<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142</id><updated>2011-04-21T11:28:51.061-07:00</updated><title type='text'>Aijalom Wagner</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142.post-8859073630293960563</id><published>2008-12-22T06:11:00.000-08:00</published><updated>2008-12-25T15:08:51.812-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQSFyptMMI/AAAAAAAAABA/nMd4Mffrfyk/s1600-h/ezekielmerkaba.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283868153517781186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 254px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQSFyptMMI/AAAAAAAAABA/nMd4Mffrfyk/s320/ezekielmerkaba.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;SINAIS DIVINOS OU OVNIS ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;223 a.C. "Em Auriminiun, uma luz brilhante como o dia iluminou a noite; em várias regiões&lt;br /&gt;da Itália, três luzes se fizeram visíveis durante a noite." (Dion Cassius, História Romana,&lt;br /&gt;livro 1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;222 a.C. "Três luas apareceram também ao mesmo tempo, sob o consulado de Gnaeus e&lt;br /&gt;Gaius Faunus।" (Plínio, História Natural, livro II, cap. 32). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;218 a.C. "Na província de Amiterna, viu-se em vários lugares o aparecimento de homens&lt;br /&gt;com vestimentas brancas, vindo de muito longe. O globo do sol tornou-se menor. Em&lt;br /&gt;Plaeneste, lâmpadas cintilantes no céu. Em Arpia, um escudo no céu... Navios fantasmas&lt;br /&gt;apareceram no céu". (Tito Livio, História Romana, livros XXI e XXII).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;214 a.C. "Em Hadra, um altar (plataforma) foi visto no céu, e junto a ele formas de um&lt;br /&gt;homem em vestimentas brancas." (Tito Livio, História Romana, livro XXI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;122 a.C. "Na Galia foram vistos três sóis e três luas." Julius Obasequens, Prodigiorum,&lt;br /&gt;cap. 114).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91 a.C. "Perto de Espoletium, uma esfera da cor de ouro rolou até o solo, aumentou de&lt;br /&gt;tamanho, parecendo em seguida deslocar-se acima do solo em direção a Leste, e tornou-se&lt;br /&gt;grande a ponto de cobrir o sol." (Julius Obasequens, Prodigiorum, cap. 114)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anais de Tutmés III, cerca de 1504 a 1450, antes de Cristo, escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram mais alto e dirigiram-se para o sul.-Em 163 AC, em Concius, um homem foi queimado por um raio que veio de um espelho no céu.-Em 436 DC, em Bizâncio, após fortes tremores de terra, uma criança sobe ao céu e volta, a vista de muitas pessoas.- Cruzes no céu foram vistas em diversas épocas: * No ano de 776, os franceses, dentro do castelo de Sigibut, estavam sitiados pelos saxões. No entanto, foram salvos quando surgiram sobre a igreja da fortaleza dois escudos vermelhos no céu. E assim os saxões fugiram. (Annales Laurissense).- * Crônicas do ano 1120, do monge Mateus de Paris, nos fala de uma cruz voadora sobre o santo sepulcro. (Hist. Anglorum).- * No ano de 1200, também foi vista uma cruz no céu sobre Jerusalém.- * Em 312 DC, surgiu uma cruz no céu quando o imperador Constantino aceitou o Cristianismo, no Império Romano.- * Em 1528, no cerco de Utrech, foi vista uma cruz de Borgonha, de cor amarela, no céu da Holanda.- * Em 1954, uma patrulha de discos voadores sobrevoa Roma, fazendo evoluções e ao final, forma uma cruz sobre a basílica de São Pedro, no dia do aniversário da revolução Comunista.- Temos milhares de contatos descritos na história universal e a maioria deles foi interpretada como sinal divino: * "608 AC - É a segunda vez que me foi dirigida a palavra do senhor a qual dizia: Que vês tu? E respondi: Vejo uma panela a ferver que vem da banda do Aquilão." (Jeremias -1-13).- * "Levantei de novo os olhos e eis que havia um rolo que voava, o qual tinha 200 côvados de comprimento e 10 côvados de largura." (Zacarias - Liv. 1 - 5.1.-2.) Seria um charuto? * "Parou, pois, o sol no meio do céu e não se apressou a por-se durante o espaço de um dia." (Livro de Josué).- * 166 DC - Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que em Albae viram-se dois sóis à noite. Em De Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.- Do livro Aparições, de Erich Von Daniken: * 28/12/1933 - A Sra. Van Nieke Van Den Diji, em Onkerzeele, Bélgica, viu um sol verde e vermelho girando.- * 15/04/1950 - Em Casalicchio, Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.- * 30/10/1950 - Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre do sol de Fátima.- * 13/10/1917 - Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.- Se raciocinarmos, poderemos ver que todos esses avistamentos, tidos como sol, nada mais são do que OVNIS. Como o sol poderia deslocar-se, aproximando da Terra? Todo o sistema solar seria destruído. E ainda mais em Fátima, como esse astro poderia caber entre as nuvens e o solo do nosso planeta se ele tem 1.300.000 vezes o diâmetro da Terra? * Em 1463, Catarina de Bolonha, na Itália, viu o Senhor sentado num trono resplandecente. E em 214 AC, em Hádria, no Golfo de Veneza, houve um estranho espetáculo. Surgiu um homem vestido de branco sobre um altar no céu. (Julius Obsequens e Tito Livius em história romana - Liv. 21- Cap. 62)Esses avistamentos de altares no céu nada mais eram do que tripulantes vistos em OVNIs em vôo, tendo uma parte transparente que permitia ver o interior do mesmo.- * Em 1950, um observador da zona rural, contou-nos que viu um objeto pousado emitindo intensa luminosidade. Ele tinha a forma de um "chapéu" e, no local onde seria a copa, tinha uma cúpula transparente e lá ele viu um ser assentado com as mãos no queixo e os cotovelos apoiados nas pernas. E disse-nos que aquilo era uma assombração. E o que poderiam pensar, aqueles que citamos, há mais de 500 anos?"Em 14 DC, um moribundo contou a seguinte história a São Tomás de Villanueva, Arcebispo de Valência: * Eu era judeu, tendo sido rigorosamente educado de acordo com as leis judaicas. Estávamos três a passear, quando subitamente, o céu se abriu como uma cortina. Ficamos assustadíssimos, pois nenhum de nós havia visto um espetáculo dessa natureza. Então, surgiu no ar um cálice de ouro com uma hóstia branca sobre ele. (Aparições - Erich Von Daniken). Como são os contatos observados com olhos religiosos! Pois o que o moribundo viu foi um OVNI iluminado em determinadas partes, emitindo um facho de luz em cone, para baixo. Já ouvimos de moradores rurais, em nossas pesquisas, a expressão: "parecia um ostensório", que é um objeto usado na religião apostólica romana.- * 15/12/1631 - Perto de Nápoles, pairando sobre um campo de trigo, a "Rainha dos céus", apareceu a vários jesuítas, para anunciar a iminente erupção do Vesúvio. (Aparições - Erich von Daniken).- * 04/11/1799 - Em Cumana, Venezuela, houve um terremoto, sendo vistas várias bolas vermelhas no céu.- * Em 26/09/1954, OVNIs foram vistos, durante um terremoto, pairando no espaço. E também, em 11/02/1957, em Leicestershire, Inglaterra, OVNIs foram vistos no céu, durante terremoto.- Muitas vezes os OVNIs foram vistos antes de algum cataclisma do planeta. Talvez seus instrumentos sofisticados tenham detectado o que se sucederia e se mostram como um sinal dos céus, já que conhecem nossas crenças. Ou, então, pretendem avisar-nos que algo irá suceder naquele lugar, já que essas visões sempre foram consideradas mau presságio. E, especulando, podemos pensar que se aproveitam de sua tecnologia para manipular-nos e continuar fazendo-nos encarar suas Aparições como divinas ou demoníacas.- * 12/09/1914 - Em La Marne, França, quando estava em curso a grande batalha do Rio Marne, muitos soldados alemães distinguiram, no firmamento, uma dama de branco que impediu seu avanço. (Aparições - Erich Von Daniken).- * Em 1099 AC, os cruzados, sitiando Jerusalém, viram um cavaleiro agitando o escudo brilhante sobre o Monte das Oliveiras, ordenando atacarem novamente.- * Em 204 AC, apareceram dois anjos resplandecentes no céu, de aparência pavorosa e paralisaram o exército egípcio de Ptolomeu IV, quando ele resolveu matar os judeus.-É interessante destacar que esses avistamentos de OVNIs sempre se fizeram presentes em guerras. Será que eles tem até o interesse de interferir em nossa história, mudando o curso de uma batalha?&lt;br /&gt;Mas vejamos os OVNIs e as religiões..... OVNIS E AS RELIGIÕES Gostaria de frisar, antes de expor essas idéias, que acreditamos em Deus, um ser espiritual, onipresente e onisciente. Cremos na evolução do espírito através de sucessivas reencarnaçòes nos incontáveis mundos do Cosmo. Mas, por Deus ser tão complexo, nossa mente ainda não pode compreende-Lo. E assim, a humanidade, nessa busca incessante para explica-Lo, buscou em fatos reais, acontecidos ao correr dos milênios, uma maneira de entende-Lo. E dessa maneira tudo que vinha do céu era considerado divino. E, nossos antepassados, em contatos com seres de outros planetas, interpretaram isso como aparições de anjos, santos e até o próprio Deus. No entanto, não queremos, de maneira alguma, criticar qualquer religião que seja - pois todas elas encaminham o homem para o "bem" - e também influir na crença de um Deus Criador. Nós somente estamos colocando-O no lugar que ele ocupa, o cosmo e não um pequenino planeta como a terra, pois, "Ele" semeou a vida em múltiplos mundos desse universo maravilhoso e nós não estamos sós.-Estudando as religiões antigas, podemos notar a presença de seres físicos, dotados de tecnologia avançadíssima, em contato com a humanidade. E surgiram os falados cruzamentos entre seres celestiais e mulheres da terra, fatos descritos em livros sagrados e na história universal. A Bíblia Sagrada nos diz: " Entrementes os homens haviam se multiplicado na terra e lhes tinham nascido filhas. Os filhos de Deus vendo a beleza das filhas dos homens tomaram por esposas aquelas que mais lhe agradaram." (Gênesis).-Mais adiante temos: * "E havia naquele tempo gigantes sobre a terra e os houve também depois que os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e destas nasceram filhos; são estes os heróis famosos desde o tempo antigo." (Gênesis).- * Os livros sagrados de Dzyan contam-nos que os primeiros homens na Terra eram filhos dos homens celestes ou Pitris e que os "Reis da Luz" ocupavam "tronos Celestes".- * O Nihongi, Japão, descreve-nos seres divinos que desceram do céu, em "barcos celestiais", e se uniram às filhas dos homens. E também nos falam de uma "ponte celestial ou flutuante" entre o céu e a terra.- * Zeus, Mercúrio e outros deuses gregos desciam do Olimpo para amarem as lindas mulheres da Grécia.- * O Bundhasvamin Brihat Katha Shlokasanigraha, um antigo romance do Nepal, narra contos de seres divinos descendo do céu e seduzindo as mulheres e guerreando em seus "carros voadores".- * Na Índia, o Rig Veda nos conta histórias sobre "seres celestiais" que desciam à Terra para amar ou fazer guerra. O mesmo encontramos no Ramaiana, também da Índia, pois nos fala de histórias de seres do espaço com mulheres de nosso planeta.-Em muitas civilizações antigas, as virgens eram sempre destinadas aos Deuses. Na Babilônia, segundo alguns autores, os Zigurats, altas torres, eram reservados aos deuses, para seus encontros com as virgens a eles destinadas. Na Grécia antiga, era costume de muitas outras mães solteiras dizerem que seus filhos tinham origem divina. Os Súcubos e íncubos na idade média apavoravam muitas mulheres e homens com suas seduções. Podemos especular dizendo que esses contatos, entre homens de outros planetas e mulheres da terra, tinham uma finalidade de melhorar geneticamente as raças por eles escolhidas, pois, os cruzamentos entre parentes as degeneravam, atrasando a evolução. Por isso é que muitos povos tinham proteção dos deuses, ajudando-os até a lutar contra outros. No entanto, é difícil compreendermos tudo isso, porque o que citamos vai de encontro a dogmas religiosos de mais de dois mil anos.-Posteriormente, os seres extraterrestres que nos visitavam passaram a uma segunda fase de suas missões na Terra. Começaram a dar a humanidade noções de justiça, moral e ordem. Mas os homens daquela época não podiam conceber engenhos voadores, daí sempre vermos textos antigos a expressão: "O céu se abriu ". Imaginavam que atrás do céu, no espaço, estaria a morada de Deus, inacessível ao homem. Porém, esse podia abrir-se e dar passagem a Ele ou a seus enviados para contatos com a humanidade. E os contatos sucediam-se e daí selecionavam um líder e a ele eram dadas instruções para transmiti-las a seu povo. E desses contatos entre nave tripulante nasceram os anjos, santos e até o próprio "Deus", que era visto como "nuvem", "bola de fogo", com fumaça, trovões e relâmpagos. E assim surgiram as religiões.- * Hamurabi, na Babilônia, recebeu suas famosas leis de seu Deus Sámas, numa montanha.- * Minos, fundador de Cnossos, recebeu as leis cretenses, também de um Deus, num monte sagrado.- * Em 550 AC, Zoroastro, numa caverna que foi banhada em fogo (luz), teve seu contato com Ahura Mazda (Dono da Luz) e fundou o Zoroastrismo.- * Em 610 DC, Maomé visionou o anjo de Alá que lhe mostrou uma tabuinha de ouro, em montanhas próximas à Meca, daí criando o Islamismo.- * Por volta de 1.500 AC, no cume do Himalaia, Manu sobreviveu ao dilúvio e visionou Brahma.- * Em cerca de 1800, nos Estados Unidos, Joseph Smith visionou o anjo Moroni que surgiu em seu quarto, envolto numa luminosidade. E depois ele o viu subir num poço de luz (elevador?). Posteriormente, em outros contatos, fora lhe indicado um local aonde se encontraram as tabuinhas de ouro que lhe deram noções para criar a religião Mórmon.- * Fato semelhante aconteceu com o Papa São Gregório, em 589 DC, cognominado o Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro. Na realidade, ele viu uma nave com seu sistema de propulsão ligado e seus tripulantes entrando e saindo.- São especulações, mas não podemos admitir que seres espirituais precisariam de veículos que emitissem fogo para suas subidas e descidas do céu. Aviões e helicópteros não poderiam ser, já que nas mencionadas datas eles não existiam.- Vejamos o que a Bíblia Sagrada nos mostra: * "Um dia, tendo conduzido seu rebanho para o deserto, chegou ao Monte de Deus, Horeb, e o Senhor ali apareceu em uma chama de fogo, do meio de uma sarça, Moisés via a sarça arder, sem se consumir." (Êxodo) Nesse encontro com Deus, Moisés estava diante de uma luz, já que a expressão "sarça arder sem se consumir" exclui "fogo". Seria uma nave profusamente iluminada? Mas vejamos outros encontros que teve com Deus no Monte Sinai: * "Já chegava o terceiro dia e a manhã estava brilhando; Eis que começou a ouvir um estrondo de trovões, e relâmpagos apareceram; Uma nuvem densíssima cobria o monte, um soar de trombetas se fazia ouvir com estrépito e o povo que estava nos acampamentos experimentou um grande medo. Moisés conduziu-os para fora do acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé do monte. Todo o Monte Sinai fumegava, porque o Senhor baixara sobre ele no meio de chamas; O fumo subia como se fora de uma fornalha e o monte inteiro incutia pavor." (Êxodo) Experimente ler o texto novamente e trocar a palavra "Senhor" por "nave". É evidente que Moisés estava diante do pouso de uma grande nave, ouvindo o barulho de seus motores, vendo sua fantástica iluminação e o fogo que saia de seus jatos propulsores, que chegavam a incendiar o solo do monte, provocando fumaça. E raciocine, isso aconteceu há mais de dois mil anos. Alí, Moisés ficou por 40 dias e 40 noites, sendo instruído para guiar o povo hebreu. Recebeu os "Dez Mandamentos", gravados em pedras, e enquanto isso o povo não podia aproximar-se do monte, veja: * "Desce e avisa ao povo para que não ouse ultrapassar os limites para ver o senhor, para que não morra um grande numero deles.".- É claro que aqueles seres tinham medo da multidão, que poderia até danificar a nave. E, ademais, não queriam ser percebidos como seres físicos, daí é que somente Moisés entrava em contato direto com eles. Vejamos outros textos bíblicos que nos mostram naves: * "O Senhor precedia-os para ensinar-lhes o caminho, de um dia, numa coluna de nuvens e à noite, numa coluna de fogo, a fim de lhes servir de guia dia e noite.".- * "O anjo do Senhor que precedia os bandos de Israel levantou-se para chefiar os grupos que iam atrás dele; Moveu-se com ele a coluna de nuvens, que estava à frente e seguiu atrás do povo, entre o campo egípcio e aquele de Israel, a nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava.".