" e as "pirâmides" eram estruturas artificiais, como também sugeriram que as outras formações avistadas na superfície de Marte po­diam igualmente ser obra de seres inteligentes.
Fiquei especialmente intrigado com a afirmação de Hoagland e seu colega, Thomas Rautenberg, um especialista em computação que li nos relatórios da conferência, de que a orientação do "Rosto", bem como da principal pirâmide, indicava que eles tinham sido construídos há cerca de 500 mil anos em alinhamento com o pôr-do-sol na época do solstício em Marte. Quando os dois vieram me procurar para comentar suas provas fotográficas, fiz-lhes ver que segundo minhas conclusões em O 12º. Planeta, os Anunnaki/Nefilim desceram pela primeira vez na Terra há 450 mil anos e que talvez não fosse obra do acaso suas datas coincidirem com as minhas. Embora Hoagland tenha se mostrado um tanto cauteloso em concordar comigo, ele dedicou muitas páginas de seu livro, The Monuments of Mars, às minhas pesquisas e aos textos su­mérios que tratam dos Anunnaki.
A publicidade em torno das descobertas de DiPietro, Molenaar e Hoa­gland forçou a NASA a se pronunciar sobre o assunto e ela insistiu em afirmar que eles estavam errados. Num gesto incomum, o Centro Na­cional de Vôos Espaciais em Greenbelt, no Estado de Maryland, que fornece ao público cópias de fotos e dados da NASA, passou a anexar às fotos do "Rosto" comunicados refutando as interpretações não orto­doxas das imagens. Entre eles está um informe de três páginas escrito por Paul Butterworth, o planetólogo residente do Centro, datado de 6 de junho de 1987, onde ele afirma que "não existe motivo para se acre­ditar que essa montanha em especial, tão similar a dezenas de milhares de outras do planeta, não seja resultado de processos geológicos que produziram todos os outros acidentes geográficos de Marte... Devido à existência de uma imensa quantidade de montanhas naquele planeta, não é de admirar que algumas delas nos façam lembrar objetos conhe­cidos e nada nos é mais familiar do que o rosto humano. Ainda estou esperando encontrar a 'Mão de Marte' e o 'Pé de Marte'!”
Ora, não existir motivo para acreditar que a formação não é natural não pode ser considerado um argumento factual para contestar a opi­nião oposta, cujos proponentes afirmam que têm motivo para crer que as formações são artificiais. Ainda assim, é verdade que na Terra há muitos morros, montanhas e outros acidentes geográficos que dão a im­pressão de serem esculturas de animais ou pessoas, embora não pas­sem de formações da natureza. Esse poderia até ser um argumento vá­lido para explicar as "pirâmides" no platô ou a "Cidade Inca". O "Ros­to", porém, e algumas formações perto dele, em especial as com lados retos, continuam sendo um enigma desafiador.
Um estudo muito interessante feito por Mark J. Carlotto, um cientis­ta especializado em óptica, foi publicado no número de maio de 1988 da prestigiosa revista Applied Optics. Usando técnicas de computação gráfica, ele usou quatro quadros de imagens da NASA tiradas pelo orbiters da Viking com diferentes câmeras em quatro passagens orbitais para recriar uma representação tridimensional do "Rosto". O estudo fornecia informações detalhadas sobre os complexos procedimentos óp­ticos e fórmulas matemáticas para a análise em três dimensões, e a con­clusão do autor foi que o "Rosto" era mesmo uma face humana com simetria bilateral, estando o outro olho escondido pela sombra e "a ele­gante estrutura da boca sugerindo a presença de dentes". Segundo ele, essas formações eram realmente "traços faciais" e não um "fenômeno passageiro" ou uma impressão causada por um jogo de luz e sombra. "Embora os dados enviados pela Viking não possuam resolução sufi­ciente para permitir a identificação dos possíveis mecanismos de ori­gem desses objetos, os resultados obtidos até hoje sugerem que talvez eles não sejam naturais”.
A Applied Optics considerou o artigo bastante importante para fazer dele a matéria de capa. A revista científica New Scientist dedicou várias páginas ao trabalho e seu autor, e concordou com a sugestão de Carlot­to dizendo que, "no mínimo, esses enigmáticos objetos" - o "Rosto” - e as formações piramidais que alguns apelidaram de "A Cidade" - "merecem um melhor escrutínio das futuras sondas marcianas, tal co­mo a missão Phobos soviética, de 1988, ou a Observer, dos Estados Unidos".
O fato de a imprensa controlada da URSS ter publicado vários arti­gos de Vladimir Avinsky, famoso pesquisador das áreas de geologia e mineralogia, que apóia e teoria sobre a origem não natural dos monu­mentos, sem dúvida nos fornecem indicações sobre o ponto de vista das organizações aeroespaciais soviéticas sobre o assunto. Devo salientar aqui duas afirmações do Dr. Avinsky. Ele sugere (tanto em artigos publica­dos como em trabalhos apresentados em caráter particular) que quanto ao tamanho colossal das formações marcianas, deve-se ter em mente que devido à baixa gravidade do planeta um homem nele colocado seria ca­paz de executar tarefas gigantescas. O Dr. Avinsky também atribui uma grande importância ao círculo escuro que se vê claramente na área pla­na entre o "Rosto" e as pirâmides. Enquanto os cientistas da NASA o qualificaram de "um pingo de água na lente da Viking", Avinsky o considera "o centro de toda a composição" do "complexo marciano" e seu arranjo.
A não ser que se parta da hipótese de que há dezenas de milhares de anos ou até 500 mil anos os terráqueos tinham uma avançada civili­zação e tecnologia sofisticada que lhes permitiam envolver-se em via­gens espaciais e chegarem a Marte, e, entre outras coisas, construírem monumentos como o "Rosto", só nos restam duas alternativas lógicas para explicar os indícios que temos. A primeira, é que houve em Marte seres inteligentes que, além de serem capazes de executar obras megalíticas, também eram muito parecidos conosco. No entanto, a ausência até mesmo de microorganismos no solo do planeta e qualquer vestígio de uma antiga vida vegetal ou animal que, entre outras coisas, fornece­ria sustento aos marcianos com aspecto físico igual ao nosso, a idéia da existência de uma população como a encontrada na Terra e capaz de copiar formas estruturais terrestres parece extremamente improvável.
Resta então uma única alternativa plausível: seres nem de Marte nem da Terra, capazes de fazer viagens espaciais há cerca de 500 mil anos, vieram ao nosso sistema solar e aqui permaneceram por algum tempo, pois deixaram para trás monumentos de demorada construção. Os úni­cos seres desse tipo de que se tem notícia - tanto pelos textos sumérios como por todas as mitologias antigas - são os Anunnaki de Nibiru. Sabemos qual era seu aspecto físico - igual ao nosso, pois eles nos fi­zeram "a sua imagem e semelhança", para citar o Gênesis.
Os rostos dos Anunnaki aparecem em inúmeros desenhos e monu­mentos da Antiguidade, como a famosa Esfinge de Gizé. Se­gundo as inscrições egípcias, o rosto retratado nela é o de Hor-em-Akhet, o "Deus-Falcão do Horizonte", um dos epítetos de Rá, um filho de Enki, que podia voar ao confins dos céus em seu Barco Celestial.
A Esfinge foi orientada de modo que seu olhar estivesse precisamen­te alinhado com o paralelo 30 e voltado para o espaçoporto dos Anun­naki na península do Sinai. Os antigos textos atribuíam a ela funções de comunicação (e falava da existência de câmaras subterrâneas).

Uma mensagem é enviada do céu,
ela é ouvida em Heliópolis e repetida em Mênfis
pelo Belo de Rosto.
Ela é parte de um despacho escrito pela mão de Thot
a respeito da cidade de Amen...
Os deuses estão agindo segundo as ordens.

