Os Mistérios da Criação 2 (Zecharia Sitchim)
Muito do que aconteceu na Terra, especialmente em suas primeiras guerras, originou-se do código de sucessão dos Anunnaki, que privava o primogênito de ser o herdeiro do pai no caso deste ter um filha com uma sua meia-irmã.
Essas mesmas regras de sucessão, também adotadas pelos sumérios, estão refletidas nas histórias sobre os patriarcas hebreus. A Bíblia conta que Abraão (que nasceu numa capital suméria, a cidade de Ur) pediu a sua mulher, Sara (nome que significava "princesa") para ela se identificar como sua irmã diante de reis estrangeiros. Embora não fosse verdade, não era uma mentira completa, pois, como explicado no Gênesis 20: 12: "De fato ela é minha irmã, filha de meu pai, mas não filha de minha mãe, e ela tornou-se minha mulher".
O sucessor de Abraão não foi seu primogênito, Ismael, cuja mãe era a criada Hagar, mas sim Isaac, que apesar de ter nascido muito depois, era filho de sua meia-irmã, Sara.
A rígida aderência a essas regras de sucessão em todas as cortes da Antiguidade, desde o Egito do Velho Império até o império Inca no Novo Mundo sugere alguma hipótese de "linhagem de sangue" ou genética, que parece estranhamente contrária à crença em que o acasalamento com parentes próximos não é desejável.
Será que os Anunnaki sabiam de alguma coisa que a ciência moderna ainda não descobriu?
Em 1980, um grupo liderado por Hannah Wu, da Universidade de Washington, descobriu que, tendo escolha, as fêmeas de macaco preferiam se acasalar com seus meios-irmãos. Diz o relatório: "O fato notável nessa experiência é que embora os meios-irmãos tivessem o mesmo pai, eram filhos de mães diferentes". A revista Discover (dezembro de 1988) publicou estudos mostrando que "vespas macho geralmente se acasalam com suas irmãs". Uma vespa macho fertiliza muitas fêmeas, mas descobriu-se que o acasalamento preferencial era com meias-irmãs, filhas do mesmo pai mas com mães diferentes.
Parece assim que havia mais do que um simples capricho no código de sucessão dos Anunnaki.
9
A Mãe Chamada Eva
Regredir etimologicamente às palavras da Bíblia até o acadiano e daí para sua origem suméria tornou possível compreender o verdadeiro significado das histórias nela contadas, em especial as do livro do Gênesis. O fato de tantos termos sumérios terem mais de um significado e nem sempre derivarem de uma pictografia original comum a todos eles exige que as palavras sejam lidas dentro do contexto e constitui uma importante dificuldade na compreensão dos textos. Por outro lado, a tendência dos escritores sumérios usarem tudo isso em freqüentes jogos de palavras transforma suas obras num prazer para o leitor inteligente.
Quando, por exemplo, tratei da história bíblica sobre a destruição de Sodoma e Gomorra em The Wars of Gods and Men, salientei que o "pilar de sal" em que a mulher de Lot se transformou ao parar para olhar o que estava acontecendo significaria de fato "pilar de vapor" na terminologia suméria original. Como na Suméria o sal era obtido em pântanos cheios de vapor, o termo original NI.MUR veio a significar tanto "sal" como "vapor". A pobre mulher de Lot foi vaporizada pelas explosões nucleares usadas para causar a destruição das cidades da planície.
Quanto à história da Bíblia sobre Eva, foi o grande "sumeriologista" Samuel N. Kramer quem primeiro apontou que o nome, que em hebraico significa "ela que tem vida", e a lenda de ela ter se originado de uma costela de Adão provavelmente derivavam do jogo de palavras sumério com o termo TI, que significava tanto "vida" como "costela".
Outros significados originais ou duplos encontrados nas histórias sobre a criação já foram mencionados em capítulos anteriores. Podemos colher mais sobre "Eva" e suas origens a partir da comparação entre as narrativas bíblicas e os textos sumérios, e uma análise da terminologia suméria.