- OVNIs guiando o povo hebreu, durante o dia com suas luzes apagadas e à noite acessas, nuvem e coluna de fogo. Daí, por esse motivo, é que a "nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava". Especulando, podemos dizer que seria um holofote dirigido para a frente. Ezequiel teve um contato onde ele descreve o seguinte: * "Eis que um vento de tempestade vindo do norte e uma grande e espessa nuvem com fulgurações de um fogo todo resplandecente; E ela encerrava uma espécie de metal brilhante, que estava completamente inflamado. Tinham também a semelhança de quatro seres vivos e eis qual era o seu aspecto: Pareciam-se homens. Cada um possuía quatro faces e quatro asas. As suas pernas, bem verticais, tinham cascos de bovinos e cintilavam como bronze polido (...) E tais eram seus rostos. As suas asas estavam desdobradas, duas unindo-se em cima e duas cobrindo-lhes o corpo. Cada um andava em frente; Aonde o espírito lhes ordenava que fossem, elas iam; Não se viravam ao caminhar. E quando a estas criaturas vivas, dir-se-ia serem carvões em brasa ardendo como tochas e isso circulava entre os viventes, em fogo deslumbrante, e do fogo saíam clarões. E as criaturas vivas corriam em todos os sentidos, qual a faca. Eu olhava para os viventes e eis, no solo, uma roda junto deles, sobre as suas quatro faces. O aspecto das rodas e sua matéria eram como tarxixe e todas as quatro eram parecidas; O seu aspecto e a sua estrutura eram como uma roda enganchada numa (outra) roda. (...) Quando as criaturas vivas andavam, as rodas giravam também, ao lado delas, e quando as criaturas vivas se elevaram da terra, as rodas elevaram-se também. Para onde o espírito as impelia, elas iam, o espírito empurrando-as e as rodas elevando-se com elas; E quando se elevavam da terra, as rodas elevavam-se igualmente, porque o espírito de cada vivente estava nas rodas. Por sobre a cabeça das criaturas vivas havia como que um firmamento semelhante a um cristal cintilante, estendido por cima de suas cabeças. E sob o firmamento erguiam-se suas asas uma contra a outra e cada qual tinha duas que lhe cobriam o corpo. E ouvi as suas asas ressoarem quando andavam, qual o ruído das grandes águas, qual o trovão do Todo Poderoso, qual o túmulo de um exército; Quando paravam, deixavam pender as asas e ouvia-se um ruído, que partia do firmamento estendido por sobre suas cabeças. Por sobre o firmamento, que estava por cima de suas cabeças via-se como que uma pedra de safira, assemelhando-se a um trono; E sobre essa semelhança de trono parecia surgir um semblante de homem. No interior e por fora, vi como que metal brilhante, com aspecto de fogo, resplandecendo tudo ao redor."&lt;br /&gt;A narração de Ezequiel, de onde extraímos os textos principais, nos mostra que ele teve um contato com uma nave. Ele fala claramente nas suas luzes, seu sistema de propulsão, cúpula ou grandes janelas transparentes e a tripulação dentro da nave. É claro, isso numa linguagem como ele podia conceber naquela época, já que até um simples automóvel seria para Ezequiel uma aparição divina, ainda mais um OVNI. Ele também fala do ruído dos motores da nave, nas escotilhas da mesma e quando cita asas ele claramente nos mostra que o engenho podia voar. Não há duvida que Ezequiel teve seu contato com um engenho oriundo de outros planetas.-São João, no Apocalipse, nos descreve um anjo que tinha olhos como labaredas e outro com um rosto como o sol e os pés como colunas de fogo. Muitos outros termos que nos levam aos OVNIs são citados na Bíblia, tais como: "tronos de fogo" , "braseiros consumidores" e "rios que jorram em montes de fogo".Os livros de Enoch e Esra, que não figuram na lista de obras canônicas, também nos trazem contatos com seres de outros planetas. No livro de Reis, encontramos o seguinte: "Continuando seu caminho entretidos a conversar, eis que de repente surge um carro de fogo, e uns cavalos de fogo, que os separam um do outro. E Elias subiu ao céu num turbilhão."O texto nos dá a entender que Elias subiu ao espaço à bordo de uma nave, "um carro de fogo". Com Ezequiel também aconteceu um fato semelhante, vejamos:"(...) aparência de fogo, resplendor com brilho de âmbar. Aquilo o levantou entre a terra e o céu e nas visões de Deus o levou a Jerusalém."Daniel também teve seu encontro com um OVNI e o descreveu: "(...) Daniel, próximo ao rio Tibre, viu o Senhor: Era como berilo, com aparência de relâmpagos, olhos como lâmpadas de fogo e seus braços e pés de cor semelhante a cobre polido e o som de suas palavras como uma multidão."Os Celtas tinham Balder, filho de Odin, e sua mansão denominada largamente Brilhante. Os germânicos, Thor e seu martelo encantado e as Valquírias, cavaleiras mágicas que desciam de Asgard (céu). Na Índia o Rig Veda nos fala de Dyas-Pitar e Indra com seu carro aéreo, com corcéis de crina de ouro e pele brilhante, os Maruts em seus carros dourados e Vayu com sua carruagem brilhante puxada por cavalos rubros como o sol. Vishnu, Puxam e Surya, juntamente com os Asvins que voavam em carros fulvos brilhantes e flutuavam por sobre o oceano, eram outros deuses indianos. No Ramaiana, temos as aventuras de Rama na busca de Sita, sua esposa, em seu carro aéreo e dotado de armas mortíferas. No Mahabarata temos relatos de guerras espaciais com armas que só a ficção científica atual nos pode descrever. Os egípcios acreditavam que o faraó era um ser divino e Manetho, Sacerdote de On, no Aegyptica, diz que os primeiros reis eram deuses. O Shan-hai-ching nos fala de uma raça humana dotada de asas, chamadas Miao que por volta de 2.400 AC perdeu a capacidade de voar, depois de se desviar com o Senhor do Alto, foi exilada. Seria uma lembrança da expulsão do primeiro homem do Paraíso?Os indios Hopis, dos Estados Unidos, acreditavam que seus ancestrais vieram de outros planetas. Os Navajos e Sunis, também dos Estados Unidos, veneravam deuses louros e acreditavam em outros mundos no cosmo. O "Thunderbird" (Pássaro Trovejante) é uma lenda entre muitas tribos da América do Norte. Os Noothaus falam da visita de um deus que veio numa "canoa de cobre", e os Pawnees, em um ser que brilhava com estranhas radiações. Quetzalcoaltl fez maravilhas no México e os Maias os chamavam de Kukulkan, os quíchuas da Guatemala, de Gucumatz e no Peru foi conhecido como Viracocha, na Colômbia como Bochica e os Polinésios, de Wakee. Os índios Machiguengas do Peru falam no "povo de céu" que veio por uma "estrada brilhante".-O Livro dos Mortos, do antigo Egito, nos fala em "legiões no céu", "espíritos da luz" e "seres brilhantes". Pandoro escreveu, em 400 AC, sobre os Egregori (guardas-anjos) que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Isis e Hórus eram representados como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios. Na América do Sul existem centenas de lendas que nos falam de seres que desceram do céu e viveram entre os índios. No Brasil, temos o Bacororo e Baitagogo, dos índios Bororós. Os Kadweus, do Mato Grosso, falavam de Karana. Os Caiuás tinham o Baira, porém o Guaricana era um ser sagrado que vinha curar os enfermos. Jupari foi um dos deuses indígenas brasileiro mais cultuados. Mas, quando o homem branco chegou, para catequizá-los, transformaram-no em um "espírito do mal". Os índios diziam que Jupari era filho de Ceuci, nome que davam as Plêiades. Sumé também foi outro deus civilizador das tribos brasileiras e diziam que sua morada sagrada era Itaoaoca.-O Dr. João Américo Peret colheu entre os índios a lenda de Bebgororoti. Era um ser que vestia o Bo (traje) e levava à mão a Kob (arma). Viveu entre os índios e quando foi embora, na serra de Punkato-Ti, ouviu-se um grande estrondo e Bebgororoti desapareceu nos ares, envolto em fumaça, chama e trovão. E o mais interessante é que quando os índios relembram em suas festividades deBebgororoti, fazem uma roupa que se assemelha a dos astronautas atuais.-Além da presença marcante de deuses físicos em toda a história da humanidade, os OVNIs também foram denominados de aves, répteis e animais voadores, principalmente pelos indígenas. Tivemos Boitat , Mbai-Tat (coisa de fogo), Mboi-Guaçú (cobra grande), Nhandutat (pássaro de fogo - "Thunderbird"), Carbúnculo (lagarto de fogo), etc.... tudo isso no folclore brasileiro. Já os civilizadores os situaram no campo sobrenatural e criaram Mãe do Ouro, fantasmas, luzes fantasmas, Fogo Corredor, Curacanga, Mulher de branco, Alamoa, João Galáfuz e dezenas de outros mitos, por todo o território brasileiro. No início do século, criou-se uma denominação interessante para os OVNIs, a do Carro Fantasma. Um veículo que assombrou muita gente nas estradas intermunicipais.-Na história universal, encontramos milhares de relatos que nos falam sobre os OVNIs no correr dos milênios. No entanto, apesar de se fazerem presentes na história de todos, muitos não crêem na sua existência. E se assim o fazem é porque querem ainda considera-los como oriundos do céu, divinos. Não queremos dizer com isso que Deus é astronauta, pelo contrário, queremos dizer que Deus é o criador de tudo que existe e que não precisa de naves para vir ao nosso planeta..-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3659479404290853142-8859073630293960563?l=aijalomwagner.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/8859073630293960563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3659479404290853142&amp;postID=8859073630293960563' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/8859073630293960563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/8859073630293960563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/2008/12/sinais-divinos-ou-ovnis-223.html' title=''/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQSFyptMMI/AAAAAAAAABA/nMd4Mffrfyk/s72-c/ezekielmerkaba.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142.post-5103993576370519164</id><published>2008-12-22T06:08:00.000-08:00</published><updated>2008-12-22T06:09:11.044-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>OS MESTRES ROM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WESLEY H. BATEMAN&lt;br /&gt;TELEPATA DA FEDERAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Há já vários anos, inúmeras pessoas vêm declarando ter sido abduzidas por alienígenas, levadas a bordo de uma espaçonave e depois submetidas a exames médicos e procedimentos que mais tarde são recordados como horrivelmente assustadores e dolorosos. Estima-se que centenas de milhares de indivíduos alegaram ter tido essas experiências traumáticas e (em alguns casos) com efeitos nocivos para toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O tema da abdução por alienígenas está ficando tão conhecido que a Disneylândia planeja uma apresentação de UFOS que tratará fundamentalmente do “fenômeno da abdução”. A empresa Disney veiculou recentemente um programa de televisão intitulado “Encontros Alienígenas”. Segundo o apresentador, Robert Urich, o interesse da Disney por esse tema é educacional e baseia-se na estimativa de que uma em cada cinco pessoas terá uma experiência de abdução dentro de sete a dez anos. Como e por que a Disney chegou a essas assombrosas conclusões não foi explicado durante o programa. Urich, em seguida, apresentou informações que acusava diretamente o governo federal americano de mentir para o público sobre a existência de UFOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Fiquei espantado ao ouvir essas acusações contra o governo sendo proferidas publicamente por uma empresa tão sólida e tradicional quanto a Disney. O que ela espera ganhar provocando a ira do governo dos Estados Unidos? Mas será que ela está provocando realmente alguma preocupação no governo? Após refletir por algum tempo, concluí que o governo americano e a Disney estão empreendendo conjuntamente um programa de ação destinado a educar o povo e prepará-lo para as inevitáveis experiências de abdução por alienígenas, contra os quais o governo é incapaz de oferecer proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASOS TÍPICOS DE ABDUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Há dois tipos de abdução. O primeiro tipo costuma acontecer quando a vítima é apreendida enquanto está dormindo, ou guiando um automó ou guiando um autom estcontecer quando a v açrno dos estados Unidosas tervel em uma região deserta. Em todos os casos, o abduzido (ou abduzida) sente-se impotente e raramente resiste a seus captores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os alienígenas são descritos como tendo pouco mais de um metro de altura, pele cinzenta e sem pêlos no corpo. Também são descritos com cabeças triangulares e queixo pontudo, uma fenda por boca (sem lábios) e dois pequenos orifícios em um nariz muito pequeno. O mais impressionante são os enormes olhos negros, que parecem contornar por trás o rosto (como certo tipo de óculos escuros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em alguns casos, esses pequenos alienígenas cinzentos são substituídos por assustadores seres reptilianos ou parecidos com insetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em todos os casos, os alienígenas se comunicam com as vítimas por meio de telepatia (transferência de pensamento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os exames médicos e os demais procedimentos são geralmente realizados com a vítima imobilizada em uma espécie de maca de exames. Estranhos instrumentos mecânicos são depois introduzidos rudemente – logo, dolorosamente – em todas as cavidades do corpo. Completados esses procedimentos grotescos e humilhantes, o abduzido é posto em liberdade. Sua lembrança dos acontecimentos parece ser deliberadamente suprimida pelos alienígenas antes de ser solto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Passado algum tempo, o abduzido começa a ser incomodado por estranhos sonhos e ansiedades e nota a presença de marcas ou cicatrizes no corpo das quais não consegue se lembrar da causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Algumas vezes, os abduzidos recordam por si mesmos detalhes de sua abdução por alienígenas. Outros foram auxiliados nessas lembranças pelo auxílio da hipnose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O segundo tipo de abdução por alienígenas nunca é completamente lembrado. Nesse tipo, a vítima é mentalmente atormentada por vagas lembranças de que algum evento estranho lhe sucedeu. Tal crença completa-se pelo fato de pequenos objetos (conhecidos como implantes) são fisicamente detectáveis sob a pele ou algum orifício corporal (em geral, as fossas nasais). Ao serem removidos cirurgicamente, os implantes revelam-se na forma de pirâmides, cones ou lentes convexas. A análise da composição dos implantes revela que são compostos principalmente de silicone e outros materiais inidentificáveis. Experiências que submetem o implante (ainda no corpo) a fortes campos magnéticos provocam extrema tensão mental e desorientação por vários dias após a experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em casos raros, mulheres relatam ter tido seus fetos removidos pelos abdutores; algumas delas acreditam que sua gravidez foi iniciada pelos alienígenas durante uma abdução anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Centenas de milhares de abduções do primeiro tipo, com outros milhares esperadas para os próximos sete a dez anos? Isso significaria que centenas de milhares de vôos não observados de UFOS (para não falar dos pousos necessários) tiveram lugar com o propósito de capturar terráqueos. Quando consideramos  a atividade alienígena em termos de trabalho, o tempo envolvido chega a milhões de horas. Se considerarmos ainda a previsão da Disney (do governo?) de que os alienígenas vão prosseguir com suas assustadoras atividades por mais algum tempo, temos de concluir que o que quer que eles estejam preparando, isso estará relacionado a um projeto ambicioso e que demanda muito tempo. A pergunta  seguinte é, por que eles precisam sondar biologicamente milhões de seres humanos?&lt;br /&gt;  Quando perguntei aos meus contatos extraterrestres como era possível abduzir centenas de milhares de pessoas sem ser fisicamente observado ou detectado, responderam-me: “Nem tudo é o que parece”. Depois descreveram o que está de fato acontecendo. Vou tratar de apresentar a alentada explicação que me deram da maneira mais breve possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE ESTÁ REALMENTE ACONTECENDO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Para entendermos o que está realmente acontecendo, é preciso apresentar vários temas extraterrestres aos leitores que não os conheçam e refrescar a memória dos que já os conhecem. Os temas de que eu estou falando são (1) ROMS Extraterrestres: (2) a Barreira de Freqüência e (3) a Energia de Carga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROMs EXTRATERRESTRES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Nós, da Terra, passamos de rabiscar sinais em pedras para inscrevê-los em placas de argila; depois, passamos a escrever em papiro e, finalmente, à produção em massa de material escrito em papel por meio da imprensa. Com a fotografia e o cinema, juntamente com as gravações de som, podemos transmitir qualquer assunto a qualquer número de pessoas. Quando acrescentamos uma televisão, um programa transmitido via satélite pode alcançar bilhões de pessoas ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nestes últimos tempos, surgiu um novo meio áudio-visual chamado CD-ROM, que permite que a pessoa interaja com os dados armazenados digitalmente que ele contém, por meio de um computador multimídia. Esses CDs são a mesma coisa que os discos compactos em que se grava música, e o termo ROM refere-se ao inglês READ ONLY MEMORY (memória só de leitura) do atual jargãoda informática. Um único CD-ROM pode armazenar até 300.000 páginas em tamanho ofício de material escrito, mais do que poderia ser escrito pelo mais prolixo escritor em toda a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os extraterrestres estão pelo menos um milhão de anos à nossa frente na tecnologia de armazenar e recuperar informação. São capazes de gravar e recuperar mentalmente por meio de uma interface mente/ROM com ROMs do tamanho de comprimidos de aspirina. A quantidade de dados mentais como imagens visuais, sons, odores, sabores, tato, emoções e pensamentos que podem ser armazenada em um único ROM mental é astronômica. Os ROMs mentais extraterrestres podem ser editados e reforçados, por assim dizer,  com efeitos especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os extraterrestres usam especialistas em várias áreas do conhecimento para ver, estudar e gravar mentalmente em ROMs suas observações sobre fauna e flora de um planeta. Depois, quando necessário, qualquer extraterrestre pode consultar o material armazenado e tornar-se um especialista instantâneo sobre qualquer assunto relativo a esse planeta, mesmo que nunca tenha posto os pés nele ou sabido onde se encontra no Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os ROMs mentais são usados pelos extraterrestres com propósitos educacionais e recreacionais. Um exemplo de um ROM mental recreacional seria um que contenha a experiência de uma pessoa assistindo