A referência ao papel de transmissor de mensagens do Belo de Rosto - a Esfinge de Gizé - levanta a questão sobre qual seria o propósito do "Rosto" de Marte, pois, se ele foi mesmo obra de seres inteligentes, por definição estes não gastariam tempo e esforço para construí-lo sem um motivo lógico. Seria, como sugere o texto egípcio, enviar “uma men­sagem do céu" para a Esfinge na Terra, uma "ordem" que os deuses acataram por ter vindo de um "Rosto" para outro Belo de Rosto?
Se era esse mesmo o propósito do "Rosto" de Marte, então seria na­tural esperar a presença de pirâmides por perto, como se vê em Gizé. Lá três excepcionais e singulares pirâmides, uma pequena e duas colossais, elevam-se em simetria umas com as outras e com a Esfinge. É, portanto, muito interessante o Dr. Avinsky ter discernido três verda­deiras pirâmides na área adjacente ao "Rosto" em Marte.
Como as amplas evidências apresentadas nos meus livros da série "Crônicas da Terra" indicam, as pirâmides de Gizé não foram obra de faraós, mas construções feitas pelos Anunnaki. Antes do dilúvio seu espaçoporto ficava na Mesopotâmia, em Sippar ("A Cidade dos Pássa­ros"). Depois que o dilúvio varreu a Terra, um novo espaçoporto foi construído na península do Sinai e foi preciso erigir duas montanhas artificiais, as duas grandes pirâmides de Gizé, para servirem como um dos marcos do início do Corredor de Aterrissagem cujo ápice ficava no monte Ararat, o acidente geográfico mais visível do Oriente Médio. Se essa também seria a função das pirâmides da área de Cydonia, em Marte, alguma correlação com o acidente geográfico mais notável daquele planeta na região, o monte Olimpo, poderá acabar sendo encontrada.
Quando o principal centro de mineração de ouro dos Anunnaki pas­sou a ser o situado nos Andes, e não mais o da África, o centro meta­lúrgico ficou localizado nas margens do lago Titicaca, na área onde atual­mente estão as minas de Tiahuanaco e Puma- Punku. As principais es­truturas de Tiahuanaco, ligadas ao lago por meio de canais era a "pi­râmide" que tem o nome de Akapana, uma grande estrutura em forma de monte construída para processar minérios, e o Kalasasaya, uma es­trutura quadrada e "oca", que servia para propósitos astro­nômicos e cuja orientação estava alinhada com os solstícios. Puma-Punku ficava situada bem na margem do lago e suas principais estruturas eram "recintos do ouro", construídos com imensos blocos de pedra e situa­dos ao longo de uma série de ancoradouros em ziguezague.
Anteriormente falei sobre outras formações singulares fotografadas pe­las câmeras da Viking na superfície de Marte. Entre elas, duas me parecem decididamente artificiais - e ambas parecem imitar estruturas en­contradas nas margens do lago Titicaca, nos Andes. Uma delas, semelhante ao Kalasasaya é a primeira formação a leste do "Rosto", um pouco ao norte do misterioso círculo escuro. Como indica uma ampliação dessa área, a parte sul que ainda permanece em pé consiste de duas muralhas distintas, perfeitamente retas, que se encontram num ângulo que parece agudo devido ao ângulo da fotogra­fia, mas que de fato é perfeitamente reto. A estrutura - que não pode­ria ser natural por mais que se tente forçar a imaginação - dá a im­pressão de ter sido destruída em sua parte norte por uma enorme pe­dra que caiu sobre ela em decorrência de uma catástrofe qual­quer.
A outra coisa que não pode ser produto da erosão natural é avistada diretamente ao sul do "Rosto", uma área de formações caóticas, algu­mas delas com lados impressionantemente retos. Separado do "Rosto" pelo que poderia ter sido um canal ou uma extensão de água natural - a opinião geral é que a área fica na margem de um antigo mar ou lago - o lado da formação que dá para ele não é reto, mas apresenta uma série de "recortes como os dentes de uma serra". Devemos ter em mente que todas essas fotos foram tiradas de uma alti­tude de cerca de 2 mil quilômetros. Então, o que observamos nelas po­de bem ter sido uma sucessão de grandes ancoradouros - exatamente como os encontrados em Puma- Punku.
As duas formações, que não podem ser explicadas por um jogo de luz e sombra, têm, assim, similaridades com as edificações encontra­das nas margens do lago Titicaca. Desse modo, elas não somente res­paldam minha teoria de que são restos de estruturas erigidas pelos mes­mos visitantes do espaço que vieram à Terra - os Anunnaki - como também oferecem uma hipótese para explicar seu propósito e possível função. Essa conclusão é ainda mais fortalecida pelas formações que podem ser vistas na área de Utopia: uma estrutura pentagonal (quadro NASA 086-A-07, ampliado) e uma "pista", perto do que alguns afir­mam ser indícios de mineração (quadro NASA 086-A-08).
Os espaçoportos dos Anunnaki na Terra, a julgar pelos registros su­mérios e egípcios, consistiam num Centro de Controle da Missão, Ra­diofaróis de Aproximação, um silo subterrâneo e uma planície cuja superfície plana natural servia como pista de decolagem e aterrissagem. O Centro de Controle e os Radiofaróis de Aproximação situavam-se a alguma distância do espaçoporto propriamente dito, onde ficava a pis­ta. Quando o espaçoporto foi reconstruído na península do Sinai, o Cen­tro de Controle da Missão passou a ser em Jerusalém e um dos Radio­faróis de Aproximação ficava em Gizé, no Egito. (O silo subterrâneo da península do Sinai está retratado em desenhos encontrados em tum­bas egípcias e foi destruído por armas nucleares em 2024 a.C.). Nos Andes, as linhas de Nazca, acredi­to, representam provas visuais do uso daquela planície árida e lisa co­mo pista para a aterrissagem e decolagem de ônibus espaciais. O inexplicável cruzamento das linhas na superfície de Marte, as chamadas "pis­tas", pode talvez ser um indício similar.
Existem também o que parecem ser pistas de verdade na superfície marciana. Do alto elas dão a impressão de serem marcas feitas com um estilete num linóleo de assoalho, sendo “arranhões" mais ou menos re­tos. Essas marcas têm sido explicadas como acidentes geológicos, fen­das naturais na superfície do planeta. Todavia, como se pode ver no quadro NASA 651-A-06, as "fendas", ou pistas, pare­cem sair de uma estrutura elevada, com forma geométrica de lados re­tos e o que poderiam ser ancoradouros em ziguezague de um lado ­estrutura esta agora praticamente soterrada por tempestades de areia ­para as margens do que antes evidentemente era um lago. Outras fotos aéreas mostram algumas pistas numa escarpa acima do gran­de cânion no Valles Marineris, perto do equador marciano. Essas linhas não apenas seguem os contornos do terreno como também se cru­zam num desenho que dificilmente poderia ser considerado natural.
Já foi dito que se uma nave espacial alienígena quisesse procurar si­nais de vida na Terra em áreas não populosas, o que denunciaria a pre­sença de habitantes em nosso planeta seriam as "marcas" que chamamos de "estradas" e os padrões retilíneos das regiões cultivadas. A pró­pria NASA forneceu indícios do que poderiam ser sinais de uma ativi­dade agrícola em Marte. O quadro 52-A-35 mostra uma série de sulcos paralelos que lembra uma área de cultivo em terraços - como as encontradas nas altas montanhas do Vale Sagrado do Peru. A legenda da foto escrita pelo Centro de Imprensa da NASA em Pasa­dena, na Califórnia, por ocasião de sua liberação ao público em 18 de agosto de 1976, dizia:

Marcas geométricas peculiares e tão regulares que parecem quase ar­tificiais podem ser vistas nesta fotos da superfície de Marte tiradas pelo orbiter da Viking 1 em 12 de agosto, de uma distância de 2.073 quilô­metros. Essas marcas, que seguem os contornos do terreno, ficam nu­ma depressão ou bacia pouco profunda, possivelmente formada por ero­são causada pelo vento. As marcas - que ocupam uma extensão de 1 quilômetro entre os dois picos adjacentes - são elevações baixas e va­les, e podem estar relacionadas com os mesmo processos de erosão.
Os contornos paralelos se assemelham muito com uma vista aérea de áreas com solo arado.