As manipulações genéticas, como já vimos, eram feitas por Enki e Ninti numa edificação especial, chamada nas versões acadianas de Bit Shimti - "casa onde o vento da vida é soprado para dentro" -, o que nos transmite uma idéia bem clara de sua serventia: era um laboratório. Agora temos de nos lembrar novamente da tendência dos sumérios para o jogo de palavras, para assim lançarmos nova luz sobre a fonte da história de Adão, o uso do barro e o sopro da vida.
O termo acadiano que foi traduzido como "sopro", era uma versão do sumério SHI.IM.TI, palavra composta onde cada um dos componentes transmitia um significado que, além de combinar com os outros dois, os fortalecia e expandia. SHI era o que a Bíblia chama de Nepesh, comumente traduzido por "alma", mas que significa mais exatamente "o hálito da vida". IM podia ser várias coisas, de acordo com o contexto, como "vento" ou "lado". Nos textos astronômicos, por exemplo, a palavra descrevia um satélite que ficava ao "lado" de seu planeta; em geometria, era o lado de um quadrado ou triângulo; e, em anatomia, "costela". Até hoje a palavra hebraica paralela - sela - significa tanto o lado de uma forma geométrica como costela. E, vejam só, IM tinha um outro significado, em nada relacionado com os outros: "barro".
Como se os significados de IM - vento, lado, costela, barro - não fossem suficientes, o termo TI também contribuía para as diversões lingüísticas dos sumérios. Como foi dito antes, ele podia ser tanto "vida" como "costela", sendo a origem do silu acadiano, do qual derivou o hebraico sela. Dobrado, TI.TI significava "barriga" - aquilo que abriga o feto. Em acadiano, o termo derivado, tim designava "barro" e foi dele que se originou o tit hebraico, com o mesmo significado. Assim, tendo TI como componente, no nome sumério do laboratório temos os significados: "vida", "barro", "barriga" e "costela".
Na ausência do original sumério do qual os compiladores do Gênesis obtiveram seus dados, não é possível determinar se eles escolheram a interpretação “costela" por ela ser transmitida tanto pelo IM como pelo TI, ou porque ela lhes proporcionava uma abertura para a declaração social contida nos seguintes versos:
E Iahweh Elohim fez cair um torpor sobre o homem e ele dormiu.
Tomou uma de suas costelas e fez crescer carne em seu lugar.
Depois, da costela que tirara do homem, Iahweh Elohim modelou uma mulher e a trouxe para o homem.
Então o homem exclamou:
"Esta sim, é osso de meus ossos e carne de minha carne!”
Ela será chamada "mulher" [Ish-sha]
porque foi tirada do "homem [Ish]!
Por isso um homem deve deixar seu pai e sua mãe
e penetrar sua mulher para eles se tornarem uma só carne.
Essa história da criação da companheira do homem relata como Adão, já tendo sido colocado no E.DIN para cultivá-lo e cuidar de seus pomares, estava sozinho. "Iahweh Elohim disse: 'Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer uma auxiliar que lhe corresponda'". Essa parte da história, obviamente, é a continuação da versão segundo a qual somente Adão foi criado e não da que afirma que machos e fêmeas foram feitos ao mesmo tempo.
Para esclarecer essa aparente confusão, devemos nos lembrar da seqüência da criação dos terráqueos. Primeiro foi aperfeiçoado o Lulu macho, o "misto". Em seguida, os óvulos fertilizados de mulheres-macaco, misturados com soro sanguíneo e o esperma de um jovem Anunnaki, foram divididos em lotes e colocados num "molde", onde adquiriram as características masculinas ou femininas. Reimplantados nos úteros das Deusas do Nascimento, os embriões resultaram em sete machos e sete fêmeas no final de cada processo. No entanto, esses "mistos" eram híbridos e não podiam se reproduzir. Para obterem mais desses trabalhadores primitivos, os Anunnaki tinham de repetir constantemente o processo.