a uma exibição de pirotecnia. O leitor do ROM pode experimentar tudo o que o autor do ROM fez ou sentiu enquanto estava assistindo à exibição, como se fosse o observador original (o autor do ROM). O leitor verá realmente o foguetório todo, ouvirá as explosões, sentirá o cheiro da pólvora queimada e até o vento e a temperatura do momento. Se o autor tiver alguma coceira ou for picado por um inseto no momento da gravação do ROM, o leitor sentirá a coceira ou a picada. O programa de exibição pode durar horas, o mesmo tempo parece ter passado, embora na verdade ele só tenha estado envolvido na leitura do ROM mental por alguns minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os extraterrestres dizem que, na maior parte dos casos, um ROM mental bem feito pode ser mais vívido e real do que a própria realidade. E podem ser transmitidos em certos comprimentos de ondas mentais do Campo Vital Universal para qualquer pessoa mentalmente sensível o bastante para os receber e processar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os abduzidos do tipo um não são fisicamente abduzidos pelos alienígenas. Em vez disso, são submetidos a transmissões de ROMs mentais de eventos reais de abdução. Esses ROMs foram feitos com base em experiências reais com abduzidos. Em todos os casos, os cenários mais assustadores são usados nesses ROMs mentais: alienígenas atravessando paredes, seres reptilianos e insetiformes conduzindo os exames médicos – em todos os casos, também, estes são efeitos especiais. Répteis e insetos mostrados como inteligentes e no controle do destino das vítimas são aterrorizantes para a maioria das pessoas da Terra. Também é fácil convencer qualquer um na Terra, por meio de um ROM mental, que os alienígenas estão lhe falando telepaticamente (e, de certo modo, estão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os ROMs mentais com os seres cinzentos são os mais autênticos, não têm efeitos especiais – os autores dos ROMs, por certo, acham que a aparência desses seres não precisa de nenhum retoque, já que são suficientemente aterrorizantes por si mesmos e muito difíceis para os terráqueos de lidar mentalmente com passividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As cicatrizes e marcas que aparecem no corpo de abduzidos do tipo um podem ser atribuídos ao profundo estado hipnótico em que a pessoa se encontrava durante a recepção do ROM alienígena. O estado mais profundo de hipnose é chamado sonambulismo. Sabe-se que, se for dito a uma pessoa que se acha em profundo estado hipnótico que ela queimou um dedo, uma bolha aparecerá na mesma hora, deixando uma cicatriz em alguns casos. O fenômeno pode ser comparado com a experiência dos estigmas, em que pessoas manifestam as diversas chagas e ferimentos do Cristo crucificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em um ROM mental o abduzido é sempre posto em liberdade. A razão para isso, claro, é que, para início de conversa, eles nunca estiveram em poder dos alienígenas. Pensem só nisto: qualquer alienígena que tivesse sangue frio o suficiente para submeter alguém aos sofrimentos descritos pelos abduzidos não hesitaria em matar a vítima e atirar seu corpo no espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os alienígenas que estão transmitindo os ROMs mentais com cenários de abdução querem que aqueles que recebem o material acabem trazendo a experiência à consciência e acreditando que ela de fato aconteceu. Qualquer um que tenha o conhecimento que os extraterrestres têm da mente humana saberia que uma lembrança total das cenas acabaria ocorrendo – com o tempo. Os alienígenas querem que, então, os pretensos abduzidos contem a quantos puderem suas pretensas experiências para induzir em seus ouvintes medo e desconfiança de qualquer tipo de extraterrestre – até daqueles que não lhes causaria mal algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As múltiplas razões pelas quais esses seres nefastos submetem terráqueos sensíveis às suas assustadoras cenas de ROM mental irão ficando mais claras ao longo deste artigo. As perguntas do por que mais e mais pessoas estão recebendo essas transmissões de ROMs mentais alienígenas e por que o governo espera que mais pessoas ainda sejam afetadas por eles no futuro serão respondidas depois que examinarmos as várias características físicas da Barreira de Freqüência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BARREIRA DE FREQÜÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Com a explosão de Maldek, outrora o quinto planeta do sistema solar, a Terra foi bombardeada por energia e destroços. Esse evento, que ocorreu num passado remotíssimo, fez com que certas camadas cruciais da crosta terrestre se rompessem e que o núcleo liquefeito oscilasse erraticamente. As oscilações antinaturais fizeram com que os habitantes humanos do planeta sofressem mutações biológicas e tivessem drasticamente diminuída sua capacidade mental. Como as oscilações do núcleo interferem nas ondas cerebrais, isso impede que o cérebro opere em freqüências mais elevadas – que seria capaz de fazer se não fosse por esse efeito provocado pelo fenômeno singular da Barreira de Freqüência.&lt;br /&gt;Os 4 tipos de ondas cerebrais produzidas pelo cérebro humano. Segundo Wesley H. Bateman, a Barreira de Freqüência tolhe a capacidade do cérebro de funcionar em freqüências de ondas cerebrais mais elevadas (superiores à beta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ao longo das eras, os terremotos e a atividade vulcânica fizeram (e continuam fazendo) com que essas fraturas na crosta do planeta fossem aos poucos se fechando, diminuindo proporcionalmente as vibrações nocivas emanadas do núcleo. Isso está permitindo que os seres humanos re-evoluam biológica e mentalmente com relação à força atual da Barreira de Freqüência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Há milhares de anos os extraterrestres vêm monitorando os efeitos da Barreira de freqüência sobre os humanos da Terra. Acompanham a diminuição da Barreira observando os terremotos e outras atividades geológicas. Este tema é tratado com mais detalhes no meu livro Knowledge  from  the  Stars (Conhecimento das Estrelas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  À medida que a Barreira de Freqüência vai diminuindo, cada vez mais pessoas da Terra vão ficando capazes de funcionar mentalmente em níveis mais altos de percepção ou, em outras palavras, em planos de consciência mais elevados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  O governo americano está ciente da existência da BF e do interesse dos extraterrestres por ela. Isto fica evidente na declaração feita no manual da Academia da Força Aérea dos Estados Unidos, que tem um capítulo de 14 páginas sobre UFOS: “Por que não há contatos?” Essa pergunta é fácil de ser respondida em uma de várias maneiras: (1) podemos ser objeto de intenso estudo psicológico e sociológico, e nesse tipo de estudo costuma-se não interferir no ambiente estudado; (2) não se contata um formigueiro, e os seres humanos podem parecer formigas para os extraterrestres; (3) esse contato já pode ter ocorrido em caráter sigiloso; ou (4) esse contato pode ter acontecido em um plano de consciência diferente e não somos ainda sensíveis a comunicações nesse plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Sublinhei a última parte dessa declaração para acentuar o fato de que a Força Aérea está sutilmente tornando público o seu conhecimento da BF e do fato de que a diminuição desta algum dia permitirá que nós, da Terra, funcionemos em planos de consciência diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Há muitos anos que a força da BF vem diminuindo o bastante para permitir que as transmissões de ROMs mentais alienígenas sejam recebidas e assimiladas por pessoas sensíveis durante o sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ENERGIA DE CARGA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  No início dos anos 50, a Federação extraterrestre forçou o fechamento do laboratório biológico de Dulce, Novo México, que havia sido montado  e estava sendo operado por um grupo de extraterrestres nefastos. Como esse grupo estava proibido de operar fisicamente na Terra, seus membros decidiram aproveitar o estado enfraquecido da BF e acumular uma enorme colheita de força vital (energia de carga) dos terráqueos indefesos, que de nada suspeitavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nós, como seres humanos, obtemos energia de força vital (energia de carga) de inúmeras maneiras. Aos extraterrestres predatórios não interessa como a pessoa obtém a energia de carga psíquica; só lhes interessa saber como fazer com que os outros a dêem para eles. Gastamos nossa energia de carga com emoções como amor, inveja, ciúme ou medo. O objeto de nossas emoções é o receptor da energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Qualquer método concebido para provocar um estado emocional em um observador ou participante é chamado de veículo de carga. Por exemplo, damos nossa energia de carga psíquica a pessoas como atores, cantores ou esportistas que nos tocam emocionalmente. Isso serve tanto para o estímulo emocional apresentado no momento, quanto para aqueles gravados. Um ROM mental que inspira emoções fortes é um veículo de carga em benefício do(s) seu(s) criador(s), seja lá quem for.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Isso traz à razão básica dos alienígenas predatórios para transmitir seus ROMs mentais de abdução. Eles querem extrair energia psíquica das pessoas por meio do canal emocional do medo. Sabendo que a vítima acabará se lembrando do incidente como algo real, esperam que ela conte a outras pessoas e as convença, tocando-as emocionalmente também. Esse tipo de estímulo emocional secundário extrai mais energia psíquica para os que elaboraram o conteúdo do ROM. Trata-se de uma forma de vampirismo psíquico. Dá para imaginar a quantidade de energia vital que pode ser obtida de milhões de pessoas que acreditam ter sido – ou que serão – abduzidas por seres repugnantes que se dedicam a sondar dolorosamente os corpos delas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Muitas pessoas ficam nervosas só em pensar a ir ao dentista. Porém, coisas como a perfuração dolorosa de um dente nunca são usadas num ROM mental, pois não há como produzir um indício físico (por meio de um ROM) de que um tal procedimento tenha sido levado a cabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A outra razão que os alienígenas malévolos têm para transmitir seus ROMs de abdução é gerar nas pessoas da Terra uma desconfiança por qualquer tipo de extraterrestre – até por aqueles com as mais benignas das intenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALGUNS CASOS DE ABDUÇÃO COM IMPLANTE SÃO REAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  Algumas pessoas estão convencidas de que foram abduzidas por alienígenas que, por alguma razão, inseriram pequenos corpos (chamados de implantes) em seus corpos. Algumas dessas pessoas são abduzidos do tipo um (ROM) e foram programadas para pensar que receberam implantes durante o incidente. Outras, os abduzidos do tipo dois, contêm de fato implantes alienígenas fisicamente detectáveis em seus corpos. Um artigo recente que me chegou em mãos acusa o governo dos Estados Unidos de auxiliar os extraterrestres em um programa mundial de inserção de implantes em milhares de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A razão dos extraterrestres para implantar esses objetos no corpo das pessoas é muito complexa e longa para ser incluída neste artigo. Mais uma vez, nem tudo é o que parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Esses casos podem ser tema de um futuro artigo que também poderia incluir maneiras para neutralizar a diabólica transmissão de ROMs mentais em nossos recém-despertados níveis de consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Pode-se até ver uma audiência de extraterrestres esperando enquanto um mestre de cerimônias anuncia: “E, na categoria de ROM mental para fazer os terráqueos tremerem de medo, o vencedor é...” Lembrem-se: “Até mesmo um sussurro em uma montanha de estrelas será ouvido em todos os vales da eternidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo transcrito da Revista Amaluz, ano três, número 32 de setembro de 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização: Wagner Luiz Souza Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:maldek-sarus@hotmail.com"&gt;mailto:maldek-sarus@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3659479404290853142-5103993576370519164?l=aijalomwagner.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/5103993576370519164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3659479404290853142&amp;postID=5103993576370519164' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/5103993576370519164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/5103993576370519164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/2008/12/os-mestres-rom-wesley-h.html' title=''/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142.post-114681324355932240</id><published>2008-12-22T06:04:00.000-08:00</published><updated>2008-12-22T06:06:59.477-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mistérios em Marte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fotos da superfície de Marte revelaram for&amp;shy;mas que os astrônomos, ao vê-las pela primeira vez, apelidaram de "Ci&amp;shy;dade Inca". Localizadas na região sul do planeta, elas mostram uma série de muralhas em degraus feitas de segmentos quadrados ou retan&amp;shy;gulares. John McCauley, um geólogo da NASA, comentou que essas formações, chamadas de "cadeiras de morros" eram "contínuas, não mostrando brechas e erguem-se entre as planícies adjacentes como as muralhas de ruínas da Antigüidade”. Essa imensa muralha ou série de blocos conectados tem uma impres&amp;shy;sionante semelhança com as estruturas colossais e igualmente enigmá&amp;shy;ticas encontradas em alguns pontos da Terra, como as camadas de gi&amp;shy;gantescos blocos de pedra que formam a base da vasta plataforma dos templos de Bralbek, no Líbano, ou as muralhas em zigueza&amp;shy;gue mais grosseiras, mas igualmente impressionantes, de Sacsahuamán, perto de Cuzco, no Peru. Em The Stairway to Heaven e The Lost Realms, atribuí essas estruturas aos Anunnaki/Nefilim. As forma&amp;shy;ções avistadas em Marte talvez possam ser explicadas como resultado de fenômenos naturais e o tamanho dos blocos, variando entre 4 e 6 quilômetros de comprimento, poderiam indicar mais a mão da nature&amp;shy;za do que de pessoas. Mas, por outro lado, já que não existe certeza de sua origem natural, é possível que sejam restos de estruturas artifi&amp;shy;ciais - no caso dos "gigantes" das lendas do Oriente Médio terem tam&amp;shy;bém visitado Marte...&lt;br /&gt;A afirmação de que existiam "canais" em Marte parecia superada quando, depois de décadas em que seus descobridores foram ridicula&amp;shy;rizados, os cientistas concluíram que as formações observadas por Schia&amp;shy;parelli e Lowell eram de fato leitos de rios secos. No entanto, existem outras formações na superfície marciana que desafiam uma explicação tão simplista. Entre elas estão "faixas" brancas que correm em linha reta por centenas de quilômetros - às vezes paralelas, em outras cortando-se em ângulos retos - com "trilhas" que se alargam e estrei&amp;shy;tam. Como seria de se esperar, os cien&amp;shy;tistas da NASA atribuíram sua origem a tempestades de areia. É possí&amp;shy;vel que seja essa a explicação, mas a regularidade e especialmente o cru&amp;shy;zamento das linhas podem ser uma indicação de origem artificial. Se quisermos encontrar uma formação semelhante na Terra, basta olhar&amp;shy;mos para as linhas na planície de Nazca, no sul do Peru, con&amp;shy;sideradas pelas lendas como obra dos "deuses".&lt;br /&gt;No Oriente Médio e nos Andes existe uma variedade de pirâmides - as imensas pirâmides de Gizé, as de degraus ou zigurates da Meso&amp;shy;potâmia e das primitivas civilizações da América. Como mostram as fotos das sondas Mariner e Viking, há pirâmides ou formações pareci&amp;shy;das com pirâmides em Marte.&lt;br /&gt;As formações que parecem ser pirâmides de três lados localizadas no platô Elysum, na região denominada Trivium Charontis, foram notadas pela primeira vez em imagens enviadas pela Mari&amp;shy;ner 9, quadro 4205-78, de 8 de fevereiro de 1972, e quadro 4296-23, de seis meses depois. O que despertou a atenção dos cientistas foram dois pares de "estruturas tetraédricas" - para usar a cautelosa termi&amp;shy;nologia empregada -, dos quais um par era formado por duas enor&amp;shy;mes pirâmides e o outro de pirâmides menores. Elas parecem arranja&amp;shy;das num padrão romboidal. Novamente o tamanho das "pirâmides" - as maiores têm cerca de 3 quilômetros de lado e 800 metros de altura - sugere que pode se tratar de formações causadas por fenô&amp;shy;menos naturais. Um estudo publicado em Icarus (vol. 22, 1974), escri&amp;shy;to por Victor Ablordeppy e Mark Gipson, ofereceu quatro teorias para explicar a origem dessas formações. David Chandler (Life on Mars) e o astrônomo Francis Graham (em Frontiers of Science, novembro e de&amp;shy;zembro de 1980), entre outros, mostraram as falhas nessas teorias. O fato das fotos das pirâmides terem sido tiradas com um intervalo de seis meses, com diferentes ângulos de insolação, e continuarem mantendo a forma tetraédrica convence muitos estudiosos de que se trata de es&amp;shy;truturas artificiais, mesmo que não tenhamos explicações plausíveis para seu tamanho. "Dado à presente falta de qualquer explicação facilmen&amp;shy;te aceitável ", escreveu Chandler, "não há razão para se excluir de consideração a conclusão mais óbvia de todas: é possível que elas tenham sido construídas por seres inteligentes." E Francis Graham, depois de afirmar que ”a conjectura de que elas são construções de uma antiga raça de marcianos deve ter seu lugar entre as teorias sobre sua origem", acrescentou que futuros exploradores poderão descobrir nessas estru&amp;shy;turas entradas soterradas, Câmaras interiores ou inscrições que foram capazes de resistir “talvez a milhares de milênios de erosão pelo vento".