A similaridade da formação com um "campo de cultivo depois de arado" foi notada assim que se recebeu a foto, e o comentário de Mi­chael Carr, o chefe da equipe de imagens, foi: "Estamos conseguindo umas coisas estranhas, é tudo muito intrigante... é difícil se pensar nu­ma causa natural porque as trilhas são regulares demais". A localização delas não deveria nos surpreender: a região de Cydonia, onde ficam o "Rosto" e as outras formações enigmáticas.
Na região Elysium, onde alguns discernem as pirâmides de três la­dos, foram avistadas formações que parecem uma área com irrigação artificial. Os estudos científicos explicaram essas forma­ções, que alguns chamam de "padrão waffle" como "depósitos de água de degelo com canais de drenagem naturais", resultado de interações entre a atividade vulcânica e o gelo. Por outro lado, as formações são muito parecidas com indícios recentemente descobertos sobre as práti­cas agriculturais de antigas civilizações da América Central e América do Sul. Elas obtinham grandes colheitas em regiões com pouca chuva, mas com recursos substanciais de águas subterrâneas plantando em "ilhas" cercadas por canais de irrigação. Se não existissem tantas ou­tras formações enigmáticas na superfície de Marte, as complexas expli­cações sobre os processos naturais que possivelmente teriam causado o "padrão waffle" até poderiam ser aceitas. Porém, com tantas evidên­cias, existe base para se preferir ver nessas formações mais provas de atividades dentro dos moldes humanos no planeta Marte.
Como os Anunnaki contavam os planetas de nosso sistema solar de fora para dentro, para eles Marte era o sexto planeta e os sumérios o representavam de acordo, usando como seu símbolo uma estrela de seis pontas. (Para a Terra, o sétimo planeta, eles usavam uma estrela de sete pontas ou apenas sete pontinhos.) Utilizando esses símbolos como pis­tas, podemos agora nos dedicar ao exame de uma surpreendente figura suméria encontrada num selo cilíndrico. Ela mostra uma na­ve espacial com seus painéis solares e antenas estendidos, passando en­tre o sexto e sétimo planetas, isto é, entre a Terra e Marte. (Vemos que o símbolo de sete pontinhos está acompanhado pelo crescente, o sím­bolo da Lua.) Um Anunnaki alado segurando um instrumento (modo de representar os membros do corpo de astronautas), saúda um colega que obviamente está em Marte e usa um capacete ao qual estão conectados alguns equipamentos e que também segura um instrumento qual­quer. Eles parecem conversar, dizendo: "A nave espacial agora está in­do de Marte para a Terra". (O desenho de dois peixes sob a nave indica a casa zodiacal de Peixes).
Os arqueólogos descobriram muitas listas com nomes de planetas e estrelas em tábulas de argila dos sumérios, acadianos e babilônios. Co­mo de hábito, os nomes eram epítetos cujo significado transmitia infor­mações a respeito de pessoas ou objetos. Um dos epítetos para Marte era Simug, que quer dizer "ferreiro, o que funde metal", e honrava o deus Nergal, a quem o planeta era associado na época suméria. Filho de Enki, Nergal era o encarregado dos domínios africanos que incluíam as áreas de mineração de ouro. Marte também era chamado de UTU.KA.GAB.A, que significa "luz colocada no portão das águas", no­me que pode ser interpretado tanto como se referindo à posição do pla­neta em relação ao Cinturão de Asteróides que, segundo os textos astronômicos da Mesopotâmia, separava as Águas Superiores das Águas Inferiores, ou como a fonte de abastecimento de água que os astronau­tas necessitavam antes de enfrentarem a longa viagem para além dos mais inóspitos e perigosos planetas distantes, Saturno e Júpiter.
Mais interessantes ainda são as listas planetárias que relacionam os planetas na ordem em que os Anunnaki os encontrariam em sua via­gem espacial na direção da Terra. Marte também era chamado de MUL.APIN ("planeta onde se ajusta o curso correto"). É esse também o nome que ele tem numa impressionante tábula circular, que copiava nada mais nada menos do que um mapa da rota da viagem feita por Enlil, vindo do Nibiru para a Terra, mostrando graficamente uma "curva para a direita" em Marte.
O texto que mais esclarece o papel desempenhado por Marte, ou ins­talações nele construídas, nas viagens dos Anunnaki, é o que está nu­ma tábula assíria que descreve o festival de Akitu, evento emprestado das antigas tradições sumérias. Ele dá uma relação dos rituais e proce­dimentos simbólicos que deveriam ser seguidos durante os dez dias das cerimônias de Ano-Novo. Na Babilônia, a suprema deidade era Mar­duk, por ele ter conquistado a supremacia sobre os deuses primitivos. Essa transferência de supremacia foi a causa dos babilônios terem mu­dado o nome do "Planeta dos Deuses" - Nibiru em sumério - pas­sando a chamá-lo de Marduk.
As cerimônias do Akitu incluíam a reencenação das viagens feitas pe­los Anunnaki à Terra, feita por Marduk. A procissão religiosa seguia um caminho com várias estações simbolizando cada uma um planeta, e cada uma delas tinha um epíteto que expressava o papel por eles de­sempenhado, sua aparência ou características marcantes. A estação/pla­neta Marte era chamada de "o navio do viajante", e penso que isso sig­nifica que era nele que os astronautas e carga vindos de Nibiru eram transferidos para naves menores, nas quais eram trazidos à Terra (e vice-­versa). Essas idas e vindas a Marte não ocorriam a cada 3.600 anos (du­ração da órbita de Nibiru), mas dentro de uma programação mais fre­qüente. Ao aproximar-se da Terra, essas naves-transporte conectavam-­se com uma estação ou estações orbitais, que eram tripuladas pelos Igi­gi. A real aterrissagem e decolagem em nosso planeta era feita com na­ves bem menores, tipo ônibus espacial, que usavam como "pistas" pla­nícies naturais e alçavam vôo como aviões até conseguirem a potência necessária para subirem verticalmente.
Os cientistas que estão fazendo o planejamento para futuras viagens espaciais da humanidade prevêem quase a mesma seqüência de dife­rentes veículos para superar as restrições causadas pela gravidade da Terra, fazendo uso das estações orbitais e da menor gravidade da Lua e Marte. Novamente a ciência moderna está se aproximando do antigo conhecimento.
Marte, em alguma época de seu passado, abrigou uma estação espacial.
E mais, existem indícios que nos sugerem que essa antiga base foi rea­tivada - em nosso tempo, nestes nossos dias.