A uma certa altura ficou claro que esse modo de obter servos era muito complicado. Tinha de ser encontrado um meio de se conseguir mais humanos sem se impor gestações e partos sobre as fêmeas Anunnaki ( quanto a este ponto, rever o mito bíblico dos nefilins) . Esse meio foi uma segunda manipulação genética conduzida por Enki e Ninti, que deu a Adão a capacidade de procriar. Para gerar descendentes, ele teria de se acasalar com uma fêmea totalmente compatível. Como e quando essa fêmea foi criada é a história da costela e do Jardim do Éden.
A história da formação da mulher a partir de uma costela parece quase um resumo em duas sentenças de um relatório médico. Em termos claros ela descreve uma operação do tipo que atualmente ganha manchetes, quando um parente próximo (um pai ou uma filha) doa órgãos para transplante ou então parte da medula óssea. Cada vez mais a moderna medicina lança mão do transplante de medula quando se trata de câncer ou outras doenças que afetam o sistema imunológico.
Na Bíblia, o doador é Adão. Ele recebe anestesia geral e adormece. É feita uma incisão e retirada uma costela. A carne é puxada para fechar o corte e o paciente fica descansando e se recuperando.
A ação continua em um outro lugar. Os Elohim agora usam o pedaço do osso para moldar uma mulher. Fala-se em "moldar", "construir", não em "criar”. A diferença na terminologia é significativa, pois indica que a fêmea já existia, mas precisava de algum tipo de manipulação construtiva para se tornar a parceira de Adão. Aquilo que se fazia necessário foi obtido da costela e a pista para o que ela forneceu está nos outros significados de IM e TI - vida, barriga, barro. Teria um extrato da medula óssea de Adão sido implantado no "barro" de uma trabalhadora primitiva pela sua "barriga"? Infelizmente, a Bíblia não descreve os procedimentos feitos em Eva, e até agora não foram encontrados os textos sumérios. Temos a pista da existência de um texto desse tipo porque a melhor tradução disponível do Atra Hasis para o assírio primitivo (cerca de 850 a.C.) contém linhas que fazem lembrar os versos bíblicos sobre o dever do homem em deixar a casa de seu pai para se tornar um com sua mulher pelo ato sexual. Todavia, a tábula com esse texto está danificada demais para revelar o que o original sumério tinha a dizer.
No entanto, atualmente sabemos, graças à ciência moderna, que o sexo e a capacidade de procriar são determinados pelos cromossomos. Cada célula de um ser humano contém 23 pares de cromossomos. Na mulher, o par que determina o sexo é formado por dois cromossomos X e no homem é formado por um cromossomo X e um Y. As células reprodutivas (óvulo, espermatozóide), contudo, contêm apenas um cromossomo de cada par. Novos pares se formam quando o óvulo é fertilizado pelo espermatozóide e assim o embrião formado volta a ter os 23 pares de cromossomos, metade deles vindo da mãe e metade o pai. A mãe, por ter dois cromossomos X, sempre contribuiu com um cromossomo X. Já o pai, como tem um X e um Y, pode contribuir tanto com um como com o outro. Dessa forma, se o cromossomo cedido pelo pai for um X, o bebê será uma menina (XX) e se for um Y, será um menino (XY).
Assim, a chave da reprodução está na fusão dos dois conjuntos únicos de cromossomos. Quando o número e código genético das células reprodutivas de pai e mãe são diferentes, não há combinação entre eles e, portanto, não se dá a procriação. No caso dos trabalhadores primitivos, machos e fêmeas já existiam e sua esterilidade não era devido à falta de cromossomos X ou Y. A necessidade de utilização de um osso - A Bíblia enfatiza que Eva era "osso dos ossos" de Adão – sugere a existência de algum tipo de barreira imunológica que tinha de ser superada para evitar a rejeição dos espermatozóides do macho pelo organismo das fêmeas. A operação realizada pelos Elohim resolveu o problema. Adão e Eva descobriram sua sexualidade e adquiriram o "conhecimento" - termo bíblico que tem a conotação de sexo com intenção de procriação. ("E Adão conheceu Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz Caim.") Eva, como conta a Bíblia, ganhou a capacidade de ser engravidada por Adão, mas essa bênção veio acompanhada de uma maldição: "Com sofrimento tu darás à luz teus filhos”.