&lt;br /&gt;Outras pirâmides com um número variado de lados foram percebi&amp;shy;das por pesquisadores que estudaram as fotos marcianas. O interesse, ou controvérsia, tem se centrado, sobretudo numa área chamada Cydonia, porque um grupo do que poderiam ser estru&amp;shy;turas artificiais parece alinhado com aquilo que alguns chamam de "Es&amp;shy;finge Marciana", situada ao leste de uma dessas formações, como pode ser facilmente visto na foto panorâmica da NASA 035-A-72. O que se observa é uma rocha com traços de uma figura humana bem proporcionada, aparentemente um homem usando um tipo qual&amp;shy;quer de capacete, com a boca um pouco aberta e olhos volta&amp;shy;dos diretamente para um observador que estaria no firmamento de Mar&amp;shy;te. Tal como os outros "monumentos" este também tem proporções gigantescas. O "Rosto" mede quase 1,6 quilômetro de altura total e calcula-se que ele se eleva a quase 800 metros acima do platô mais pró&amp;shy;ximo, como pode ser avaliado pela sombra que projeta.&lt;br /&gt;Embora se conte que o cientista da NASA que primeiro examinou as fotos recebidas do orbiter da Viking 1, em 25 de julho de 1976, "qua&amp;shy;se caiu da cadeira" ao ver esse quadro, ao que se seguiram as adequa&amp;shy;das exclamações do tipo "Santo Deus!" e outras de cunho similar, o fato é que essa foto foi arquivada junto com milhares de outras envia&amp;shy;das pela sonda sem nenhuma anotação especial porque considerou-se a impressão de um rosto humano não mais do que um jogo de luz e sombra numa rocha erodida por forças naturais. Quando alguns jorna&amp;shy;listas que cobriam a chegada das imagens perguntaram se aquela for&amp;shy;mação era mesmo um rosto esculpido na rocha, o chefe da equipe de cientistas garantiu que uma foto posterior, recebida poucas horas de&amp;shy;pois da primeira, não mostrava essa figura. (Alguns anos depois a NASA reconheceu que essa declaração fora incorreta e enganosa porque a ver&amp;shy;dade era que a área ficara coberta pela escuridão da noite logo após o envio da primeira foto e que na realidade existiam outras imagens mos&amp;shy;trando claramente a "Esfinge".&lt;br /&gt;Três anos depois, Vicent DiPietro, um engenheiro eletricista e espe&amp;shy;cialista em computadorização de imagens, que vira a foto do "Rosto" numa revista, encontrou-se cara a cara com ele enquanto consultava os arquivos do Centro Nacional de Dados da Ciência Espacial. A foto tirada pela Viking, com o número de catálogo 76-H-593/17384, tinha co&amp;shy;mo título apenas a palavra "Cabeça". Intrigado com a decisão de manter-&amp;shy;se arquivada num centro puramente científico uma imagem com esse título tão instigante - e justo do "Rosto", cuja existência fora veemen&amp;shy;temente negada -, DiPietro partiu, junto com Greg Molenaar, perito em computação da Lockheed, em busca da imagem original da NA&amp;shy;SA. Eles não encontraram apenas uma, mas duas delas, a outra sendo o quadro 070-A-13. Pesquisas subseqüentes revelaram a existência de mais fotos da área de Cydonia tiradas por diferentes câ&amp;shy;meras do orbiter da Viking, mostrando tanto o lado direito como o es&amp;shy;querdo das formações. (Atualmente sabe-se da existência de onze des&amp;shy;sas fotos). O "Rosto", bem como as formações piramidais e outras igual&amp;shy;mente intrigantes, podia ser visto em todas elas. Usando sofisticadas técnicas de computação, DiPietro e Molenaar obtiveram imagens am&amp;shy;pliadas e mais nítidas do "Rosto" que os convenceram de que ele não fora esculpido por intempéries.&lt;br /&gt;Animados com esses resultados, os dois pesquisadores apresentaram seu trabalho na conferência Opção por Marte. Contudo, em vez da acla&amp;shy;mação que esperavam, eles viram suas afirmações serem recebidas com indiferença, sem dúvida porque os cientistas presentes ao evento não estavam dispostos a aceitar algo que iria contra todas suas crenças: o "Rosto" era obra de seres inteligentes, "marcianos" que numa época antiga tinham habitado o planeta. Publicando suas descobertas inde&amp;shy;pendentemente, DiPietro e Molenaar procuraram ao máximo se disso&amp;shy;ciarem das "loucas especulações" sobre a origem das formações, mas afirmaram no epílogo do livro que "as formações não parecem naturais e pedem maiores investigações". Os cientistas da NASA, contudo, re&amp;shy;jeitaram todas as sugestões de futuras missões a Marte incluírem uma visita ao "Rosto", o que é estranho, pois, na opinião deles, ele não pas&amp;shy;sa de uma rocha modelada pelas forças naturais de forma a dar a im&amp;shy;pressão de ter feições humanas.&lt;br /&gt;A causa do "Rosto" de Marte foi abraçada por Richard C. Hoagland, autor científico e antigo consultor do Centro de Vôos Espaciais de Goodard. Ele organizou uma conferência sobre computação com o título: A Equipe Independente de Investigações sobre Marte, com o propósito de mostrar as fotos e levar todos os dados recolhidos sobre a questão ao conhecimento de um seleto grupo de peritos e cientistas. Entre eles estavam Brian O’Leary, um astronauta-cientista, e David Webb, mem&amp;shy;bro da Comissão Espacial da Presidência dos Estados Unidos. Em suas conclusões, eles não somente concordaram com o ponto de vista de que o "Rosto" e as "pirâmides" eram estruturas artificiais, como também sugeriram que as outras formações avistadas na superfície de Marte po&amp;shy;diam igualmente ser obra de seres inteligentes.&lt;br /&gt;Fiquei especialmente intrigado com a afirmação de Hoagland e seu colega, Thomas Rautenberg, um especialista em computação que li nos relatórios da conferência, de que a orientação do "Rosto", bem como da principal pirâmide, indicava que eles tinham sido construídos há cerca de 500 mil anos em alinhamento com o pôr-do-sol na época do solstício em Marte. Quando os dois vieram me procurar para comentar suas provas fotográficas, fiz-lhes ver que segundo minhas conclusões em O 12º. Planeta, os Anunnaki/Nefilim desceram pela primeira vez na Terra há 450 mil anos e que talvez não fosse obra do acaso suas datas coincidirem com as minhas. Embora Hoagland tenha se mostrado um tanto cauteloso em concordar comigo, ele dedicou muitas páginas de seu livro, The Monuments of Mars, às minhas pesquisas e aos textos su&amp;shy;mérios que tratam dos Anunnaki.&lt;br /&gt;A publicidade em torno das descobertas de DiPietro, Molenaar e Hoa&amp;shy;gland forçou a NASA a se pronunciar sobre o assunto e ela insistiu em afirmar que eles estavam errados. Num gesto incomum, o Centro Na&amp;shy;cional de Vôos Espaciais em Greenbelt, no Estado de Maryland, que fornece ao público cópias de fotos e dados da NASA, passou a anexar às fotos do "Rosto" comunicados refutando as interpretações não orto&amp;shy;doxas das imagens. Entre eles está um informe de três páginas escrito por Paul Butterworth, o planetólogo residente do Centro, datado de 6 de junho de 1987, onde ele afirma que "não existe motivo para se acre&amp;shy;ditar que essa montanha em especial, tão similar a dezenas de milhares de outras do planeta, não seja resultado de processos geológicos que produziram todos os outros acidentes geográficos de Marte... Devido à existência de uma imensa quantidade de montanhas naquele planeta, não é de admirar que algumas delas nos façam lembrar objetos conhe&amp;shy;cidos e nada nos é mais familiar do que o rosto humano. Ainda estou esperando encontrar a 'Mão de Marte' e o 'Pé de Marte'!”&lt;br /&gt;Ora, não existir motivo para acreditar que a formação não é natural não pode ser considerado um argumento factual para contestar a opi&amp;shy;nião oposta, cujos proponentes afirmam que têm motivo para crer que as formações são artificiais. Ainda assim, é verdade que na Terra há muitos morros, montanhas e outros acidentes geográficos que dão a im&amp;shy;pressão de serem esculturas de animais ou pessoas, embora não pas&amp;shy;sem de formações da natureza. Esse poderia até ser um argumento vá&amp;shy;lido para explicar as "pirâmides" no platô ou a "Cidade Inca". O "Ros&amp;shy;to", porém, e algumas formações perto dele, em especial as com lados retos, continuam sendo um enigma desafiador.&lt;br /&gt;Um estudo muito interessante feito por Mark J. Carlotto, um cientis&amp;shy;ta especializado em óptica, foi publicado no número de maio de 1988 da prestigiosa revista Applied Optics. Usando técnicas de computação gráfica, ele usou quatro quadros de imagens da NASA tiradas pelo orbiters da Viking com diferentes câmeras em quatro passagens orbitais para recriar uma representação tridimensional do "Rosto". O estudo fornecia informações detalhadas sobre os complexos procedimentos óp&amp;shy;ticos e fórmulas matemáticas para a análise em três dimensões, e a con&amp;shy;clusão do autor foi que o "Rosto" era mesmo uma face humana com simetria bilateral, estando o outro olho escondido pela sombra e "a ele&amp;shy;gante estrutura da boca sugerindo a presença de dentes". Segundo ele, essas formações eram realmente "traços faciais" e não um "fenômeno passageiro" ou uma impressão causada por um jogo de luz e sombra. "Embora os dados enviados pela Viking não possuam resolução sufi&amp;shy;ciente para permitir a identificação dos possíveis mecanismos de ori&amp;shy;gem desses objetos, os resultados obtidos até hoje sugerem que talvez eles não sejam naturais”.&lt;br /&gt;A Applied Optics considerou o artigo bastante importante para fazer dele a matéria de capa. A revista científica New Scientist dedicou várias páginas ao trabalho e seu autor, e concordou com a sugestão de Carlot&amp;shy;to dizendo que, "no mínimo, esses enigmáticos objetos" - o "Rosto” - e as formações piramidais que alguns apelidaram de "A Cidade" - "merecem um melhor escrutínio das futuras sondas marcianas, tal co&amp;shy;mo a missão Phobos soviética, de 1988, ou a Observer, dos Estados Unidos".&lt;br /&gt;O fato de a imprensa controlada da URSS ter publicado vários arti&amp;shy;gos de Vladimir Avinsky, famoso pesquisador das áreas de geologia e mineralogia, que apóia e teoria sobre a origem não natural dos monu&amp;shy;mentos, sem dúvida nos fornecem indicações sobre o ponto de vista das organizações aeroespaciais soviéticas sobre o assunto. Devo salientar aqui duas afirmações do Dr. Avinsky. Ele sugere (tanto em artigos publica&amp;shy;dos como em trabalhos apresentados em caráter particular) que quanto ao tamanho colossal das formações marcianas, deve-se ter em mente que devido à baixa gravidade do planeta um homem nele colocado seria ca&amp;shy;paz de executar tarefas gigantescas. O Dr. Avinsky também atribui uma grande importância ao círculo escuro que se vê claramente na área pla&amp;shy;na entre o "Rosto" e as pirâmides. Enquanto os cientistas da NASA o qualificaram de "um pingo de água na lente da Viking", Avinsky o considera "o centro de toda a composição" do "complexo marciano" e seu arranjo.&lt;br /&gt;A não ser que se parta da hipótese de que há dezenas de milhares de anos ou até 500 mil anos os terráqueos tinham uma avançada civili&amp;shy;zação e tecnologia sofisticada que lhes permitiam envolver-se em via&amp;shy;gens espaciais e chegarem a Marte, e, entre outras coisas, construírem monumentos como o "Rosto", só nos restam duas alternativas lógicas para explicar os indícios que temos. A primeira, é que houve em Marte seres inteligentes que, além de serem capazes de executar obras megalíticas, também eram muito parecidos conosco. No entanto, a ausência até mesmo de microorganismos no solo do planeta e qualquer vestígio de uma antiga vida vegetal ou animal que, entre outras coisas, fornece&amp;shy;ria sustento aos marcianos com aspecto físico igual ao nosso, a idéia da existência de uma população como a encontrada na Terra e capaz de copiar formas estruturais terrestres parece extremamente improvável.&lt;br /&gt;Resta então uma única alternativa plausível: seres nem de Marte nem da Terra, capazes de fazer viagens espaciais há cerca de 500 mil anos, vieram ao nosso sistema solar e aqui permaneceram por algum tempo, pois deixaram para trás monumentos de demorada construção. Os úni&amp;shy;cos seres desse tipo de que se tem notícia - tanto pelos textos sumérios como por todas as mitologias antigas - são os Anunnaki de Nibiru. Sabemos qual era seu aspecto físico - igual ao nosso, pois eles nos fi&amp;shy;zeram "a sua imagem e semelhança", para citar o Gênesis.&lt;br /&gt;Os rostos dos Anunnaki aparecem em inúmeros desenhos e monu&amp;shy;mentos da Antiguidade, como a famosa Esfinge de Gizé. Se&amp;shy;gundo as inscrições egípcias, o rosto retratado nela é o de Hor-em-Akhet, o "Deus-Falcão do Horizonte", um dos epítetos de Rá, um filho de Enki, que podia voar ao confins dos céus em seu Barco Celestial.&lt;br /&gt;A Esfinge foi orientada de modo que seu olhar estivesse precisamen&amp;shy;te alinhado com o paralelo 30 e voltado para o espaçoporto dos Anun&amp;shy;naki na península do Sinai. Os antigos textos atribuíam a ela funções de comunicação (e falava da existência de câmaras subterrâneas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mensagem é enviada do céu,&lt;br /&gt;ela é ouvida em Heliópolis e repetida em Mênfis&lt;br /&gt;pelo Belo de Rosto.&lt;br /&gt;Ela é parte de um despacho escrito pela mão de Thot&lt;br /&gt;a respeito da cidade de Amen...&lt;br /&gt;Os deuses estão agindo segundo as ordens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A referência ao papel de transmissor de mensagens do Belo de Rosto - a Esfinge de Gizé - levanta a questão sobre qual seria o propósito do "Rosto" de Marte, pois, se ele foi mesmo obra de seres inteligentes, por definição estes não gastariam tempo e esforço para construí-lo sem um motivo lógico. Seria, como sugere o texto egípcio, enviar “uma men&amp;shy;sagem do céu" para a Esfinge na Terra, uma "ordem" que os deuses acataram por ter vindo de um "Rosto" para outro Belo de Rosto?&lt;br /&gt;Se era esse mesmo o propósito do "Rosto" de Marte, então seria na&amp;shy;tural esperar a presença de pirâmides por perto, como se vê em Gizé. Lá três excepcionais e singulares pirâmides, uma pequena e duas colossais, elevam-se em simetria umas com as outras e com a Esfinge. É, portanto, muito interessante o Dr. Avinsky ter discernido três verda&amp;shy;deiras pirâmides na área adjacente ao "Rosto" em Marte.&lt;br /&gt;Como as amplas evidências apresentadas nos meus livros da série "Crônicas da Terra" indicam, as pirâmides de Gizé não foram obra de faraós, mas construções feitas pelos Anunnaki. Antes do dilúvio seu espaçoporto ficava na Mesopotâmia, em Sippar ("A Cidade dos Pássa&amp;shy;ros"). Depois que o dilúvio varreu a Terra, um novo espaçoporto foi construído na península do Sinai e foi preciso erigir duas montanhas artificiais, as duas grandes pirâmides de Gizé, para servirem como um dos marcos do início do Corredor de Aterrissagem cujo ápice ficava no monte Ararat, o acidente geográfico mais visível do Oriente Médio. Se essa também seria a função das pirâmides da área de Cydonia, em Marte, alguma correlação com o acidente geográfico mais notável daquele planeta na região, o monte Olimpo, poderá acabar sendo encontrada.&lt;br /&gt;Quando o principal centro de mineração de ouro dos Anunnaki pas&amp;shy;sou a ser o situado nos Andes, e não mais o da África, o centro meta&amp;shy;lúrgico ficou localizado nas margens do lago Titicaca, na área onde atual&amp;shy;mente estão as minas de Tiahuanaco e Puma- Punku. As principais es&amp;shy;truturas de Tiahuanaco, ligadas ao lago por meio de canais era a "pi&amp;shy;râmide" que tem o nome de Akapana, uma grande estrutura em forma de monte construída para processar minérios, e o Kalasasaya, uma es&amp;shy;trutura quadrada e "oca", que servia para propósitos astro&amp;shy;nômicos e cuja orientação estava alinhada com os solstícios. Puma-Punku ficava situada bem na margem do lago e suas principais estruturas eram "recintos do ouro", construídos com imensos blocos de pedra e situa&amp;shy;dos ao longo de uma série de ancoradouros em ziguezague.&lt;br /&gt;Anteriormente falei sobre outras formações singulares fotografadas pe&amp;shy;las câmeras da Viking na superfície de Marte. Entre elas, duas me parecem decididamente artificiais - e ambas parecem imitar estruturas en&amp;shy;contradas nas margens do lago Titicaca, nos Andes. Uma delas, semelhante ao Kalasasaya é a primeira formação a leste do "Rosto", um pouco ao norte do misterioso círculo escuro. Como indica uma ampliação dessa área, a parte sul que ainda permanece em pé consiste de duas muralhas distintas, perfeitamente retas, que se encontram num ângulo que parece agudo devido ao ângulo da fotogra&amp;shy;fia, mas que de fato é perfeitamente reto. A estrutura - que não pode&amp;shy;ria ser natural por mais que se tente forçar a imaginação - dá a im&amp;shy;pressão de ter sido destruída em sua parte norte por uma enorme pe&amp;shy;dra que caiu sobre ela em decorrência de uma catástrofe qual&amp;shy;quer.&lt;br /&gt;A outra coisa que não pode ser produto da erosão natural é avistada diretamente ao sul do "Rosto", uma área de formações caóticas, algu&amp;shy;mas delas com lados impressionantemente retos. Separado do "Rosto" pelo que poderia ter sido um canal ou uma extensão de água natural - a opinião geral é que a área fica na margem de um antigo mar ou lago - o lado da formação que dá para ele não é reto, mas apresenta uma série de "recortes como os dentes de uma serra". Devemos ter em mente que todas essas fotos foram tiradas de uma alti&amp;shy;tude de cerca de 2 mil quilômetros. Então, o que observamos nelas po&amp;shy;de bem ter sido uma sucessão de grandes ancoradouros - exatamente como os encontrados em Puma- Punku.