UM DESENHO QUE CHAMOU ATENÇÃO

Quando Huy, um vice-rei egípcio, morreu, sua tumba foi ornamenta­da com cenas de sua vida e de seu trabalho como governador da Núbia e do Sinai durante o reinado do famoso faraó Tutancâmon. Entre esses desenhos está o de um foguete espacial com o corpo dentro de um silo subterrâneo e seu ápice, o módulo do comando cônico, situado ao nível do solo, entre palmeiras e girafas.
O desenho, reproduzido em O 12º. Planeta ao lado de um pictograma sumério que designava os Anunnaki - uma nave espacial -, chamou a atenção de Stuart W. Greenwood, um engenheiro aeroespacial que na época fazia pesquisas para a NASA. Escrevendo na Ancient Skies (julho-­agosto de 1977), publicação da Sociedade dos Astronautas da Antigui­dade, ele relatou ter encontrado nos desenhos certos aspectos que indi­cam o conhecimento de uma tecnologia sofisticada e salientou em parti­cular quatro "características altamente sugestivas": (1) a "seção trans­versal do aerofólio em torno da base do foguete", que parece adequada para "as paredes de um duto usado para o desenvolvimento do empu­xo"; (2) a parte superior do foguete ao nível do solo, "que nos faz lem­brar de uma cápsula Gemini até mesmo na existência de escotilhas; (3) a extremidade rombuda e chamuscada da cápsula, como se tivesse sido queimada na reentrada na atmosfera; e (4) o espigão incomum no alto do corpo do foguete, parecido com os testados sem sucesso pela NASA com o objetivo de reduzir a resistência do arrasto da cápsula. No dese­nho ele dá a impressão de ser retrátil, o que poderia resolver o problema de seu superaquecimento, que a NASA não conseguiu superar.
Greenwood estimou que "se as localizações relativas da cabeça e cor­po do foguete mostradas no desenho são as mesmas que existiam na ope­ração dentro da atmosfera terrestre, a onda de choque inclinada, causa­da pelo empuxo e saindo da ponta do nariz do foguete, tocaria o "lábio" do duto a uma velocidade de Mach-3, ou seja, três vezes a velocidade do som.
Descoberta do Novo Planeta

Já há algum tempo, os astrônomos que sempre se intrigaram com perturbações na órbita de Netuno e Saturno passaram a cogitar sobre a possibilidade da existência de outro planeta em nosso sistema solar, muito mais afastado do Sol do que todos os outros. Eles o chamam de planeta X, o que significa tanto "desconhecido" como "décimo". Em meu livro O 12º. Planeta ficou explicado que o planeta X e Nibiru são a mesma coisa, pois os sumérios consideravam o sistema solar co­mo constituído de doze membros: O sol, a Lua, os nove planetas que conhecemos e mais um outro, o décimo segundo - o Invasor, Marduk ou Nibiru.
Devemos ter em mente que foram perturbações na órbita de Urano que levaram à descoberta de Netuno e as na de Netuno que levaram à descoberta de Plutão, em 1930. Em 1972, quando trabalhava na antecipação da trajetória do cometa de Halley, Joseph L. Brady, do La­boratório Lawrence Livermore, na Califórnia, descobriu que a órbita do cometa de Halley também apresentava perturbações. Seus cálculos o levaram a sugerir a existência do planeta X a uma distância de 64 UA (unidades astronômicas), com um período orbital de 1.800 anos terrestres. Uma vez que Brady, como todos os astrônomos que procuram o planeta X, parte da hipótese de que ele orbita o sol como todos os outros membros do sistema, ele mede a distância entre o planeta X e o Sol considerando a metade de seu eixo maior. No entanto, segundo os textos sumérios, Nibiru orbita como um cometa, ficando o Sol num dos focos de sua elipse orbital, de modo que a distância a ser considerada deveria ser quase todo o eixo maior e não apenas sua metade. O fato de Nibiru estar voltando para seu perigeu poderia explicar o fato de a órbita cal­culada por Brady ser exatamente a metade da órbita de 3.600 anos terrestres que os sumérios registraram para Nibiru?
Brady chegou a outras conclusões que se mostraram em significativo acordo com os dados sumérios: o planeta X tem uma órbita retrógrada e ele não está na eclíptica ou faixa orbital ocupada por todos os outros planetas (exceto Plutão), mas inclinada em relação a ela.
Por algum tempo os astrônomos imaginaram que Plutão poderia ser a causa das perturbações nas órbitas de Urano e Netuno. Porém, em Junho de 1978, James W. Christie, do Observatório Naval dos Estados Unidos, em Washington, d.C. descobriu que Plutão tem uma lua (que ele chamou de Caronte) e é muito menor do que se imaginava. Isso eliminou esse planeta como a causa das perturbações. Além disso, a órbita de Caronte também revelou que Plutão, como Urano, está deita­do de lado. Esse fato e sua estranha órbita fortaleceram a suspeita de que uma força única externa - um Invasor - tombou Urano, deslocou e tombou Plutão, e fez Tritão (lua de Netuno) ficar com uma órbi­ta retrógrada.
Intrigados com essas descobertas, dois colegas de Christie no Obser­vatório Naval, Robert S. Harrington (que colaborou com Christie na descoberta de Caronte) e Thomas C. Van Flandern, concluíram depois de uma série de simulações em computador que tem de haver um In­vasor, um planeta com duas e cinco vezes o tamanho da Terra, com uma órbita inclinada em relação à eclíptica, com um semi-eixo de "menos de 100 UA (Icarus, vol. 39, 1979). Esse foi mais um passo da ciên­cia moderna na confirmação da antiga sabedoria. O conceito de um intruso como o causador de todas as estranhezas no sistema solar está de acordo com os textos sumérios que falam de Nibiru. E a distância de 100 UA, se dobrada devido à posição focal do Sol, colocaria o plane­ta X mais ou menos onde os sumérios o localizaram.
Em 1981, em posse de dados fornecidos pela Pioneer 10 e Pioneer 11, e pelas Voyager que estudaram Júpiter e Saturno, Van Flandern e quatro de seus colegas do Observatório Naval reestudaram as órbitas desses planetas e também da dos dois exteriores. Dirigindo-se à Socie­dade Astronômica Americana, Van Flandern apresentou novas evidên­cias baseadas em complexas equações gravitacionais, indicando que um corpo celeste com pelo menos o dobro do tamanho da Terra orbita o Sol a uma distância de no mínimo 2,4 bilhões de quilômetros além de Plutão, possuindo um período orbital de no mínimo 1 mil anos terres­tres. O The Detroit News de 16 de janeiro de 1981 publicou a notícia em sua primeira página, acompanhada do desenho sumério do sistema solar, emprestado de O 12º. Planeta, e um resumo da principal tese de meu livro.
A NASA juntou-se à busca pelo planeta X, sob a direção de John D. Anderson, do Laboratório de Jato Propulsão, que na época fazia os testes de mecânica celeste para as sondas Pioneer. Num comunicado emitido pelo seu Centro de Pesquisas Ames, em 17 de junho de 1982, com o título "As Pioneer Podem Encontrar o Décimo Planeta", a NA­SA revelou que as duas espaçonaves estavam projetadas para se envol­verem na procura pelo planeta X. "As persistentes irregularidades das órbitas de Urano e Netuno sugerem fortemente que existe mesmo al­gum tipo de astro misterioso muito além dos planetas mais exteriores", disse o comunicado. Como as Pioneer estavam viajando em direções opostas, elas seriam capazes de determinar a distância em que se en­contrava aquele corpo celeste. Se uma delas detectasse uma atração mais forte, seria um indício de que o corpo misterioso ficava perto da Terra e tinha de ser um planeta. Se ambas detectassem a mesma atração, sig­nificaria que o corpo tinha de estar entre 80 e 160 bilhões de quilôme­tros de distância da Terra e poderia ser uma outra "estrela escura" ou "anã marrom", mas nunca um outro membro do sistema solar.
Em setembro daquele ano, 1982, o Observatório Naval confirmou que estava "seriamente empenhado" na procura pelo planeta X. O Dr. Harrington disse que agora a sua equipe “concentrava-se numa pequena porção do céu" e acrescentou que àquela altura a conclusão era de que o planeta “movia-se muito mais devagar do que qualquer outro que conhecemos".
(Acho que nem preciso dizer que esses astrônomos que lideravam a procura pelo planeta X logo receberam longas cartas minhas, acompa­nhadas de exemplares de O 12º. Planeta. Suas cartas em resposta fo­ram igualmente longas e detalhadas, e também muito delicadas.)
A transformação da procura pelo planeta X de um estudo acadêmico para uma pesquisa envolvendo o Observatório Naval (entidade da Ma­rinha dos Estados Unidos) e supervisionada pela NASA, ocorreu simultaneamente com a intensificação do uso de naves tripuladas na busca pelo astro misterioso. É sabido que em várias missões secretas dos ôni­bus espaciais estes levaram telescópios para observar o espaço mais dis­tante e que os cosmonautas da Salyut também estiveram envolvidos na procura pelo planeta X.
No meio da infinidade de pontinhos brilhantes que vemos no céu, distinguimos os planetas (e também cometas e asteróides) das estrelas fixas e galáxias porque eles se movem. A técnica empregada para captar esse movimento é fotografar várias vezes a mesma porção do céu e depois "piscar" as fotos num projetor de comparação. Isso revela a um olho treinado se algum dos pontinhos de luz mudou de posição. É claro que esse método não poderá funcionar bem para o planeta X se ele está tão distante como se afirma e move-se com grande lentidão.
Quando foi anunciado em junho de 1982 qual seria o papel desem­penhado pelas Pioneer na busca pelo planeta X, o próprio John Ander­son, num comentário para a Sociedade Planetária, deixou claro que, apesar das respostas que possivelmente seriam fornecidas pelas sondas, o enigma do planeta desconhecido talvez só seria solucionado por uma "investigação da vizinhança solar com raios infravermelhos", como parte de um "levantamento topográfico de todo o céu a ser feito pelo Observatório Astronômico Infravermelho (IRAS)". Esse aparelho, ele expli­cou, "será sensível ao calor acumulado dentro dos corpos subestela­res" - um calor que vagarosamente vai se perdendo no espaço sob a forma de radiação infravermelha.
O IRAS foi colocado numa órbita a 915 quilômetros da Terra, no final de janeiro de 1983, como parte de uma ação conjunta americana, britânica e holandesa. Esperava-se que ele fosse capaz de perceber a presença de um planeta até do tamanho de Júpiter a uma distância de 277 UA. Antes do IRAS esgotar o hélio líquido que o resfriava, ele observou cerca de 250 mil corpos celestes, como galáxias, estrelas, nuvens de poeira interestelar, poeira cósmica, asteróides, cometas e plane­tas. Numa reportagem sobre o satélite e sua missão, o The New York Times, de 30 de janeiro de 1983, usou a manchete: ESQUENTAM AS PIS­TAS NA PROCURA PELO PLANETA X. O texto citava o astrônomo Ray T. Reynolds, que teria dito: "Os astrônomos têm tanta certeza da existên­cia do décimo planeta que pensam que nada mais resta senão dar-lhe um nome".
Teria o IRAS encontrado o décimo planeta?
Embora os especialistas afirmem que levarão anos para "peneirar” e "piscar" as mais de 600 mil imagens enviadas pelo IRAS em seus dez meses de operação, a resposta oficial para a grande pergunta é: "Não, não foi encontrado um décimo planeta".
Todavia, essa resposta, para usar uma expressão delicada, não é correta.
Tendo esquadrinhado cada porção do céu pelo menos duas vezes, o IRAS possibilitou o emprego da técnica de "piscar" imagens e, ao con­trário da impressão que foi transmitida ao público, descobriram-se cor­pos em movimento, entre eles cinco cometas antes desconhecidos, vários cometas "perdidos" pelos astrônomos, quatro novos asteróides e um enigmático objeto parecido com um cometa.
Seria talvez o planeta X?
Apesar das negativas oficiais, houve o vazamento de uma revelação no final do ano, por ocasião de uma entrevista exclusiva feita por Tho­mas O'Toole, da seção de ciência do Washington Post, com os cientistas do projeto IRAS. A reportagem, que não foi muito comentada - hou­ve um certo tipo de censura -, também apareceu em outros jornais do país, com manchetes como OBJETO GIGANTE SURPREENDE ASTRÔ­NOMOS, CORPO MISTERIOSO ENCONTRADO NO ESPAÇO ou UM GIGAN­TESCO OBJETO NA BORDA DO SISTEMA SOLAR É MISTÉRIO.
O parágrafo de abertura da entrevista exclusiva começa assim:

Washington: Um corpo celeste, possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e talvez tão próximo da Terra que po­deria ser parte de nosso sistema solar, foi encontrado na direção da constelação Órion por um telescópio orbital chamado Observatório Astronômico Infravermelho (IRAS).
Trata-se de um misterioso objeto que os astrônomos não sabem dizer se é um planeta, um cometa gigantesco, uma galáxia distan­te, tão jovem que ainda está no processo de formar suas primeiras estrelas, ou uma galáxia tão encoberta por poeira cósmica que por ela não passa luz das estrelas.
"Tudo o que posso lhe dizer é que não sabemos o que é isso", disse Gerry Neugebauer, o principal cientista do IRAS.
Seria esse objeto um planeta - um outro membro de nosso sistema solar? Essa possibilidade parece ter ocorrido à NASA. Ainda segundo o Washington Post:

Quando os cientistas do IRAS viram o corpo misterioso pela pri­meira vez e calcularam que ele estaria a apenas 80 bilhões de qui­lômetros, houve alguma especulação sobre se ele estaria vindo na direção da Terra.

O "corpo misterioso", ainda de acordo com a reportagem, "foi visto duas vezes pelo IRAS". A segunda observação aconteceu seis meses depois da primeira e sugeriu que o corpo mal se movera do local anterior. "Isso sugere que não se trata de um cometa porque um cometa não seria tão grande como observamos e provavelmente teria se movi­mentado", disse James Houck, do Centro Cornell de Radiofísica e Pes­quisa Espacial, membro da equipe do IRAS.
Se o objeto observado não era um cometa, poderia ser um planeta lento e muito distante?
Segundo o Washington Post: "É bem concebível que ele seja o déci­mo planeta que os astrônomos têm procurado em vão".
E então, o que o IRAS descobriu? Perguntei ao Departamento de Informação Pública do Laboratório para Propulsão a Jato, JPL, em fe­vereiro de 1984. A resposta que recebi foi:

O cientista citado nas reportagens da imprensa usou uma declara­ção refletindo sua falta de dados mais concretos sobre o objeto vis­to pelo IRAS.
Falando de forma verdadeiramente científica, ele acrescentou com cautela que se o objeto estivesse próximo teria de ter o tamanho de Netuno. E, se distante, o de uma galáxia.
Então desapareceu a comparação com o tamanho de Júpiter. Agora falava-se de um planeta do tamanho de Netuno "se o objeto estivesse próximo" - e o de uma "galáxia"(!), se distante.
Teria o IRAS localizado o décimo planeta por meio de seus sensores de calor? Muitos astrônomos acreditam que sim. Como exemplo, cita­rei William Gutsch, presidente do Museu Americano Planetário Hay­den, de Nova York, e editor de ciência da WABC-TV. Escrevendo so­bre as descobertas do IRAS em sua coluna "Skywatch", publicada em vários jornais do país, ele falou: "Um décimo planeta já pode ter sido localizado e até mesmo catalogado", embora não tivesse sido visto com telescópios ópticos.
Teria sido essa a conclusão à qual a Casa Branca chegou, como de­monstra a evolução nas relações entre as superpotências a partir de 1983 e as repetidas "hipotéticas" declarações de seus líderes a respeito de alienígenas vindos do espaço sideral?
Quando ficou determinada a existência de Plutão, em 1930, esse feito foi recebido como uma grande descoberta astronômica e Científica, mas não houve nenhuma comoção mundial. Seria de se esperar uma mes­ma atitude diante da descoberta do planeta X. Todavia, ela certamente não poderá ser a mesma se o planeta X e Nibiru forem uma coisa só, pois, se Nibiru existe, então os sumérios também estavam certos a res­peito dos Anunnaki.
Se o planeta X existe, não estamos sós no sistema solar e as implicações para a humanidade, suas sociedades, divisões nacionais e corridas ar­mamentistas serão tão profundas que o presidente americano estava certo ao pedir o fim do confronto entre as superpotências da Terra e coope­ração no espaço.
A forte indicação de que aquilo que o IRAS localizou não era "uma galáxia distante", mas um "planeta do tamanho de Netuno", está sen­do comprovada pela intensificação nos esforços para se esquadrinhar certas partes do céu com telescópios óticos e pela ênfase em centralizar as buscas no hemisfério Sul.
No mesmo dia em que foi publicada a reportagem do Washington Post, a NASA anunciou ao público que começara uma varredura óptica de nove "fontes misteriosas" de radiação infravermelha. Segundo o co­municado, o propósito dessa pesquisa era encontrar esses "corpos não identificados em partes do céu onde não existe uma fonte óbvia de ra­diação, tal como uma galáxia distante ou uma grande concentração de estrelas". Isso seria feito com os "telescópios mais poderosos do mun­do", dois deles - um gigantesco e um menor - situados no monte Palomar, na Califórnia, e um extremamente poderoso instalado em Cerro Tololo, nos Andes chilenos, e mais "todos os outros telescópios impor­tantes do mundo", inclusive o situado no monte Mauna Kea, no Havaí.
Na busca óptica pelo planeta X, os astrônomos estão levando em conta os comentários de Clyde Tombaugh, o descobridor de Plutão, que por mais de uma década, depois desse feito, procurou em vão por um déci­mo planeta. Ele concluiu que esse planeta tem "uma órbita inclinada e muito elíptica, e agora está distante do sol". Outro famoso astrôno­mo, Charles T. Kowal, descobridor de vários cometas e asteróides, in­clusive Chiron, concluiu que não existe nenhum planeta na faixa celes­te compreendida entre 15 graus acima e 15 graus abaixo da eclíptica. Mas, como seus cálculos o convenceram de que existe mesmo esse dé­cimo planeta, Kowal sugeriu que a procura por ele deverá se concentrar numa inclinação de 30 graus em relação à eclíptica.
Por volta de 1985 muitos astrônomos se interessaram pela "teoria Nêmesis", proposta por Walter Alvarez, da Universidade da Califór­nia, em Berkeley, e pelo seu pai, o físico laureado com o Prêmio No­bel, Luis Alvarez. Notando uma regularidade nas extinções de espé­cies na Terra (inclusive os dinossauros), eles apresentaram a teoria de que uma "estrela da morte" ou um planeta com uma órbita elíptica imensa e muito inclinada, periodicamente, lança uma chuva de come­tas que causa morte e destruição no interior do sistema solar, atingindo também a Terra. Porém, quanto mais os astrônomos e astrofísicos (co­mo Daniel Whitmire e John Matese, da Universidade da Luisiana) ana­lisaram as possibilidades, mais se convenceram da existência de um pla­neta X, e não de uma "estrela da morte". Depois de trabalhar com Thomas Chester, chefe da equipe de dados do IRAS, na seleção das transmissões em infravermelho, Daniel Whitmire anunciou, em maio de 1985: "Existe uma possibilidade de que a presença do planeta X já tenha sido registrada e que ele será descoberto a qualquer momen­to". Jordin Kare, físico do Laboratório Lawrence Berkeley, sugeriu que o telescópio Schmidt, da Austrália, seja usado acoplado com um siste­ma de varredura por computador, denominado Star Cruncher, para es­quadrinhar o céu do hemisfério Sul. Como disse Daniel Whitmire, se o planeta X não for localizado nessa região, "os astrônomos possivel­mente terão de esperar pelo ano 2.600 para avistá-lo quando ele cruzar a eclíptica”.
Enquanto isso, as duas sondas Pioneer estavam avançando em dire­ções opostas para além do reino dos planetas conhecidos, transmitindo obedientemente as observações de seus sensores. O que elas contaram sobre o planeta X? Em 25 de junho de 1987, a NASA emitiu um co­municado à imprensa com o título: "Cientistas da NASA Acreditam Que Deve Existir um Décimo Planeta", baseado em dados apresenta­dos numa entrevista coletiva com John Anderson, que falou sobre as observações das Pioneer. Ele relatou que as sondas não tinham encon­trado nada de especial e explicou que essa era uma boa notícia, pois eliminava de uma vez por todas a possibilidade das perturbações dos planetas exteriores serem causadas por uma "estrela escura" ou "anã marrom". Como as perturbações continuavam, apesar de os dados terem sido verificados e confirmados, não restavam mais dúvidas sobre elas. De fato, tinha-se chegado à conclusão de que as perturbações eram mais pronunciadas há um século, quando Urano e Netuno estavam atrás do Sol. Isso, disse o Dr. Anderson, o levou a concluir que o planeta X existe realmente, que ele tem cerca de cinco vezes o tamanho da Ter­ra e sua órbita é mais inclinada do que a de Plutão.
Comentando a entrevista coletiva, a Newsweek (13 de julho de 1987) reportou: "A NASA convocou uma entrevista coletiva para fazer um anúncio bastante estranho: um excêntrico décimo planeta pode estar - ou não - orbitando o Sol". No entanto, a revista não esclareceu que os jornalistas foram convidados pelo Laboratório de Propulsão a Jato, o Centro de Pesquisas Ames e a sede da NASA em Washington, o que significa que aquilo que foi tornado público tinha o carimbo de apro­vação das mais altas autoridades espaciais. A mensagem mais impor­tante a ser transmitida ficou escondida no comentário final do Dr. An­derson. Perguntado quando seria encontrado o planeta X, ele respon­deu: "Eu não me surpreenderei se ele for encontrado daqui a cem anos ou talvez nunca... e não me surpreenderei se for encontrado na semana que vem.
Foi esse o motivo para a convocação da entrevista coletiva com o be­neplácito das três agências da NASA. Essa era a novidade.