Mas, com o conhecimento, Adão, como disse Elohim, "tornou-se um de nós". O homem, como os Anunnaki, agora era capaz de procriar, de se reproduzir sem o auxílio de procedimentos científicos. No entanto, apesar de ter recebido boa parte do material genético dos Anunnaki, que o tinham feito a sua imagem e semelhança inclusive no aspecto da procriação, o homem não foi contemplado com uma de suas características genéticas - a longevidade. O fruto da Árvore da Vida, que o teria feito viver tanto quanto seus criadores, ele jamais iria experimentar. Esse ponto está bem claro na história suméria sobre Adapa, o Homem Perfeito criado por Enki:
Ele o aperfeiçoara para ter ampla compreensão...
Sabedoria lhe dera...
A ele dera o conhecimento;
Vida eterna não lhe concedera.
Desde a publicação de O 12º. Planeta, em 1976, não tenho medido esforços para explicar a aparente "imortalidade" dos "deuses". Usando as moscas que voam pela minha casa como exemplo, costumo dizer que se elas pudessem falar, papai mosca diria à mosquinha: "Sabe, este homem que mora aqui é imortal. Desde que nasci ele não envelheceu. E meu pai me contou que o pai dele e todos nossos antepassados, até onde podemos nos lembrar, viram esse homem do jeitinho que é agora. Ele nunca envelhece, é imortal!" Claro que minha "imortalidade" aos olhos das moscas falantes é simplesmente o resultado de dois ciclos de vida diferentes. O ser humano vive décadas; as moscas comuns vivem apenas dias. Mas, o que significam esses termos? Um "dia" é o tempo que nosso planeta leva para completar uma volta em torno de seu eixo; um "ano" é o tempo que a Terra leva para completar uma órbita em tomo do Sol. O tempo de atividade dos Anunnaki em nosso planeta era contado em sars, equivalendo cada um deles a 3.600 anos terrestres. Um sars, como sugeri, era o "ano" em Nibiru - o tempo que o planeta levava para completar uma órbita em torno do Sol. Assim, quando as Listas de Reis sumérios diziam, por exemplo, que um líder Anunnaki governou uma de suas cidades por 36 mil anos, no texto era escrito dez sars. Se cada geração da espécie humana é de vinte anos, haveria 180 gerações de homens num "ano" dos Anunnaki fazendo-os parecer aos olhos da humanidade eternos, imortais.
Os textos antigos deixam claro que embora a longevidade dos Anunnaki não tenha passado para o homem, sua inteligência foi transmitida. Isso implica na crença ou conhecimento, já na Antiguidade, de que essas características podiam de alguma forma ser concedidas ou negadas aos seres geneticamente criados por eles. Não é mais surpresa para a ciência moderna concordar com isso. "Os indícios acumulados ao longo dos últimos sessenta anos sugerem que existe um componente genético na inteligência", relatou a revista Scientific American em seu número de março de 1989. Além de dar exemplos de gênios de vários campos de atividade que transmitiram seus talentos para filhos e netos, o artigo salientou um relatório feito por pesquisadores da Universidade do Colorado, em Boulder, e da Universidade Estadual da Pensilvânia (David W. Fulker, John C. Defries e Roben Plomin), que estabeleceram uma "íntima correlação biológica" em faculdades mentais atribuíveis à hereditariedade genética. A Scientific American escolheu o seguinte título para a matéria: "Mais Indícios Ligam Genes com a Inteligência". Outros estudos, reconhecendo que "memórias são feitas de moléculas", levaram à sugestão de que, se um dia os computadores quiserem se igualar à inteligência humana, eles terão de ser "computadores moleculares". Atualizando as idéias voltadas nessa direção, apresentadas por Forrest Carter, do Naval Research Laboratories, de Washington, D.C. o pesquisador John Hopfield, do Caltech e ITT Bell Laboratories, fez um esboço de projeto para um "computador biológico". (Science, vol. 241.)