&lt;br /&gt;As duas formações, que não podem ser explicadas por um jogo de luz e sombra, têm, assim, similaridades com as edificações encontra&amp;shy;das nas margens do lago Titicaca. Desse modo, elas não somente res&amp;shy;paldam minha teoria de que são restos de estruturas erigidas pelos mes&amp;shy;mos visitantes do espaço que vieram à Terra - os Anunnaki - como também oferecem uma hipótese para explicar seu propósito e possível função. Essa conclusão é ainda mais fortalecida pelas formações que podem ser vistas na área de Utopia: uma estrutura pentagonal (quadro NASA 086-A-07, ampliado) e uma "pista", perto do que alguns afir&amp;shy;mam ser indícios de mineração (quadro NASA 086-A-08).&lt;br /&gt;Os espaçoportos dos Anunnaki na Terra, a julgar pelos registros su&amp;shy;mérios e egípcios, consistiam num Centro de Controle da Missão, Ra&amp;shy;diofaróis de Aproximação, um silo subterrâneo e uma planície cuja superfície plana natural servia como pista de decolagem e aterrissagem. O Centro de Controle e os Radiofaróis de Aproximação situavam-se a alguma distância do espaçoporto propriamente dito, onde ficava a pis&amp;shy;ta. Quando o espaçoporto foi reconstruído na península do Sinai, o Cen&amp;shy;tro de Controle da Missão passou a ser em Jerusalém e um dos Radio&amp;shy;faróis de Aproximação ficava em Gizé, no Egito. (O silo subterrâneo da península do Sinai está retratado em desenhos encontrados em tum&amp;shy;bas egípcias e foi destruído por armas nucleares em 2024 a.C.). Nos Andes, as linhas de Nazca, acredi&amp;shy;to, representam provas visuais do uso daquela planície árida e lisa co&amp;shy;mo pista para a aterrissagem e decolagem de ônibus espaciais. O inexplicável cruzamento das linhas na superfície de Marte, as chamadas "pis&amp;shy;tas", pode talvez ser um indício similar.&lt;br /&gt;Existem também o que parecem ser pistas de verdade na superfície marciana. Do alto elas dão a impressão de serem marcas feitas com um estilete num linóleo de assoalho, sendo “arranhões" mais ou menos re&amp;shy;tos. Essas marcas têm sido explicadas como acidentes geológicos, fen&amp;shy;das naturais na superfície do planeta. Todavia, como se pode ver no quadro NASA 651-A-06, as "fendas", ou pistas, pare&amp;shy;cem sair de uma estrutura elevada, com forma geométrica de lados re&amp;shy;tos e o que poderiam ser ancoradouros em ziguezague de um lado &amp;shy;estrutura esta agora praticamente soterrada por tempestades de areia &amp;shy;para as margens do que antes evidentemente era um lago. Outras fotos aéreas mostram algumas pistas numa escarpa acima do gran&amp;shy;de cânion no Valles Marineris, perto do equador marciano. Essas linhas não apenas seguem os contornos do terreno como também se cru&amp;shy;zam num desenho que dificilmente poderia ser considerado natural.&lt;br /&gt;Já foi dito que se uma nave espacial alienígena quisesse procurar si&amp;shy;nais de vida na Terra em áreas não populosas, o que denunciaria a pre&amp;shy;sença de habitantes em nosso planeta seriam as "marcas" que chamamos de "estradas" e os padrões retilíneos das regiões cultivadas. A pró&amp;shy;pria NASA forneceu indícios do que poderiam ser sinais de uma ativi&amp;shy;dade agrícola em Marte. O quadro 52-A-35 mostra uma série de sulcos paralelos que lembra uma área de cultivo em terraços - como as encontradas nas altas montanhas do Vale Sagrado do Peru. A legenda da foto escrita pelo Centro de Imprensa da NASA em Pasa&amp;shy;dena, na Califórnia, por ocasião de sua liberação ao público em 18 de agosto de 1976, dizia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcas geométricas peculiares e tão regulares que parecem quase ar&amp;shy;tificiais podem ser vistas nesta fotos da superfície de Marte tiradas pelo orbiter da Viking 1 em 12 de agosto, de uma distância de 2.073 quilô&amp;shy;metros. Essas marcas, que seguem os contornos do terreno, ficam nu&amp;shy;ma depressão ou bacia pouco profunda, possivelmente formada por ero&amp;shy;são causada pelo vento. As marcas - que ocupam uma extensão de 1 quilômetro entre os dois picos adjacentes - são elevações baixas e va&amp;shy;les, e podem estar relacionadas com os mesmo processos de erosão.&lt;br /&gt;Os contornos paralelos se assemelham muito com uma vista aérea de áreas com solo arado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A similaridade da formação com um "campo de cultivo depois de arado" foi notada assim que se recebeu a foto, e o comentário de Mi&amp;shy;chael Carr, o chefe da equipe de imagens, foi: "Estamos conseguindo umas coisas estranhas, é tudo muito intrigante... é difícil se pensar nu&amp;shy;ma causa natural porque as trilhas são regulares demais". A localização delas não deveria nos surpreender: a região de Cydonia, onde ficam o "Rosto" e as outras formações enigmáticas.&lt;br /&gt;Na região Elysium, onde alguns discernem as pirâmides de três la&amp;shy;dos, foram avistadas formações que parecem uma área com irrigação artificial. Os estudos científicos explicaram essas forma&amp;shy;ções, que alguns chamam de "padrão waffle" como "depósitos de água de degelo com canais de drenagem naturais", resultado de interações entre a atividade vulcânica e o gelo. Por outro lado, as formações são muito parecidas com indícios recentemente descobertos sobre as práti&amp;shy;cas agriculturais de antigas civilizações da América Central e América do Sul. Elas obtinham grandes colheitas em regiões com pouca chuva, mas com recursos substanciais de águas subterrâneas plantando em "ilhas" cercadas por canais de irrigação. Se não existissem tantas ou&amp;shy;tras formações enigmáticas na superfície de Marte, as complexas expli&amp;shy;cações sobre os processos naturais que possivelmente teriam causado o "padrão waffle" até poderiam ser aceitas. Porém, com tantas evidên&amp;shy;cias, existe base para se preferir ver nessas formações mais provas de atividades dentro dos moldes humanos no planeta Marte.&lt;br /&gt;Como os Anunnaki contavam os planetas de nosso sistema solar de fora para dentro, para eles Marte era o sexto planeta e os sumérios o representavam de acordo, usando como seu símbolo uma estrela de seis pontas. (Para a Terra, o sétimo planeta, eles usavam uma estrela de sete pontas ou apenas sete pontinhos.) Utilizando esses símbolos como pis&amp;shy;tas, podemos agora nos dedicar ao exame de uma surpreendente figura suméria encontrada num selo cilíndrico. Ela mostra uma na&amp;shy;ve espacial com seus painéis solares e antenas estendidos, passando en&amp;shy;tre o sexto e sétimo planetas, isto é, entre a Terra e Marte. (Vemos que o símbolo de sete pontinhos está acompanhado pelo crescente, o sím&amp;shy;bolo da Lua.) Um Anunnaki alado segurando um instrumento (modo de representar os membros do corpo de astronautas), saúda um colega que obviamente está em Marte e usa um capacete ao qual estão conectados alguns equipamentos e que também segura um instrumento qual&amp;shy;quer. Eles parecem conversar, dizendo: "A nave espacial agora está in&amp;shy;do de Marte para a Terra". (O desenho de dois peixes sob a nave indica a casa zodiacal de Peixes).&lt;br /&gt;Os arqueólogos descobriram muitas listas com nomes de planetas e estrelas em tábulas de argila dos sumérios, acadianos e babilônios. Co&amp;shy;mo de hábito, os nomes eram epítetos cujo significado transmitia infor&amp;shy;mações a respeito de pessoas ou objetos. Um dos epítetos para Marte era Simug, que quer dizer "ferreiro, o que funde metal", e honrava o deus Nergal, a quem o planeta era associado na época suméria. Filho de Enki, Nergal era o encarregado dos domínios africanos que incluíam as áreas de mineração de ouro. Marte também era chamado de UTU.KA.GAB.A, que significa "luz colocada no portão das águas", no&amp;shy;me que pode ser interpretado tanto como se referindo à posição do pla&amp;shy;neta em relação ao Cinturão de Asteróides que, segundo os textos astronômicos da Mesopotâmia, separava as Águas Superiores das Águas Inferiores, ou como a fonte de abastecimento de água que os astronau&amp;shy;tas necessitavam antes de enfrentarem a longa viagem para além dos mais inóspitos e perigosos planetas distantes, Saturno e Júpiter.&lt;br /&gt;Mais interessantes ainda são as listas planetárias que relacionam os planetas na ordem em que os Anunnaki os encontrariam em sua via&amp;shy;gem espacial na direção da Terra. Marte também era chamado de MUL.APIN ("planeta onde se ajusta o curso correto"). É esse também o nome que ele tem numa impressionante tábula circular, que copiava nada mais nada menos do que um mapa da rota da viagem feita por Enlil, vindo do Nibiru para a Terra, mostrando graficamente uma "curva para a direita" em Marte.&lt;br /&gt;O texto que mais esclarece o papel desempenhado por Marte, ou ins&amp;shy;talações nele construídas, nas viagens dos Anunnaki, é o que está nu&amp;shy;ma tábula assíria que descreve o festival de Akitu, evento emprestado das antigas tradições sumérias. Ele dá uma relação dos rituais e proce&amp;shy;dimentos simbólicos que deveriam ser seguidos durante os dez dias das cerimônias de Ano-Novo. Na Babilônia, a suprema deidade era Mar&amp;shy;duk, por ele ter conquistado a supremacia sobre os deuses primitivos. Essa transferência de supremacia foi a causa dos babilônios terem mu&amp;shy;dado o nome do "Planeta dos Deuses" - Nibiru em sumério - pas&amp;shy;sando a chamá-lo de Marduk.&lt;br /&gt;As cerimônias do Akitu incluíam a reencenação das viagens feitas pe&amp;shy;los Anunnaki à Terra, feita por Marduk. A procissão religiosa seguia um caminho com várias estações simbolizando cada uma um planeta, e cada uma delas tinha um epíteto que expressava o papel por eles de&amp;shy;sempenhado, sua aparência ou características marcantes. A estação/pla&amp;shy;neta Marte era chamada de "o navio do viajante", e penso que isso sig&amp;shy;nifica que era nele que os astronautas e carga vindos de Nibiru eram transferidos para naves menores, nas quais eram trazidos à Terra (e vice-&amp;shy;versa). Essas idas e vindas a Marte não ocorriam a cada 3.600 anos (du&amp;shy;ração da órbita de Nibiru), mas dentro de uma programação mais fre&amp;shy;qüente. Ao aproximar-se da Terra, essas naves-transporte conectavam-&amp;shy;se com uma estação ou estações orbitais, que eram tripuladas pelos Igi&amp;shy;gi. A real aterrissagem e decolagem em nosso planeta era feita com na&amp;shy;ves bem menores, tipo ônibus espacial, que usavam como "pistas" pla&amp;shy;nícies naturais e alçavam vôo como aviões até conseguirem a potência necessária para subirem verticalmente.&lt;br /&gt;Os cientistas que estão fazendo o planejamento para futuras viagens espaciais da humanidade prevêem quase a mesma seqüência de dife&amp;shy;rentes veículos para superar as restrições causadas pela gravidade da Terra, fazendo uso das estações orbitais e da menor gravidade da Lua e Marte. Novamente a ciência moderna está se aproximando do antigo conhecimento.&lt;br /&gt;Marte, em alguma época de seu passado, abrigou uma estação espacial.&lt;br /&gt;E mais, existem indícios que nos sugerem que essa antiga base foi rea&amp;shy;tivada - em nosso tempo, nestes nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM DESENHO QUE CHAMOU ATENÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Huy, um vice-rei egípcio, morreu, sua tumba foi ornamenta&amp;shy;da com cenas de sua vida e de seu trabalho como governador da Núbia e do Sinai durante o reinado do famoso faraó Tutancâmon. Entre esses desenhos está o de um foguete espacial com o corpo dentro de um silo subterrâneo e seu ápice, o módulo do comando cônico, situado ao nível do solo, entre palmeiras e girafas.&lt;br /&gt;O desenho, reproduzido em O 12º. Planeta ao lado de um pictograma sumério que designava os Anunnaki - uma nave espacial -, chamou a atenção de Stuart W. Greenwood, um engenheiro aeroespacial que na época fazia pesquisas para a NASA. Escrevendo na Ancient Skies (julho-&amp;shy;agosto de 1977), publicação da Sociedade dos Astronautas da Antigui&amp;shy;dade, ele relatou ter encontrado nos desenhos certos aspectos que indi&amp;shy;cam o conhecimento de uma tecnologia sofisticada e salientou em parti&amp;shy;cular quatro "características altamente sugestivas": (1) a "seção trans&amp;shy;versal do aerofólio em torno da base do foguete", que parece adequada para "as paredes de um duto usado para o desenvolvimento do empu&amp;shy;xo"; (2) a parte superior do foguete ao nível do solo, "que nos faz lem&amp;shy;brar de uma cápsula Gemini até mesmo na existência de escotilhas; (3) a extremidade rombuda e chamuscada da cápsula, como se tivesse sido queimada na reentrada na atmosfera; e (4) o espigão incomum no alto do corpo do foguete, parecido com os testados sem sucesso pela NASA com o objetivo de reduzir a resistência do arrasto da cápsula. No dese&amp;shy;nho ele dá a impressão de ser retrátil, o que poderia resolver o problema de seu superaquecimento, que a NASA não conseguiu superar.&lt;br /&gt;Greenwood estimou que "se as localizações relativas da cabeça e cor&amp;shy;po do foguete mostradas no desenho são as mesmas que existiam na ope&amp;shy;ração dentro da atmosfera terrestre, a onda de choque inclinada, causa&amp;shy;da pelo empuxo e saindo da ponta do nariz do foguete, tocaria o "lábio" do duto a uma velocidade de Mach-3, ou seja, três vezes a velocidade do som.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3659479404290853142-114681324355932240?l=aijalomwagner.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/114681324355932240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3659479404290853142&amp;postID=114681324355932240' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/114681324355932240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/114681324355932240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/2008/12/mistrios-em-marte-fotos-da-superfcie-de.html' title=''/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142.post-2447082274232017328</id><published>2008-12-22T06:03:00.001-08:00</published><updated>2008-12-22T06:03:40.128-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Descoberta do Novo Planeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já há algum tempo, os astrônomos que sempre se intrigaram com perturbações na órbita de Netuno e Saturno passaram a cogitar sobre a possibilidade da existência de outro planeta em nosso sistema solar, muito mais afastado do Sol do que todos os outros. Eles o chamam de planeta X, o que significa tanto "desconhecido" como "décimo". Em meu livro O 12º. Planeta ficou explicado que o planeta X e Nibiru são a mesma coisa, pois os sumérios consideravam o sistema solar co&amp;shy;mo constituído de doze membros: O sol, a Lua, os nove planetas que conhecemos e mais um outro, o décimo segundo - o Invasor, Marduk ou Nibiru.&lt;br /&gt;Devemos ter em mente que foram perturbações na órbita de Urano que levaram à descoberta de Netuno e as na de Netuno que levaram à descoberta de Plutão, em 1930. Em 1972, quando trabalhava na antecipação da trajetória do cometa de Halley, Joseph L. Brady, do La&amp;shy;boratório Lawrence Livermore, na Califórnia, descobriu que a órbita do cometa de Halley também apresentava perturbações. Seus cálculos o levaram a sugerir a existência do planeta X a uma distância de 64 UA (unidades astronômicas), com um período orbital de 1.800 anos terrestres. Uma vez que Brady, como todos os astrônomos que procuram o planeta X, parte da hipótese de que ele orbita o sol como todos os outros membros do sistema, ele mede a distância entre o planeta X e o Sol considerando a metade de seu eixo maior. No entanto, segundo os textos sumérios, Nibiru orbita como um cometa, ficando o Sol num dos focos de sua elipse orbital, de modo que a distância a ser considerada deveria ser quase todo o eixo maior e não apenas sua metade. O fato de Nibiru estar voltando para seu perigeu poderia explicar o fato de a órbita cal&amp;shy;culada por Brady ser exatamente a metade da órbita de 3.600 anos terrestres que os sumérios registraram para Nibiru?&lt;br /&gt;Brady chegou a outras conclusões que se mostraram em significativo acordo com os dados sumérios: o planeta X tem uma órbita retrógrada e ele não está na eclíptica ou faixa orbital ocupada por todos os outros planetas (exceto Plutão), mas inclinada em relação a ela.&lt;br /&gt;Por algum tempo os astrônomos imaginaram que Plutão poderia ser a causa das perturbações nas órbitas de Urano e Netuno. Porém, em Junho de 1978, James W. Christie, do Observatório Naval dos Estados Unidos, em Washington, d.C. descobriu que Plutão tem uma lua (que ele chamou de Caronte) e é muito menor do que se imaginava. Isso eliminou esse planeta como a causa das perturbações. Além disso, a órbita de Caronte também revelou que Plutão, como Urano, está deita&amp;shy;do de lado. Esse fato e sua estranha órbita fortaleceram a suspeita de que uma força única externa - um Invasor - tombou Urano, deslocou e tombou Plutão, e fez Tritão (lua de Netuno) ficar com uma órbi&amp;shy;ta retrógrada.&lt;br /&gt;Intrigados com essas descobertas, dois colegas de Christie no Obser&amp;shy;vatório Naval, Robert S. Harrington (que colaborou com Christie na descoberta de Caronte) e Thomas C. Van Flandern, concluíram depois de uma série de simulações em computador que tem de haver um In&amp;shy;vasor, um planeta com duas e cinco vezes o tamanho da Terra, com uma órbita inclinada em relação à eclíptica, com um semi-eixo de "menos de 100 UA (Icarus, vol. 39, 1979). Esse foi mais um passo da ciên&amp;shy;cia moderna na confirmação da antiga sabedoria. O conceito de um intruso como o causador de todas as estranhezas no sistema solar está de acordo com os textos sumérios que falam de Nibiru. E a distância de 100 UA, se dobrada devido à posição focal do Sol, colocaria o plane&amp;shy;ta X mais ou menos onde os sumérios o localizaram.