Está bem claro, com base em todos esses acontecimentos, que seja qual for o encarregado da procura pelo planeta X ele tem certeza de que o planeta está lá, mas ainda precisa ser observado "à moda antiga", ou seja, visualmente, por meio de telescópios, antes de sua posi­ção e órbita exatas serem calculadas. É importante notar que desde 1984, depois da enigmática revelação do IRAS, houve uma correria para se construir novos telescópios ou modernizar os antigos, tanto por parte dos Estados Unidos e União Soviética como da Europa. Os telescópios situados no hemisfério Sul foram os que receberam maior atenção. Na França, por exemplo, o Observatório de Paris constituiu uma equipe especial para procurar o planeta X e um telescópio de nova tecnologia (NTI) foi posto em funcionamento pelo Observatório Meridional Eu­ropeu em Cerro La Silla, no Chile. Na mesma época, as duas superpo­tências dirigiram sua atenção para o espaço sideral, empenhadas na mes­ma busca. Sabe-se que em 1987 os soviéticos equiparam sua estação Mir com vários telescópios poderosos quando conectaram a ela um "mó­dulo de ciência", o Kvant descrito como uma "instalação científica de alta energia". Quatro dos telescópios, como transpirou, ficariam observando o céu do hemisfério Sul. A NASA já decidira colocar em órbita o mais poderoso telescópio espacial do mundo, o Hubble, quando o aci­dente com a Challenger, em 1986, praticamente paralisou todo o pro­grama espacial americano. Há motivos para se acreditar que a expecta­tiva de se descobrir o planeta X em pouco tempo, revelada na entrevis­ta coletiva de junho de 1987, baseava-se na idéia de que o Hubble seria colocado em órbita naquela época. (Mas isso só aconteceu no início de 1990.)
No entanto, a procura mais sistemática e cada vez mais precisa pelo planeta X a partir da Terra continuava a ser a do Observatório Naval dos Estados Unidos. Uma série de artigos abrangentes publicados em revistas científicas por volta de 1988 reafirmou os cálculos das pertur­bações planetárias e a convicção de importantes astrônomos sobre a exis­tência desse outro planeta. A essa altura, muitos cientistas já estavam apoiando a tese do Dr. Anderson de que o planeta está inclinado 30 graus em relação à eclíptica, tem uma órbita cujo semi-eixo maior mede cer­ca de 101 UA (portanto, o eixo maior completo mede mais de 200 UA) e sua massa é provavelmente quatro vezes maior do que a da Terra.
Possuindo uma órbita parecida com a do cometa de Halley, o planeta X passa uma pequena parte de seu período orbital acima da eclíptica (céu do hemisfério Norte) e a maior parte dele abaixo dela (céu do hemisfério Sul). Cada vez mais a equipe do Observatório Naval foi se con­vencendo de que a procura pelo planeta X atualmente deverá se cen­trar no hemisfério Sul, a uma distância 2,5 vezes maior do que a em que hoje se encontram Netuno e Plutão. O Dr. Harrington apresentou suas últimas descobertas num trabalho publicado no The Astronomical Journal (outubro de 1988), intitulado "A Localização do Planeta X", no qual havia uma ilustração mostrando qual seria a posição atual do planeta X, que valeria tanto para o hemisfério Sul como para o Norte. No entanto, depois da publicação do artigo, dados enviados pela Voya­ger 2, que tinha voado para Urano e Netuno, e acabara de detectar per­turbações - minúsculas, mas perceptíveis - em suas órbitas, tiraram da mente do Dr. Harrington qualquer dúvida de que o planeta agora deve estar no céu do hemisfério Sul.
Enviando-me uma cópia de seu artigo, o Dr. Harrington escreveu junto ao que seria o hemisfério Norte no desenho: "Não consistente com Ne­tuno" e perto da região Sul do céu: "Melhor área agora".
Em 16 de janeiro de 1990, o Dr. Harrington comunicou à Sociedade Astronômica Americana durante uma reunião em Arlington, Estado da Virgínia, que o Observatório Naval estava concentrando a procura pelo décimo planeta nos céus meridionais e anunciou o envio de uma equi­pe de astrônomos para o Observatório Astronômico Black Birch, na Nova Zelândia. Os dados da Voyager 2, ele revelou, agora estavam le­vando sua equipe a acreditar que o décimo planeta é cerca de cinco vezes maior do que a Terra e fica três vezes mais distante do Sol do que Netuno ou Plutão.
Esse desenrolar dos acontecimentos é entusiasmante, primeiro por estar trazendo a ciência moderna à beira de anunciar o que os sumérios sabiam há tanto tempo - que existe mais um planeta em nosso sistema solar - e, segundo, por confirmar os dados fornecidos nos textos anti­gos sobre a órbita e o tamanho desse planeta.
A astronomia suméria visualizava o firmamento que envolvia a Terra dividido em três faixas ou "vias". A faixa central era a "Via de Anu", assim chamada em homenagem ao governante supremo de Nibiru, e ela se estendia entre 30 graus norte e 30 graus sul. Acima dela ficava a "Via de Enlil" e abaixo a "Via de Ea/Enki". Essa divisão nunca pareceu fazer sentido para os astrônomos modernos que estuda­ram os textos sumérios. A única explicação que consegui encontrar pa­ra ela foi a referência que os textos mesopotâmicos fazem à órbita de Nibiru/Marduk quando ele se tomou visível para os que estavam na Terra:

Planeta Marduk:
Em seu aparecimento: Mercúrio.
Elevando-se 30 graus no arco celestial: Júpiter.
Quando parado no local da Batalha Celeste: Nibiru.

Essas instruções para se observar o planeta que estava para chegar referem-se claramente a sua progressão de um alinhamento com Mercú­rio para um alinhamento com Júpiter por meio de uma elevação de 30 graus. Isso só poderia acontecer se a órbita de Nibiru fosse inclinada 30 graus em relação à eclíptica. Aparecendo a 30 graus acima da eclíptica e desaparecendo a 30 graus abaixo dela (estando o observador na Meso­potâmia), o planeta percorreria a "Via de Anu", uma faixa imaginária que se estende de 30 graus acima do equador até 30 graus abaixo dele.
O paralelo 30 norte, como foi salientado em The Stairway to Heaven, era uma "linha sagrada", ao longo da qual ficavam localizados o espa­çoporto na península do Sinai, as grandes pirâmides de Gizé e o olhar da Esfinge. Parece plausível que o alinhamento tinha alguma relação com a posição de Nibiru - 30 graus no céu setentrional - quando atingia o periélio de sua órbita. Concluindo que a inclinação do planeta X pode ser de 30 graus (bastante grande) os astrônomos modernos es­tão confirmando os dados sumérios.
Está também confirmando esses dados a crescente aceitação de que o planeta X está chegando vindo do sudeste, da direção da constelação Centauro. Atualmente vemos lá a constelação zodiacal Libra, mas na época bíblica/babilônica, esse lugar era ocupado por Sagitário. Um texto mesopotâmico citado por R.Campbell Thompson, em Reports of the Magicians and Astronomers of Nineveh and Babylon, descreve os movi­mentos do planeta que se aproxima quando ele faz uma curva em torno de Júpiter para chegar ao lugar da Batalha Celeste, no Cinturão de As­teróides, o "Local da Travessia" (daí o nome Nibiru).

Quando a partir da estação de Júpiter,
o planeta passar na direção oeste,
haverá um tempo de viver em segurança...
Quando a partir da estação de Júpiter
o planeta aumentar em brilho
e no zodíaco de Câncer se tomará Nibiru,
Acad transbordará de abundância.

Pode ser ilustrado com facilidade, pois, quando o periélio do planeta estava em Câncer, seu primeiro aparecimento tinha de ocor­rer na direção de Sagitário. A este respeito é pertinente citar os versos do Livro de Jó, da Bíblia, que descrevem o aparecimento do Senhor Celeste e seu retorno a sua morada longínqua:

Sozinho ele desdobra-se pelos céus
e caminha sobre as mais longínquas profundezas.
Chega na Ursa Maior, Órion e Sírius
e constelações do sul...

Mostra seu sorriso em Touro e Áries;
de Touro a Sagitário caminhará.