Vêm também se acumulando indícios sobre a origem genética dos ciclos vitais dos organismos vivos. As várias etapas do desenvolvimento dos insetos, o tempo que eles vivem são nitidamente orquestrados por genes, que também determinam a morte de muitos seres vivos - mas não mamíferos -logo após a reprodução. Jerome Wodinsky, da Universidade de Brandeis, descobriu que os polvos são geneticamente programados para se "autodestruírem", depois da reprodução, por meio de produtos químicos encontrados em suas glândulas ópticas. Os estudos foram realizados durante pesquisas sobre o processo de envelhecimento em animais como um todo e não especificamente em polvos. Muitos outros estudos mostraram que alguns animais possuem a capacidade de repararem genes danificados e dessa forma estacionarem ou reverterem o processo de envelhecimento. Cada espécie claramente tem um tempo de vida fixado pelos seus genes - um único dia para certo tipo de mosca, seis anos para rãs e cerca de quinze anos para cães. Atualmente o limite máximo de vida de um ser humano está por volta de noventa a cem anos, mas em épocas primitivas ele era muito maior.
Segundo a Bíblia, Adão viveu até os 930 anos; seu filho Set morreu aos 912 e o filho deste, Enos, chegou aos 905. Embora existam motivos para se acreditar que os editores do Gênesis reduziram os tempos de vida muito maiores registrados nos textos sumérios, dividindo-os por sessenta, a própria Bíblia reconhece que a humanidade tinha uma vida muito mais longa antes do dilúvio. A duração da vida dos patriarcas foi diminuindo com o passar dos milênios. Terah, o pai de Abraão, morreu com 205 anos. Abraão viveu até os 175; seu filho Isaac chegou até os 180; o filho de Isaac, Jacó, viveu 147 anos. José, porém, filho de Jacó, faleceu com 110 anos.
Os dados científicos indicam a existência de um "relógio biológico" em todas as criaturas, ou seja, uma característica genética básica embutida nos cromossomos que controla o tempo de vida de cada espécie. O que é um gene ou grupo de genes, o que o faz se "expressar", são temas de intensas pesquisas. Mas que a resposta para a longevidade está nos genes é algo que já foi demonstrado em numerosos estudos. Alguns deles, feitos em vírus, determinaram que eles possuem filamentos do ADN capazes de "imortalizá-los".
Enki devia estar bem a par disso, pois quando chegou a hora de se reproduzir, ele deu-lhe a inteligência e o "conhecimento" contidos nos genes de Anunnaki, mas não inseriu em seu ADN os genes que concederiam sua longevidade.
Acredita-se que pequenos erros genéticos vão se acumulando à medida que o ADN vai se reproduzindo nas células. A humanidade está muito distante da época de sua criação como um Lulu, um ser misto portador da herança genética tanto do céu como da Terra, e o encurtamento de seu tempo de vida pode ser um sintoma de uma perda microscópica de geração para geração daquilo que alguns consideram os elementos "divinos" e da crescente preponderância do "animal dentro de nós". A existência do que os cientistas chamam de ADN "inútil" - segmentos que parecem ter perdido seu propósito - em nosso aparelho genético talvez seja um indício de uma "sobra" da mistura original. As partes do cérebro - independentes, embora ligadas -, sendo uma mais primitiva e emocional e a outra mais nova e racional, constituem mais um indício da origem genética mista da humanidade.
As evidências que confirmam os antigos textos da Criação, por maiores que sejam, não terminam na manipulação genética. Temos muito mais à frente e tudo está ligado a Eva!
A moderna antropologia, com a ajuda de descobertas de fósseis e avanços em outros campos da ciência, tem dado grandes passos no estudo da origem do homem.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
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