&lt;br /&gt;Em 1981, em posse de dados fornecidos pela Pioneer 10 e Pioneer 11, e pelas Voyager que estudaram Júpiter e Saturno, Van Flandern e quatro de seus colegas do Observatório Naval reestudaram as órbitas desses planetas e também da dos dois exteriores. Dirigindo-se à Socie&amp;shy;dade Astronômica Americana, Van Flandern apresentou novas evidên&amp;shy;cias baseadas em complexas equações gravitacionais, indicando que um corpo celeste com pelo menos o dobro do tamanho da Terra orbita o Sol a uma distância de no mínimo 2,4 bilhões de quilômetros além de Plutão, possuindo um período orbital de no mínimo 1 mil anos terres&amp;shy;tres. O The Detroit News de 16 de janeiro de 1981 publicou a notícia em sua primeira página, acompanhada do desenho sumério do sistema solar, emprestado de O 12º. Planeta, e um resumo da principal tese de meu livro.&lt;br /&gt;A NASA juntou-se à busca pelo planeta X, sob a direção de John D. Anderson, do Laboratório de Jato Propulsão, que na época fazia os testes de mecânica celeste para as sondas Pioneer. Num comunicado emitido pelo seu Centro de Pesquisas Ames, em 17 de junho de 1982, com o título "As Pioneer Podem Encontrar o Décimo Planeta", a NA&amp;shy;SA revelou que as duas espaçonaves estavam projetadas para se envol&amp;shy;verem na procura pelo planeta X. "As persistentes irregularidades das órbitas de Urano e Netuno sugerem fortemente que existe mesmo al&amp;shy;gum tipo de astro misterioso muito além dos planetas mais exteriores", disse o comunicado. Como as Pioneer estavam viajando em direções opostas, elas seriam capazes de determinar a distância em que se en&amp;shy;contrava aquele corpo celeste. Se uma delas detectasse uma atração mais forte, seria um indício de que o corpo misterioso ficava perto da Terra e tinha de ser um planeta. Se ambas detectassem a mesma atração, sig&amp;shy;nificaria que o corpo tinha de estar entre 80 e 160 bilhões de quilôme&amp;shy;tros de distância da Terra e poderia ser uma outra "estrela escura" ou "anã marrom", mas nunca um outro membro do sistema solar.&lt;br /&gt;Em setembro daquele ano, 1982, o Observatório Naval confirmou que estava "seriamente empenhado" na procura pelo planeta X. O Dr. Harrington disse que agora a sua equipe “concentrava-se numa pequena porção do céu" e acrescentou que àquela altura a conclusão era de que o planeta “movia-se muito mais devagar do que qualquer outro que conhecemos".&lt;br /&gt;(Acho que nem preciso dizer que esses astrônomos que lideravam a procura pelo planeta X logo receberam longas cartas minhas, acompa&amp;shy;nhadas de exemplares de O 12º. Planeta. Suas cartas em resposta fo&amp;shy;ram igualmente longas e detalhadas, e também muito delicadas.)&lt;br /&gt;A transformação da procura pelo planeta X de um estudo acadêmico para uma pesquisa envolvendo o Observatório Naval (entidade da Ma&amp;shy;rinha dos Estados Unidos) e supervisionada pela NASA, ocorreu simultaneamente com a intensificação do uso de naves tripuladas na busca pelo astro misterioso. É sabido que em várias missões secretas dos ôni&amp;shy;bus espaciais estes levaram telescópios para observar o espaço mais dis&amp;shy;tante e que os cosmonautas da Salyut também estiveram envolvidos na procura pelo planeta X.&lt;br /&gt;No meio da infinidade de pontinhos brilhantes que vemos no céu, distinguimos os planetas (e também cometas e asteróides) das estrelas fixas e galáxias porque eles se movem. A técnica empregada para captar esse movimento é fotografar várias vezes a mesma porção do céu e depois "piscar" as fotos num projetor de comparação. Isso revela a um olho treinado se algum dos pontinhos de luz mudou de posição. É claro que esse método não poderá funcionar bem para o planeta X se ele está tão distante como se afirma e move-se com grande lentidão.&lt;br /&gt;Quando foi anunciado em junho de 1982 qual seria o papel desem&amp;shy;penhado pelas Pioneer na busca pelo planeta X, o próprio John Ander&amp;shy;son, num comentário para a Sociedade Planetária, deixou claro que, apesar das respostas que possivelmente seriam fornecidas pelas sondas, o enigma do planeta desconhecido talvez só seria solucionado por uma "investigação da vizinhança solar com raios infravermelhos", como parte de um "levantamento topográfico de todo o céu a ser feito pelo Observatório Astronômico Infravermelho (IRAS)". Esse aparelho, ele expli&amp;shy;cou, "será sensível ao calor acumulado dentro dos corpos subestela&amp;shy;res" - um calor que vagarosamente vai se perdendo no espaço sob a forma de radiação infravermelha.&lt;br /&gt;O IRAS foi colocado numa órbita a 915 quilômetros da Terra, no final de janeiro de 1983, como parte de uma ação conjunta americana, britânica e holandesa. Esperava-se que ele fosse capaz de perceber a presença de um planeta até do tamanho de Júpiter a uma distância de 277 UA. Antes do IRAS esgotar o hélio líquido que o resfriava, ele observou cerca de 250 mil corpos celestes, como galáxias, estrelas, nuvens de poeira interestelar, poeira cósmica, asteróides, cometas e plane&amp;shy;tas. Numa reportagem sobre o satélite e sua missão, o The New York Times, de 30 de janeiro de 1983, usou a manchete: ESQUENTAM AS PIS&amp;shy;TAS NA PROCURA PELO PLANETA X. O texto citava o astrônomo Ray T. Reynolds, que teria dito: "Os astrônomos têm tanta certeza da existên&amp;shy;cia do décimo planeta que pensam que nada mais resta senão dar-lhe um nome".&lt;br /&gt;Teria o IRAS encontrado o décimo planeta?&lt;br /&gt;Embora os especialistas afirmem que levarão anos para "peneirar” e "piscar" as mais de 600 mil imagens enviadas pelo IRAS em seus dez meses de operação, a resposta oficial para a grande pergunta é: "Não, não foi encontrado um décimo planeta".&lt;br /&gt;Todavia, essa resposta, para usar uma expressão delicada, não é correta.&lt;br /&gt;Tendo esquadrinhado cada porção do céu pelo menos duas vezes, o IRAS possibilitou o emprego da técnica de "piscar" imagens e, ao con&amp;shy;trário da impressão que foi transmitida ao público, descobriram-se cor&amp;shy;pos em movimento, entre eles cinco cometas antes desconhecidos, vários cometas "perdidos" pelos astrônomos, quatro novos asteróides e um enigmático objeto parecido com um cometa.&lt;br /&gt;Seria talvez o planeta X?&lt;br /&gt;Apesar das negativas oficiais, houve o vazamento de uma revelação no final do ano, por ocasião de uma entrevista exclusiva feita por Tho&amp;shy;mas O'Toole, da seção de ciência do Washington Post, com os cientistas do projeto IRAS. A reportagem, que não foi muito comentada - hou&amp;shy;ve um certo tipo de censura -, também apareceu em outros jornais do país, com manchetes como OBJETO GIGANTE SURPREENDE ASTRÔ&amp;shy;NOMOS, CORPO MISTERIOSO ENCONTRADO NO ESPAÇO ou UM GIGAN&amp;shy;TESCO OBJETO NA BORDA DO SISTEMA SOLAR É MISTÉRIO.&lt;br /&gt;O parágrafo de abertura da entrevista exclusiva começa assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington: Um corpo celeste, possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e talvez tão próximo da Terra que po&amp;shy;deria ser parte de nosso sistema solar, foi encontrado na direção da constelação Órion por um telescópio orbital chamado Observatório Astronômico Infravermelho (IRAS).&lt;br /&gt;Trata-se de um misterioso objeto que os astrônomos não sabem dizer se é um planeta, um cometa gigantesco, uma galáxia distan&amp;shy;te, tão jovem que ainda está no processo de formar suas primeiras estrelas, ou uma galáxia tão encoberta por poeira cósmica que por ela não passa luz das estrelas.&lt;br /&gt;"Tudo o que posso lhe dizer é que não sabemos o que é isso", disse Gerry Neugebauer, o principal cientista do IRAS.&lt;br /&gt;Seria esse objeto um planeta - um outro membro de nosso sistema solar? Essa possibilidade parece ter ocorrido à NASA. Ainda segundo o Washington Post:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os cientistas do IRAS viram o corpo misterioso pela pri&amp;shy;meira vez e calcularam que ele estaria a apenas 80 bilhões de qui&amp;shy;lômetros, houve alguma especulação sobre se ele estaria vindo na direção da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "corpo misterioso", ainda de acordo com a reportagem, "foi visto duas vezes pelo IRAS". A segunda observação aconteceu seis meses depois da primeira e sugeriu que o corpo mal se movera do local anterior. "Isso sugere que não se trata de um cometa porque um cometa não seria tão grande como observamos e provavelmente teria se movi&amp;shy;mentado", disse James Houck, do Centro Cornell de Radiofísica e Pes&amp;shy;quisa Espacial, membro da equipe do IRAS.&lt;br /&gt;Se o objeto observado não era um cometa, poderia ser um planeta lento e muito distante?&lt;br /&gt;Segundo o Washington Post: "É bem concebível que ele seja o déci&amp;shy;mo planeta que os astrônomos têm procurado em vão".&lt;br /&gt;E então, o que o IRAS descobriu? Perguntei ao Departamento de Informação Pública do Laboratório para Propulsão a Jato, JPL, em fe&amp;shy;vereiro de 1984. A resposta que recebi foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista citado nas reportagens da imprensa usou uma declara&amp;shy;ção refletindo sua falta de dados mais concretos sobre o objeto vis&amp;shy;to pelo IRAS.&lt;br /&gt;Falando de forma verdadeiramente científica, ele acrescentou com cautela que se o objeto estivesse próximo teria de ter o tamanho de Netuno. E, se distante, o de uma galáxia.&lt;br /&gt;Então desapareceu a comparação com o tamanho de Júpiter. Agora falava-se de um planeta do tamanho de Netuno "se o objeto estivesse próximo" - e o de uma "galáxia"(!), se distante.&lt;br /&gt;Teria o IRAS localizado o décimo planeta por meio de seus sensores de calor? Muitos astrônomos acreditam que sim. Como exemplo, cita&amp;shy;rei William Gutsch, presidente do Museu Americano Planetário Hay&amp;shy;den, de Nova York, e editor de ciência da WABC-TV. Escrevendo so&amp;shy;bre as descobertas do IRAS em sua coluna "Skywatch", publicada em vários jornais do país, ele falou: "Um décimo planeta já pode ter sido localizado e até mesmo catalogado", embora não tivesse sido visto com telescópios ópticos.&lt;br /&gt;Teria sido essa a conclusão à qual a Casa Branca chegou, como de&amp;shy;monstra a evolução nas relações entre as superpotências a partir de 1983 e as repetidas "hipotéticas" declarações de seus líderes a respeito de alienígenas vindos do espaço sideral?&lt;br /&gt;Quando ficou determinada a existência de Plutão, em 1930, esse feito foi recebido como uma grande descoberta astronômica e Científica, mas não houve nenhuma comoção mundial. Seria de se esperar uma mes&amp;shy;ma atitude diante da descoberta do planeta X. Todavia, ela certamente não poderá ser a mesma se o planeta X e Nibiru forem uma coisa só, pois, se Nibiru existe, então os sumérios também estavam certos a res&amp;shy;peito dos Anunnaki.&lt;br /&gt;Se o planeta X existe, não estamos sós no sistema solar e as implicações para a humanidade, suas sociedades, divisões nacionais e corridas ar&amp;shy;mamentistas serão tão profundas que o presidente americano estava certo ao pedir o fim do confronto entre as superpotências da Terra e coope&amp;shy;ração no espaço.&lt;br /&gt;A forte indicação de que aquilo que o IRAS localizou não era "uma galáxia distante", mas um "planeta do tamanho de Netuno", está sen&amp;shy;do comprovada pela intensificação nos esforços para se esquadrinhar certas partes do céu com telescópios óticos e pela ênfase em centralizar as buscas no hemisfério Sul.&lt;br /&gt;No mesmo dia em que foi publicada a reportagem do Washington Post, a NASA anunciou ao público que começara uma varredura óptica de nove "fontes misteriosas" de radiação infravermelha. Segundo o co&amp;shy;municado, o propósito dessa pesquisa era encontrar esses "corpos não identificados em partes do céu onde não existe uma fonte óbvia de ra&amp;shy;diação, tal como uma galáxia distante ou uma grande concentração de estrelas". Isso seria feito com os "telescópios mais poderosos do mun&amp;shy;do", dois deles - um gigantesco e um menor - situados no monte Palomar, na Califórnia, e um extremamente poderoso instalado em Cerro Tololo, nos Andes chilenos, e mais "todos os outros telescópios impor&amp;shy;tantes do mundo", inclusive o situado no monte Mauna Kea, no Havaí.&lt;br /&gt;Na busca óptica pelo planeta X, os astrônomos estão levando em conta os comentários de Clyde Tombaugh, o descobridor de Plutão, que por mais de uma década, depois desse feito, procurou em vão por um déci&amp;shy;mo planeta. Ele concluiu que esse planeta tem "uma órbita inclinada e muito elíptica, e agora está distante do sol". Outro famoso astrôno&amp;shy;mo, Charles T. Kowal, descobridor de vários cometas e asteróides, in&amp;shy;clusive Chiron, concluiu que não existe nenhum planeta na faixa celes&amp;shy;te compreendida entre 15 graus acima e 15 graus abaixo da eclíptica. Mas, como seus cálculos o convenceram de que existe mesmo esse dé&amp;shy;cimo planeta, Kowal sugeriu que a procura por ele deverá se concentrar numa inclinação de 30 graus em relação à eclíptica.&lt;br /&gt;Por volta de 1985 muitos astrônomos se interessaram pela "teoria Nêmesis", proposta por Walter Alvarez, da Universidade da Califór&amp;shy;nia, em Berkeley, e pelo seu pai, o físico laureado com o Prêmio No&amp;shy;bel, Luis Alvarez. Notando uma regularidade nas extinções de espé&amp;shy;cies na Terra (inclusive os dinossauros), eles apresentaram a teoria de que uma "estrela da morte" ou um planeta com uma órbita elíptica imensa e muito inclinada, periodicamente, lança uma chuva de come&amp;shy;tas que causa morte e destruição no interior do sistema solar, atingindo também a Terra. Porém, quanto mais os astrônomos e astrofísicos (co&amp;shy;mo Daniel Whitmire e John Matese, da Universidade da Luisiana) ana&amp;shy;lisaram as possibilidades, mais se convenceram da existência de um pla&amp;shy;neta X, e não de uma "estrela da morte". Depois de trabalhar com Thomas Chester, chefe da equipe de dados do IRAS, na seleção das transmissões em infravermelho, Daniel Whitmire anunciou, em maio de 1985: "Existe uma possibilidade de que a presença do planeta X já tenha sido registrada e que ele será descoberto a qualquer momen&amp;shy;to". Jordin Kare, físico do Laboratório Lawrence Berkeley, sugeriu que o telescópio Schmidt, da Austrália, seja usado acoplado com um siste&amp;shy;ma de varredura por computador, denominado Star Cruncher, para es&amp;shy;quadrinhar o céu do hemisfério Sul. Como disse Daniel Whitmire, se o planeta X não for localizado nessa região, "os astrônomos possivel&amp;shy;mente terão de esperar pelo ano 2.600 para avistá-lo quando ele cruzar a eclíptica”.&lt;br /&gt;Enquanto isso, as duas sondas Pioneer estavam avançando em dire&amp;shy;ções opostas para além do reino dos planetas conhecidos, transmitindo obedientemente as observações de seus sensores. O que elas contaram sobre o planeta X? Em 25 de junho de 1987, a NASA emitiu um co&amp;shy;municado à imprensa com o título: "Cientistas da NASA Acreditam Que Deve Existir um Décimo Planeta", baseado em dados apresenta&amp;shy;dos numa entrevista coletiva com John Anderson, que falou sobre as observações das Pioneer. Ele relatou que as sondas não tinham encon&amp;shy;trado nada de especial e explicou que essa era uma boa notícia, pois eliminava de uma vez por todas a possibilidade das perturbações dos planetas exteriores serem causadas por uma "estrela escura" ou "anã marrom". Como as perturbações continuavam, apesar de os dados terem sido verificados e confirmados, não restavam mais dúvidas sobre elas. De fato, tinha-se chegado à conclusão de que as perturbações eram mais pronunciadas há um século, quando Urano e Netuno estavam atrás do Sol. Isso, disse o Dr. Anderson, o levou a concluir que o planeta X existe realmente, que ele tem cerca de cinco vezes o tamanho da Ter&amp;shy;ra e sua órbita é mais inclinada do que a de Plutão.&lt;br /&gt;Comentando a entrevista coletiva, a Newsweek (13 de julho de 1987) reportou: "A NASA convocou uma entrevista coletiva para fazer um anúncio bastante estranho: um excêntrico décimo planeta pode estar - ou não - orbitando o Sol". No entanto, a revista não esclareceu que os jornalistas foram convidados pelo Laboratório de Propulsão a Jato, o Centro de Pesquisas Ames e a sede da NASA em Washington, o que significa que aquilo que foi tornado público tinha o carimbo de apro&amp;shy;vação das mais altas autoridades espaciais. A mensagem mais impor&amp;shy;tante a ser transmitida ficou escondida no comentário final do Dr. An&amp;shy;derson. Perguntado quando seria encontrado o planeta X, ele respon&amp;shy;deu: "Eu não me surpreenderei se ele for encontrado daqui a cem anos ou talvez nunca... e não me surpreenderei se for encontrado na semana que vem.&lt;br /&gt;Foi esse o motivo para a convocação da entrevista coletiva com o be&amp;shy;neplácito das três agências da NASA. Essa era a novidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está bem claro, com base em todos esses acontecimentos, que seja qual for o encarregado da procura pelo planeta X ele tem certeza de que o planeta está lá, mas ainda precisa ser observado "à moda antiga", ou seja, visualmente, por meio de telescópios, antes de sua posi&amp;shy;ção e órbita exatas serem calculadas. É importante notar que desde 1984, depois da enigmática revelação do IRAS, houve uma correria para se construir novos telescópios ou modernizar os antigos, tanto por parte dos Estados Unidos e União Soviética como da Europa. Os telescópios situados no hemisfério Sul foram os que receberam maior atenção. Na França, por exemplo, o Observatório de Paris constituiu uma equipe especial para procurar o planeta X e um telescópio de nova tecnologia (NTI) foi posto em funcionamento pelo Observatório Meridional Eu&amp;shy;ropeu em Cerro La Silla, no Chile. Na mesma época, as duas superpo&amp;shy;tências dirigiram sua atenção para o espaço sideral, empenhadas na mes&amp;shy;ma busca. Sabe-se que em 1987 os soviéticos equiparam sua estação Mir com vários telescópios poderosos quando conectaram a ela um "mó&amp;shy;dulo de ciência", o Kvant descrito como uma "instalação científica de alta energia". Quatro dos telescópios, como transpirou, ficariam observando o céu do hemisfério Sul. A NASA já decidira colocar em órbita o mais poderoso telescópio espacial do mundo, o Hubble, quando o aci&amp;shy;dente com a Challenger, em 1986, praticamente paralisou todo o pro&amp;shy;grama espacial americano. Há motivos para se acreditar que a expecta&amp;shy;tiva de se descobrir o planeta X em pouco tempo, revelada na entrevis&amp;shy;ta coletiva de junho de 1987, baseava-se na idéia de que o Hubble seria colocado em órbita naquela época. (Mas isso só aconteceu no início de 1990.)