Esses versos não falam apenas da chegada de um planeta que vem do sudeste (e sua subseqüente volta para lá). Eles também descrevem uma órbita retrógrada.
Se existem extraterrestres, os terráqueos devem entrar em contato com eles? Se os extraterrestres são capazes de viajar pelo espaço e chegar à Terra, serão benignos ou, como H.G. Wells imaginou em A Guerra dos Mundos, eles virão para destruir, conquistar, aniquilar?
Quando a Pioneer 10 foi lançada em 1971, ela levava em seu interior uma placa gravada, cuja intenção era explicar aos extraterrestres que talvez a encontrassem, ou seus restos, de onde a sonda tinha vindo e quem a mandara. Quando as Voyager foram lançadas em 1977, eles tam­bém levavam um disco de ouro com gravuras similares, uma mensa­gem digital codificada e um disco com mensagens nas vozes do secretá­rio das Nações Unidas e delegados de treze países. "Se os habitantes de outros mundos possuírem a tecnologia para interceptarem esses dis­cos, eles serão capazes de tocá-los", disse Timothy Ferris, da NASA, dirigindo-se às Nações Unidas.
Nem todos concordaram com essa idéia. Na Grã-Bretanha, o astrô­nomo real, Sir Martin Ryle, condenou qualquer tentativa de os terrá­queos tornarem sua existência conhecida. Ele falou de sua preocupa­ção com a possibilidade de outra civilização ver a Terra e seus habitan­tes como uma tentadora fonte de minerais, alimentos e escravos. No entanto, Sir Martin foi criticado por dar pouca atenção ao que os humanos poderiam ganhar com esse contato e por criar temores desne­cessários. "Dado à imensidade do espaço", escreveu o The New York Times num editorial, "é pouco provável existirem seres inteligentes a menos de centenas ou milhares de anos-luz de nós.”
Todavia, como indica a cronologia das descobertas e evolução das re­lações entre as superpotências, houve uma conscientização, por ocasião da primeira reunião de cúpula Reagan-Gorbachev, de três fatos. Pri­meiro: esses seres inteligentes estão muito mais próximos de nós do que se afirma; segundo: realmente existe mais um planeta em nosso siste­ma solar, que na Antiguidade era conhecido como Nibiru; e terceiro: os antigos sabiam que ele não era um planeta sem vida, como os que conhecemos, mas sim um mundo habitado por seres muito mais avan­çados do que nós.
Algum tempo depois do primeiro encontro Reagan-Gorbachev de 1985, sem estardalhaço ou grandes comunicações à imprensa, os Esta­dos Unidos constituíram um "grupo de trabalho" com cientistas, especialistas em legislação e diplomatas, que deveriam se reunir com re­presentantes da NASA e funcionários de outras agências governamen­tais para conversarem sobre o tema "extraterrestres". O comitê, que incluía representantes dos Estados Unidos, União Soviética e várias ou­tras nações, conduziu seus trabalhos em coordenação com a Seção de Tecnologia Avançada do Departamento de Estado.
Qual seria a hipótese que o comitê deveria considerar? A teoria de que deve haver extraterrestres a milhares de anos-luz daqui ou se deve­mos ou não sair à procura deles com base na hipótese de sua existên­cia. A tarefa apresentada a ele foi muito mais urgente e assustadora: O que deverá ser feito assim que a existência de extraterrestres for constatada?
Pouco se sabe sobre as deliberações desse comitê, mas pelo que pôde ser captado aqui e ali nos vazamentos de informações que não puderam ser evitados, está claro que sua principal preocupação foi como manter um controle firme sobre os contatos com extraterrestres e impedir uma revelação não autorizada, prematura e prejudicial do fato. Por quanto tempo a informação deverá ser mantida em segredo? Como ela deverá ser levada ao conhecimento público? Quem ficará encarregado de res­ponder a enxurrada de perguntas que certamente virá e o que deverá ser dito?
Em abril de 1989, logo após o incidente com a Phobos 2 em Marte, esse comitê apresentou um documento com uma série de diretrizes, in­titulado: Declaração de Princípios a Respeito de Atividades que se Se­guirão à Detecção de Inteligência Extraterrestre. O documento tem dez cláusulas e um anexo, e está claro que seu principal objetivo é a manu­tenção do controle por parte de certas autoridades sobre as notícias de­pois da "detecção de inteligência extraterrestre".
A declaração de princípios estabeleceu diretrizes que procurarão mi­nimizar, como disseram alguns dos que colaboraram estreitamente na elaboração do documento, "uma possível reação de pânico diante do primeiro indício de que a humanidade não está só no Universo". A de­claração abre-se com a afirmação de que “nós, as instituições e os indi­víduos que participam da busca por inteligência extraterrestre, reconhecendo que ela é parte integrante da exploração espacial e está sendo feita com propósitos pacíficos e no interesse comum de toda a humani­dade", rogamos a todos os participantes "a observarem os seguintes prin­cípios ao divulgar informações sobre a detecção de inteligência extra­terrestre".
Esses princípios deverão ser seguidos por "qualquer indivíduo, ins­tituição pública ou privada de pesquisas, agência governamental que acredite ter detectado qualquer sinal de inteligência extraterrestre ou outros indícios de sua existência". Eles proíbem o "descobridor" des­sas evidências de "anunciar ao público que foram detectados indícios de inteligência extraterrestre" sem primeiro informar prontamente os que assinam a declaração, de modo que possa "ser formada uma rede para permitir a monitorização contínua do sinal ou fenômeno".
O documento passa então a falar sobre os procedimentos que deve­rão ser seguidos na avaliação, registro e proteção dos sinais e freqüên­cias onde foram captados. E, na cláusula 8, proíbe uma resposta não autorizada:

Nenhuma resposta para um sinal ou indício de inteligência ex­traterrestre deverá ser enviada antes de terem sido feitas as consul­tas internacionais adequadas. Os procedimentos para essas consul­tas serão tema de um acordo ou declaração em separado.

O grupo de trabalho levou em consideração a possibilidade do "si­nal" não ser apenas uma indicação de sua origem extraterrestre, mas uma "mensagem", que talvez precise ser decodificada, e partiu da hipótese de que os cientistas não terão mais do que um dia para decodifica-­la antes que a notícia corra, espalhando boatos e tomando a situação incontrolável. Ele previu também uma grande pressão por parte dos meios de comunicação, "políticos" e públicos em geral em busca de um anúncio autorizado e tranqüilizador.
Por que deveria haver um pandemônio e pânico generalizado, se, di­gamos, as autoridades anunciassem a possibilidade da existência de vi­da inteligente em algum sistema solar a centenas de anos-luz da Terra? Se o comitê estava pensando, por exemplo, que um sinal desse tipo po­deria vir do primeiro organismo estelar que a Voyager talvez venha a encontrar depois de sair do nosso sistema solar, devia saber que esse possível encontro só se dará daqui a 40 mil anos! Com toda a certeza, não foi essa hipótese que preocupou o grupo de trabalho.
Está claro, então, que os princípios foram elaborados em antecipação de uma mensagem ou fenômeno vindo de muito mais perto de nós, de dentro de nosso próprio sistema solar. De fato, a base legal para es­ses princípios, invocada pela declaração, é o tratado das Nações Uni­das, que rege as atividades dos vários Estados na "exploração e uso" da Lua e outros corpos celestes do sistema solar. Por isso, segundo a declaração, o secretário das Nações Unidas também deverá ser notifi­cado do acontecido logo depois de os governos terem sido informados e tiverem tido a oportunidade de examinar as evidências e decidir o que fazer a respeito.
Procurando tranqüilizar as várias entidades astronômicas que "de­monstraram interesse e têm se envolvido na questão da existência de in­teligência extraterrestre", de que a descoberta não se tornará um as­sunto puramente político ou nacional, os signatários da declaração con­cordaram com a constituição de "um comitê internacional de cientis­tas e outros especialistas", que não somente ajudará na avaliação das evidências como também “fornecerá consultoria sobre a liberação de informações ao público". Em julho de 1989, a seção SETI da NASA referiu-se a esse grupo de trabalho como o "comitê especial de pós­detecção". Documentos subseqüentes revelaram que a formação e ativi­dades desse comitê internacional de consultoria ficarão sob a responsa­bilidade do chefe da seção SETI, da NASA.
Em julho de 1989, as superpotências se conscientizaram de que o incidente com a Phobos 2 não foi um defeito ou mau funcionamento. Imediatamente acionou-se o instrumento para reger "as atividades que deverão se seguir à detecção de inteligência extraterrestre".
A ciência moderna, sem dúvida, alcançou a sabedoria antiga - o co­nhecimento sobre Nibiru e os Anunnaki. E, de novo, o homem sabe que não está sozinho no Universo.

E SEU NOME SERÁ...

É costumeiro o descobridor de um corpo celeste ter o privilégio de lhe dar um nome.
Em 31 de janeiro de 1983, o autor deste livro escreveu a seguinte carta para a Sociedade Planetária:

Sra. Charlene Anderson
The Planetary Society
Pasadena, Calif. 91101
Prezada Sra. Anderson:

Em vista das recentes reportagens na imprensa sobre a busca intensifi­cada pelo décimo planeta, estou lhe enviando cópias de minha corres­pondência sobre o assunto com o Dr. John D. Anderson.
Segundo o The New York Times de hoje (ver anexo), "os astrônomos têm tanta certeza da existência de um décimo planeta que acham que nada mais resta do que dar-lhe um nome".
Bem, os antigos já lhe deram um nome: Nibiru, em sumério, Marduk, em babilônio, e creio que tenho o direito de insistir em que assim ele seja chamado.

Atenciosamente
Z. Sitchin