&lt;br /&gt;No entanto, a procura mais sistemática e cada vez mais precisa pelo planeta X a partir da Terra continuava a ser a do Observatório Naval dos Estados Unidos. Uma série de artigos abrangentes publicados em revistas científicas por volta de 1988 reafirmou os cálculos das pertur&amp;shy;bações planetárias e a convicção de importantes astrônomos sobre a exis&amp;shy;tência desse outro planeta. A essa altura, muitos cientistas já estavam apoiando a tese do Dr. Anderson de que o planeta está inclinado 30 graus em relação à eclíptica, tem uma órbita cujo semi-eixo maior mede cer&amp;shy;ca de 101 UA (portanto, o eixo maior completo mede mais de 200 UA) e sua massa é provavelmente quatro vezes maior do que a da Terra.&lt;br /&gt;Possuindo uma órbita parecida com a do cometa de Halley, o planeta X passa uma pequena parte de seu período orbital acima da eclíptica (céu do hemisfério Norte) e a maior parte dele abaixo dela (céu do hemisfério Sul). Cada vez mais a equipe do Observatório Naval foi se con&amp;shy;vencendo de que a procura pelo planeta X atualmente deverá se cen&amp;shy;trar no hemisfério Sul, a uma distância 2,5 vezes maior do que a em que hoje se encontram Netuno e Plutão. O Dr. Harrington apresentou suas últimas descobertas num trabalho publicado no The Astronomical Journal (outubro de 1988), intitulado "A Localização do Planeta X", no qual havia uma ilustração mostrando qual seria a posição atual do planeta X, que valeria tanto para o hemisfério Sul como para o Norte. No entanto, depois da publicação do artigo, dados enviados pela Voya&amp;shy;ger 2, que tinha voado para Urano e Netuno, e acabara de detectar per&amp;shy;turbações - minúsculas, mas perceptíveis - em suas órbitas, tiraram da mente do Dr. Harrington qualquer dúvida de que o planeta agora deve estar no céu do hemisfério Sul.&lt;br /&gt;Enviando-me uma cópia de seu artigo, o Dr. Harrington escreveu junto ao que seria o hemisfério Norte no desenho: "Não consistente com Ne&amp;shy;tuno" e perto da região Sul do céu: "Melhor área agora".&lt;br /&gt;Em 16 de janeiro de 1990, o Dr. Harrington comunicou à Sociedade Astronômica Americana durante uma reunião em Arlington, Estado da Virgínia, que o Observatório Naval estava concentrando a procura pelo décimo planeta nos céus meridionais e anunciou o envio de uma equi&amp;shy;pe de astrônomos para o Observatório Astronômico Black Birch, na Nova Zelândia. Os dados da Voyager 2, ele revelou, agora estavam le&amp;shy;vando sua equipe a acreditar que o décimo planeta é cerca de cinco vezes maior do que a Terra e fica três vezes mais distante do Sol do que Netuno ou Plutão.&lt;br /&gt;Esse desenrolar dos acontecimentos é entusiasmante, primeiro por estar trazendo a ciência moderna à beira de anunciar o que os sumérios sabiam há tanto tempo - que existe mais um planeta em nosso sistema solar - e, segundo, por confirmar os dados fornecidos nos textos anti&amp;shy;gos sobre a órbita e o tamanho desse planeta.&lt;br /&gt;A astronomia suméria visualizava o firmamento que envolvia a Terra dividido em três faixas ou "vias". A faixa central era a "Via de Anu", assim chamada em homenagem ao governante supremo de Nibiru, e ela se estendia entre 30 graus norte e 30 graus sul. Acima dela ficava a "Via de Enlil" e abaixo a "Via de Ea/Enki". Essa divisão nunca pareceu fazer sentido para os astrônomos modernos que estuda&amp;shy;ram os textos sumérios. A única explicação que consegui encontrar pa&amp;shy;ra ela foi a referência que os textos mesopotâmicos fazem à órbita de Nibiru/Marduk quando ele se tomou visível para os que estavam na Terra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planeta Marduk:&lt;br /&gt;Em seu aparecimento: Mercúrio.&lt;br /&gt;Elevando-se 30 graus no arco celestial: Júpiter.&lt;br /&gt;Quando parado no local da Batalha Celeste: Nibiru.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas instruções para se observar o planeta que estava para chegar referem-se claramente a sua progressão de um alinhamento com Mercú&amp;shy;rio para um alinhamento com Júpiter por meio de uma elevação de 30 graus. Isso só poderia acontecer se a órbita de Nibiru fosse inclinada 30 graus em relação à eclíptica. Aparecendo a 30 graus acima da eclíptica e desaparecendo a 30 graus abaixo dela (estando o observador na Meso&amp;shy;potâmia), o planeta percorreria a "Via de Anu", uma faixa imaginária que se estende de 30 graus acima do equador até 30 graus abaixo dele.&lt;br /&gt;O paralelo 30 norte, como foi salientado em The Stairway to Heaven, era uma "linha sagrada", ao longo da qual ficavam localizados o espa&amp;shy;çoporto na península do Sinai, as grandes pirâmides de Gizé e o olhar da Esfinge. Parece plausível que o alinhamento tinha alguma relação com a posição de Nibiru - 30 graus no céu setentrional - quando atingia o periélio de sua órbita. Concluindo que a inclinação do planeta X pode ser de 30 graus (bastante grande) os astrônomos modernos es&amp;shy;tão confirmando os dados sumérios.&lt;br /&gt;Está também confirmando esses dados a crescente aceitação de que o planeta X está chegando vindo do sudeste, da direção da constelação Centauro. Atualmente vemos lá a constelação zodiacal Libra, mas na época bíblica/babilônica, esse lugar era ocupado por Sagitário. Um texto mesopotâmico citado por R.Campbell Thompson, em Reports of the Magicians and Astronomers of Nineveh and Babylon, descreve os movi&amp;shy;mentos do planeta que se aproxima quando ele faz uma curva em torno de Júpiter para chegar ao lugar da Batalha Celeste, no Cinturão de As&amp;shy;teróides, o "Local da Travessia" (daí o nome Nibiru).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a partir da estação de Júpiter,&lt;br /&gt;o planeta passar na direção oeste,&lt;br /&gt;haverá um tempo de viver em segurança...&lt;br /&gt;Quando a partir da estação de Júpiter&lt;br /&gt;o planeta aumentar em brilho&lt;br /&gt;e no zodíaco de Câncer se tomará Nibiru,&lt;br /&gt;Acad transbordará de abundância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser ilustrado com facilidade, pois, quando o periélio do planeta estava em Câncer, seu primeiro aparecimento tinha de ocor&amp;shy;rer na direção de Sagitário. A este respeito é pertinente citar os versos do Livro de Jó, da Bíblia, que descrevem o aparecimento do Senhor Celeste e seu retorno a sua morada longínqua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sozinho ele desdobra-se pelos céus&lt;br /&gt;e caminha sobre as mais longínquas profundezas.&lt;br /&gt;Chega na Ursa Maior, Órion e Sírius&lt;br /&gt;e constelações do sul...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostra seu sorriso em Touro e Áries;&lt;br /&gt;de Touro a Sagitário caminhará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses versos não falam apenas da chegada de um planeta que vem do sudeste (e sua subseqüente volta para lá). Eles também descrevem uma órbita retrógrada.&lt;br /&gt;Se existem extraterrestres, os terráqueos devem entrar em contato com eles? Se os extraterrestres são capazes de viajar pelo espaço e chegar à Terra, serão benignos ou, como H.G. Wells imaginou em A Guerra dos Mundos, eles virão para destruir, conquistar, aniquilar?&lt;br /&gt;Quando a Pioneer 10 foi lançada em 1971, ela levava em seu interior uma placa gravada, cuja intenção era explicar aos extraterrestres que talvez a encontrassem, ou seus restos, de onde a sonda tinha vindo e quem a mandara. Quando as Voyager foram lançadas em 1977, eles tam&amp;shy;bém levavam um disco de ouro com gravuras similares, uma mensa&amp;shy;gem digital codificada e um disco com mensagens nas vozes do secretá&amp;shy;rio das Nações Unidas e delegados de treze países. "Se os habitantes de outros mundos possuírem a tecnologia para interceptarem esses dis&amp;shy;cos, eles serão capazes de tocá-los", disse Timothy Ferris, da NASA, dirigindo-se às Nações Unidas.&lt;br /&gt;Nem todos concordaram com essa idéia. Na Grã-Bretanha, o astrô&amp;shy;nomo real, Sir Martin Ryle, condenou qualquer tentativa de os terrá&amp;shy;queos tornarem sua existência conhecida. Ele falou de sua preocupa&amp;shy;ção com a possibilidade de outra civilização ver a Terra e seus habitan&amp;shy;tes como uma tentadora fonte de minerais, alimentos e escravos. No entanto, Sir Martin foi criticado por dar pouca atenção ao que os humanos poderiam ganhar com esse contato e por criar temores desne&amp;shy;cessários. "Dado à imensidade do espaço", escreveu o The New York Times num editorial, "é pouco provável existirem seres inteligentes a menos de centenas ou milhares de anos-luz de nós.”&lt;br /&gt;Todavia, como indica a cronologia das descobertas e evolução das re&amp;shy;lações entre as superpotências, houve uma conscientização, por ocasião da primeira reunião de cúpula Reagan-Gorbachev, de três fatos. Pri&amp;shy;meiro: esses seres inteligentes estão muito mais próximos de nós do que se afirma; segundo: realmente existe mais um planeta em nosso siste&amp;shy;ma solar, que na Antiguidade era conhecido como Nibiru; e terceiro: os antigos sabiam que ele não era um planeta sem vida, como os que conhecemos, mas sim um mundo habitado por seres muito mais avan&amp;shy;çados do que nós.&lt;br /&gt;Algum tempo depois do primeiro encontro Reagan-Gorbachev de 1985, sem estardalhaço ou grandes comunicações à imprensa, os Esta&amp;shy;dos Unidos constituíram um "grupo de trabalho" com cientistas, especialistas em legislação e diplomatas, que deveriam se reunir com re&amp;shy;presentantes da NASA e funcionários de outras agências governamen&amp;shy;tais para conversarem sobre o tema "extraterrestres". O comitê, que incluía representantes dos Estados Unidos, União Soviética e várias ou&amp;shy;tras nações, conduziu seus trabalhos em coordenação com a Seção de Tecnologia Avançada do Departamento de Estado.&lt;br /&gt;Qual seria a hipótese que o comitê deveria considerar? A teoria de que deve haver extraterrestres a milhares de anos-luz daqui ou se deve&amp;shy;mos ou não sair à procura deles com base na hipótese de sua existên&amp;shy;cia. A tarefa apresentada a ele foi muito mais urgente e assustadora: O que deverá ser feito assim que a existência de extraterrestres for constatada?&lt;br /&gt;Pouco se sabe sobre as deliberações desse comitê, mas pelo que pôde ser captado aqui e ali nos vazamentos de informações que não puderam ser evitados, está claro que sua principal preocupação foi como manter um controle firme sobre os contatos com extraterrestres e impedir uma revelação não autorizada, prematura e prejudicial do fato. Por quanto tempo a informação deverá ser mantida em segredo? Como ela deverá ser levada ao conhecimento público? Quem ficará encarregado de res&amp;shy;ponder a enxurrada de perguntas que certamente virá e o que deverá ser dito?&lt;br /&gt;Em abril de 1989, logo após o incidente com a Phobos 2 em Marte, esse comitê apresentou um documento com uma série de diretrizes, in&amp;shy;titulado: Declaração de Princípios a Respeito de Atividades que se Se&amp;shy;guirão à Detecção de Inteligência Extraterrestre. O documento tem dez cláusulas e um anexo, e está claro que seu principal objetivo é a manu&amp;shy;tenção do controle por parte de certas autoridades sobre as notícias de&amp;shy;pois da "detecção de inteligência extraterrestre".&lt;br /&gt;A declaração de princípios estabeleceu diretrizes que procurarão mi&amp;shy;nimizar, como disseram alguns dos que colaboraram estreitamente na elaboração do documento, "uma possível reação de pânico diante do primeiro indício de que a humanidade não está só no Universo". A de&amp;shy;claração abre-se com a afirmação de que “nós, as instituições e os indi&amp;shy;víduos que participam da busca por inteligência extraterrestre, reconhecendo que ela é parte integrante da exploração espacial e está sendo feita com propósitos pacíficos e no interesse comum de toda a humani&amp;shy;dade", rogamos a todos os participantes "a observarem os seguintes prin&amp;shy;cípios ao divulgar informações sobre a detecção de inteligência extra&amp;shy;terrestre".&lt;br /&gt;Esses princípios deverão ser seguidos por "qualquer indivíduo, ins&amp;shy;tituição pública ou privada de pesquisas, agência governamental que acredite ter detectado qualquer sinal de inteligência extraterrestre ou outros indícios de sua existência". Eles proíbem o "descobridor" des&amp;shy;sas evidências de "anunciar ao público que foram detectados indícios de inteligência extraterrestre" sem primeiro informar prontamente os que assinam a declaração, de modo que possa "ser formada uma rede para permitir a monitorização contínua do sinal ou fenômeno".&lt;br /&gt;O documento passa então a falar sobre os procedimentos que deve&amp;shy;rão ser seguidos na avaliação, registro e proteção dos sinais e freqüên&amp;shy;cias onde foram captados. E, na cláusula 8, proíbe uma resposta não autorizada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma resposta para um sinal ou indício de inteligência ex&amp;shy;traterrestre deverá ser enviada antes de terem sido feitas as consul&amp;shy;tas internacionais adequadas. Os procedimentos para essas consul&amp;shy;tas serão tema de um acordo ou declaração em separado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo de trabalho levou em consideração a possibilidade do "si&amp;shy;nal" não ser apenas uma indicação de sua origem extraterrestre, mas uma "mensagem", que talvez precise ser decodificada, e partiu da hipótese de que os cientistas não terão mais do que um dia para decodifica-&amp;shy;la antes que a notícia corra, espalhando boatos e tomando a situação incontrolável. Ele previu também uma grande pressão por parte dos meios de comunicação, "políticos" e públicos em geral em busca de um anúncio autorizado e tranqüilizador.&lt;br /&gt;Por que deveria haver um pandemônio e pânico generalizado, se, di&amp;shy;gamos, as autoridades anunciassem a possibilidade da existência de vi&amp;shy;da inteligente em algum sistema solar a centenas de anos-luz da Terra? Se o comitê estava pensando, por exemplo, que um sinal desse tipo po&amp;shy;deria vir do primeiro organismo estelar que a Voyager talvez venha a encontrar depois de sair do nosso sistema solar, devia saber que esse possível encontro só se dará daqui a 40 mil anos! Com toda a certeza, não foi essa hipótese que preocupou o grupo de trabalho.&lt;br /&gt;Está claro, então, que os princípios foram elaborados em antecipação de uma mensagem ou fenômeno vindo de muito mais perto de nós, de dentro de nosso próprio sistema solar. De fato, a base legal para es&amp;shy;ses princípios, invocada pela declaração, é o tratado das Nações Uni&amp;shy;das, que rege as atividades dos vários Estados na "exploração e uso" da Lua e outros corpos celestes do sistema solar. Por isso, segundo a declaração, o secretário das Nações Unidas também deverá ser notifi&amp;shy;cado do acontecido logo depois de os governos terem sido informados e tiverem tido a oportunidade de examinar as evidências e decidir o que fazer a respeito.&lt;br /&gt;Procurando tranqüilizar as várias entidades astronômicas que "de&amp;shy;monstraram interesse e têm se envolvido na questão da existência de in&amp;shy;teligência extraterrestre", de que a descoberta não se tornará um as&amp;shy;sunto puramente político ou nacional, os signatários da declaração con&amp;shy;cordaram com a constituição de "um comitê internacional de cientis&amp;shy;tas e outros especialistas", que não somente ajudará na avaliação das evidências como também “fornecerá consultoria sobre a liberação de informações ao público". Em julho de 1989, a seção SETI da NASA referiu-se a esse grupo de trabalho como o "comitê especial de pós&amp;shy;detecção". Documentos subseqüentes revelaram que a formação e ativi&amp;shy;dades desse comitê internacional de consultoria ficarão sob a responsa&amp;shy;bilidade do chefe da seção SETI, da NASA.&lt;br /&gt;Em julho de 1989, as superpotências se conscientizaram de que o incidente com a Phobos 2 não foi um defeito ou mau funcionamento. Imediatamente acionou-se o instrumento para reger "as atividades que deverão se seguir à detecção de inteligência extraterrestre".&lt;br /&gt;A ciência moderna, sem dúvida, alcançou a sabedoria antiga - o co&amp;shy;nhecimento sobre Nibiru e os Anunnaki. E, de novo, o homem sabe que não está sozinho no Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E SEU NOME SERÁ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É costumeiro o descobridor de um corpo celeste ter o privilégio de lhe dar um nome.&lt;br /&gt;Em 31 de janeiro de 1983, o autor deste livro escreveu a seguinte carta para a Sociedade Planetária:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sra. Charlene Anderson&lt;br /&gt;The Planetary Society&lt;br /&gt;Pasadena, Calif. 91101&lt;br /&gt;Prezada Sra. Anderson:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vista das recentes reportagens na imprensa sobre a busca intensifi&amp;shy;cada pelo décimo planeta, estou lhe enviando cópias de minha corres&amp;shy;pondência sobre o assunto com o Dr. John D. Anderson.&lt;br /&gt;Segundo o The New York Times de hoje (ver anexo), "os astrônomos têm tanta certeza da existência de um décimo planeta que acham que nada mais resta do que dar-lhe um nome".&lt;br /&gt;Bem, os antigos já lhe deram um nome: Nibiru, em sumério, Marduk, em babilônio, e creio que tenho o direito de insistir em que assim ele seja chamado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente &lt;br /&gt;Z. Sitchin&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3659479404290853142-2447082274232017328?l=aijalomwagner.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/2447082274232017328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3659479404290853142&amp;postID=2447082274232017328' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/2447082274232017328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/2447082274232017328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/2008/12/descoberta-do-novo-planeta-j-h-algum.html' title=''/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142.post-780520029383115320</id><published>2008-12-22T06:00:00.000-08:00</published><updated>2008-12-22T06:01:22.458-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 1997 a NASA detectou que o centro da galáxia começou a enviar imensas&lt;br /&gt;quantidades de energia para o universo. Desde aquele mês, o campo eletromagnético da Terra&lt;br /&gt;(uma série de linhas de força que se encontram ao redor do planeta e que atuam como imã)&lt;br /&gt;moveu-se e diminuiu sua potência de 4 gauss em 1996 para 1,5 gauss em 1999 (Gauss é a&lt;br /&gt;unidade de medida de força por cm² de superfície) e esta medida está se aproximando do zero.&lt;br /&gt;E isso é bastante grave. Os russos fizeram testes com seus cosmonautas fora do campo magnético&lt;br /&gt;da Terra, anulando o campo magnético artificial que era gerado pelas suas naves, ou seja, com&lt;br /&gt;magnetismo zero. Descobriram que no princípio eles se agitavam, depois ficavam agressivos&lt;br /&gt;entre si e por último enlouqueciam completamente. Assim comprovaram que a força magnética&lt;br /&gt;tem o poder sobre a consciência e a razão. O homem utiliza a tecnologia para produzir campos&lt;br /&gt;eletromagnéticos. Além disso, nós, os seres humanos, têm seu próprio campo magnético. O que&lt;br /&gt;precisamos é aprender a ativa-lo conscientemente e isso pode ser feito de várias maneiras.&lt;br /&gt;Precisamos nos preparar.&lt;br /&gt;A diminuição da intensidade do campo magnético da Terra nos últimos anos fez com que os&lt;br /&gt;pássaros que migram entre os países utilizando as linhas deste campo de força como guia,&lt;br /&gt;perdessem o rumo. A mesma coisa está acontecendo com as baleias que encalham perdidas nas&lt;br /&gt;praias.&lt;br /&gt;Nas duas últimas semanas de setembro de 1994, houve uma oscilação no campo eletromagnético&lt;br /&gt;que obrigou os pilotos dos aviões em vôo a pousar manualmente e não por instrumentos. A&lt;br /&gt;situação pareceu normalizar-se em outubro. No entanto, nos meses de julho, agosto, setembro e&lt;br /&gt;outubro de1996, foi registrado uma anomalia muito maior e mais longa. O pólo sul magnético&lt;br /&gt;deslocou-se erraticamente, movendo-se até 17º em um único dia. Depois voltou quase a sua&lt;br /&gt;localização original, obrigando os aeroportos do mundo a reimprimem seus mapas&lt;br /&gt;aeronáuticos. O aeroporto de Chicago, por exemplo, mudou de 2° para 1,5°.&lt;br /&gt;Foi comprovado também que o campo magnético tem influência sobre o estado de&lt;br /&gt;consciência e razão do ser humano. Uma exposição à baixa intensidade desse campo pode&lt;br /&gt;levar a pessoa até a loucura. Com o campo da Terra mais fraco, os efeitos das radiações&lt;br /&gt;provenientes do cosmo ficam mais intensos e assim a necessidade de aumentar nossas&lt;br /&gt;freqüências mentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINTURÃO DE FÓTONS&lt;br /&gt;Por: Rosana Batarelli - Peruíbe/SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fótons quer dizer luzes. O Cinturão de Fótons é composto de micropartículas de luzes&lt;br /&gt;e atua como se fosse uma hélice. É também conhecido como Nuvem de Fótons, são nuvens&lt;br /&gt;de micropartículas de cargas positivas (o relâmpago e os fótons não são a mesma coisa,&lt;br /&gt;pois o íon é de carga elétrica negativa) E com certeza eles afetam as telecomunicações.&lt;br /&gt;Do ponto de vista científico, é o movimento do Sistema Solar ao redor do Sol Central&lt;br /&gt;(Alcyone). Ele vem da constelação de Plêiades.&lt;br /&gt;Esse movimento cíclico, em sentido anti-horário ao redor de Alcyone, dura 25.860 anos&lt;br /&gt;para completar sua órbita. Durante esse tempo, nosso Sistema passa duas vezes pelo&lt;br /&gt;Cinturão de Fótons - uma vez para o norte e outra para o sul. A cada 12.400 anos, uma&lt;br /&gt;parte dessa hélice passa em nosso Sistema e em outros também. É um processo cíclico que&lt;br /&gt;irá permitir a ascensão do Planeta Terra em termos dimensionais. Se o planeta vai&lt;br /&gt;ascender, o que estiver nele deve ascender também. É um processo lógico, mas não tão&lt;br /&gt;simples. Durante esse ciclo, há dois períodos de cerca de 10.500 anos de trevas cada um&lt;br /&gt;(mais um período extra de 430 anos). Depois de cada 10.500 anos, temos 2.000 anos de luz&lt;br /&gt;total (Cinturão de Fótons) que começou para o nosso Sistema no ano de 2000.&lt;br /&gt;É bom sempre nos lembrarmos que o Cinturão de Fótons traz também a passagem do&lt;br /&gt;Planeta para a Quarta Dimensão, assim como outros planetas ascensionarão - conforme a&lt;br /&gt;lei cabalística: "Como é em cima, assim é embaixo; como é embaixo, assim é em cima".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUDANÇAS NAS PESSOAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cinturão de Fótons acarretará um bombardeamento de raios gama no átomo,&lt;br /&gt;alterando elétrons e prótons, transformando-os em um só, que a Ciência chama de prósiton.&lt;br /&gt;Esse bombardeamento é que altera toda a estrutura atômica. O fóton, numa interação com&lt;br /&gt;o nosso átomo, vai provocar sua modificação, fazendo com que sua estrutura fique&lt;br /&gt;semelhante a desses Fótons. Nosso elétron tem uma carga mais baixa que a do prósiton.&lt;br /&gt;Com o bombardeamento, esse choque, essa interação de antimatéria com o nosso elétron,&lt;br /&gt;provocará uma mudança repentina de negativo para positivo. Muda a polaridade, mas a&lt;br /&gt;carga continuará a mesma. Só potencializa, dobra a potência, porém, a diferença entre&lt;br /&gt;prótons e elétrons continuará a mesma.&lt;br /&gt;Essa transição faz com que nossas ondas cerebrais funcionem de urna só maneira,&lt;br /&gt;uniforme. Essa alteração provocará uma ampliação da nossa aura, do nosso campo&lt;br /&gt;energético: isso é a potencialização.&lt;br /&gt;A interação do Cinturão de Fótons acontecerá também no nosso metabolismo, assim&lt;br /&gt;como nos campos energético e físico, causando uma mudança geral. Provocando uma&lt;br /&gt;aceleração do pensamento, num ritmo mais rápido do que o metabolismo, e o corpo que&lt;br /&gt;não conseguir acompanhar, ficará sem sincronia. Deveremos adaptar nossos corpos físicos&lt;br /&gt;em menos matéria, menos densidade, em mais energia, criando um corpo de luz em&lt;br /&gt;unicidade com o Cristo e a Quarta Dimensão. Nossos corpos devem ser rearranjados e&lt;br /&gt;realinhados. Um realinhamento de nossos chakras (de 7 para 12 ou 13); um aumento dos&lt;br /&gt;filamentos de DNA (dos atuais 2 para 12 ou 13); um equilíbrio das energias femininas e&lt;br /&gt;masculinas - uma aceleração de nossos átomos de acordo com o grau de luz e de&lt;br /&gt;consciência entrante. Além disso, a glândula pineal, agora do tamanho aproximado de uma&lt;br /&gt;ervilha, voltará a seu tamanho original que seria o de uma moeda de 25 centavos,&lt;br /&gt;aproximadamente.&lt;br /&gt;O bombardeamento dos fótons alterará toda a estrutura atômica, numa interação com o&lt;br /&gt;nosso átomo, irá provocar sua modificação, fazendo com que sua estrutura fique&lt;br /&gt;semelhante a desses Fótons.&lt;br /&gt;Pensamos em várias coisas ao mesmo tempo, mas não conseguimos realizá-las, o ritmo&lt;br /&gt;do corpo é mais lento. Para se corrigir isto é importante fazermos alguns exercícios. Só o&lt;br /&gt;fato de exercitarmos a mente, já ajuda a alterar o metabolismo, reforçando a imunização&lt;br /&gt;contra doenças; e a vibração de cada um irá alterar o campo energético dos que estão à sua&lt;br /&gt;volta também (família, amigos), pois essa vibração irá despertá-los, preparando-os para a&lt;br /&gt;interação com o Cinturão de Fótons.&lt;br /&gt;Como nossas células têm elétrons e nêutrons (carga negativa e positiva), a carga&lt;br /&gt;negativa sofrerá um choque com a carga fortemente positiva do Cinturão de Fótons, que&lt;br /&gt;atua diretamente no metabolismo de qualquer ser vivo. Como conseqüência, haverá um&lt;br /&gt;aumento significativo em casos de ataques cardíacos fulminantes, doenças do coração em&lt;br /&gt;geral, hemorragias, tumores cancerosos, que se desenvolvem rapidamente e matam em&lt;br /&gt;questão de meses, morte súbita de causa desconhecida e outros casos de igual gravidade.&lt;br /&gt;Se prestarem atenção, conversarem com pessoas ligadas à área médica, desde que o&lt;br /&gt;Cinturão de Fótons se aproximou mais do Sistema Solar e a sua energia começou a&lt;br /&gt;interagir no Planeta, casos de mortes repentinas, de câncer e de doenças do coração&lt;br /&gt;aumentaram consideravelmente.&lt;br /&gt;Para passar pelo Cinturão de Fótons e livrar-se dos efeitos dos raios gama, a pessoa tem&lt;br /&gt;de estar com a freqüência cerebral acelerada, com mais de 17 ciclos por segundo. Para que&lt;br /&gt;tenhamos vibrações adequadas, energia apropriada. No GNA a carga positiva é mais forte,&lt;br /&gt;assim, pessoas que possuem GNA ativo, estão com a freqüência acima de Beta, vibram no&lt;br /&gt;Mental Superior, livres das conseqüências do Cinturão de Fótons. A pessoa que atua acima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUDANÇAS NA TERRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se tem comentado a respeito das mudanças que ocorrerão com o Planeta Terra,&lt;br /&gt;aliás já vêm ocorrendo. Muitas mudanças já estão acontecendo como terremotos, vulcões&lt;br /&gt;reativados, fortes alterações climáticas, tufões, maremotos. Haverá uma inversão dos pólos&lt;br /&gt;magnéticos: de uma rotação no sentido horário, para o sentido anti-horário, aumentando&lt;br /&gt;assim a rotação do Planeta assustadoramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O físico alemão W.O. Schumann constatou, em 1952, que a Terra é cercada por um&lt;br /&gt;campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera&lt;br /&gt;que fica cerca de 100 km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (Ressonância&lt;br /&gt;Schumann), mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona&lt;br /&gt;como uma espécie de marca-passo (freqüência de base da Terra), responsável pelo&lt;br /&gt;equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também&lt;br /&gt;que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz.&lt;br /&gt;Empiricamente, fez-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta freqüência&lt;br /&gt;biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora&lt;br /&gt;da ressonância Schumann, adoeciam. Mas, submetidos à ação de um "simulador&lt;br /&gt;Schumann" recuperavam o equilíbrio e a saúde.&lt;br /&gt;Esta medida já foi considerada uma constante; comunicações globais militares foram&lt;br /&gt;desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Por milhares de anos as batidas do&lt;br /&gt;coração da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo&lt;br /&gt;equilíbrio ecológico. Ocorre que, a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir&lt;br /&gt;dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração&lt;br /&gt;da Terra disparou. Coincidentemente, desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir:&lt;br /&gt;perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no&lt;br /&gt;mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros.&lt;br /&gt;A ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e&lt;br /&gt;condições amplas de clima. A RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento&lt;br /&gt;das severas tempestades e enchentes dos últimos anos. A ciência não sabe porque isso&lt;br /&gt;acontece - nem o que fazer com essa situação.&lt;br /&gt;Enquanto a taxa de "pulsação" está crescendo, seu campo de força magnético está&lt;br /&gt;declinando (de 4 Gauss para 0.4 Gauss). O campo reduziu sua intensidade à metade, nos&lt;br /&gt;últimos quatro mil anos. E como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do&lt;br /&gt;magnetismo polar é a redução deste campo de força, acredita-se que outra inversão deve&lt;br /&gt;estar acontecendo. Em função disso, os registros geológicos da Terra que indicam&lt;br /&gt;inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente. E,&lt;br /&gt;considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter&lt;br /&gt;ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta.&lt;br /&gt;A Terra se comporta como um enorme circuito elétrico. É verdade que a atmosfera é um&lt;br /&gt;condutor bastante fraco e se, não houvesse fontes de carga, toda a carga elétrica terrestre se&lt;br /&gt;disseminaria em cerca de dez (10) minutos. Existe uma "cavidade" definida pela superfície&lt;br /&gt;do planeta e o limite interior da ionosfera ¾ 55 km acima.&lt;br /&gt;Aproximadamente 1.000 tempestades luminosas acontecem a todo o momento no&lt;br /&gt;mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 A (Ampéres), e elas, juntas, contribuem para a medida&lt;br /&gt;total do fluxo da corrente na "cavidade eletromagnética" da Terra.&lt;br /&gt;As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que existem&lt;br /&gt;nesta cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão presentes o tempo inteiro, e sim&lt;br /&gt;têm de ser estimuladas para serem observadas. Elas não são causadas por nada que&lt;br /&gt;acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo. Parecem estar relacionadas à&lt;br /&gt;atividade elétrica na atmosfera, particularmente em períodos de intensa atividade luminosa.&lt;br /&gt;Elas ocorrem em diversas freqüências. Nosso Planeta, percorrendo o espaço, tem uma&lt;br /&gt;velocidade calculada em cerca de 28.000 quilômetros por hora, ao entrar no Cinturão de&lt;br /&gt;Fótons, alcançaremos uma velocidade de até 335.000 km/h. Essa vertiginosa aceleração&lt;br /&gt;comprimirá o tempo e o espaço de forma inimaginável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo de vibração da terra é referente às pessoas e não ao planeta em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é a vibração das moléculas do planeta e sim a vibração das pessoas, o nível mental,&lt;br /&gt;o nível de consciência. Por isso, temos que entrar em sincronia com a vibração da Terra,&lt;br /&gt;assim como com a do Centro da Galáxia, e com o Cosmo como um todo.&lt;br /&gt;Os seres, com os quais o Urandir mantém contato, passam para ele o tempo em&lt;br /&gt;segundos, que, na prática é o mesmo usado para o banho frio, e está ligado à interação do&lt;br /&gt;nosso corpo físico com o planeta. Esse tempo é sempre em segundos, nunca em ciclos por&lt;br /&gt;segundo, que é a medida física da freqüência em hertz. O banho frio provoca um choque&lt;br /&gt;térmico, que estimula nossos meridianos, acelerando nossos chakras e, conseqüentemente,&lt;br /&gt;expandindo nossa aura e tomando-se no tempo certo (da vibração planetária), coloca nosso&lt;br /&gt;corpo físico em sintonia com o planeta.&lt;br /&gt;As pessoas estão percebendo que o tempo não está sendo mais suficiente para terminar&lt;br /&gt;uma tarefa que antes podia ser feita num tempo menor, pois o tempo de vibração da Terra&lt;br /&gt;está diminuindo. Anos atrás era 48 segundos e hoje chegamos aos 14 segundos (que são&lt;br /&gt;ciclos vibratórios da terra). Como a freqüência está subindo (Ressonância Schumann), o&lt;br /&gt;tempo está abaixando. Quando o tempo baixa a vibração aumenta e vice-versa. O tempo&lt;br /&gt;mantém uma relação inversa com a freqüência (f = 1/T "f" em hertz e "T" em segundos),&lt;br /&gt;também chamado de período, quando um deles aumenta o outro diminui.&lt;br /&gt;A vibração planetária começou a acelerar a partir do ano de 1971, processo que se&lt;br /&gt;intensificou muito nos últimos anos. O que isso significa? Que o dia, hoje, não tem a&lt;br /&gt;mesma duração de um dia anterior ao ano de 1971. Devido à aceleração geral, a jornada de&lt;br /&gt;24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está&lt;br /&gt;passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real no transtorno da ressonância&lt;br /&gt;Schumann.&lt;br /&gt;Por repetidas vezes fala-se que temos que acelerar a nossa freqüência cerebral, a nossa&lt;br /&gt;vibração, é para manifestar ("plasmar") nossos pensamentos positivos no físico.&lt;br /&gt;Qualquer mudança vibracional, muda a aceleração planetária, quer dizer, temporal.&lt;br /&gt;Nosso estado de consciência, o inconsciente coletivo, pode acelerar ou diminuir, porque&lt;br /&gt;reflete em todas as pessoas. Existem vários vórtices de energia em todo o planeta, só que&lt;br /&gt;tem uma concentração maior, uma vibração muito mais intensa que se dá entre 19 e 25&lt;br /&gt;graus de latitude, acima ou abaixo do equador. Quando fazemos mentalização, quando&lt;br /&gt;pensamos coisas boas para nós e para o mundo, esse pensamento já está alterando o estado&lt;br /&gt;de consciência das outras pessoas, mesmo sem elas perceberem, estamos mudando a aura&lt;br /&gt;delas. O subconsciente capta nossa freqüência mental e trabalha a delas, também. Às&lt;br /&gt;vezes, o acesso à placa; o banho de Plasma, etc.&lt;br /&gt;Nosso Sistema Solar está girando no sentido anti-horário, ao redor do Cinturão de&lt;br /&gt;Fótons. A Terra gira ao redor de si mesma no sentido horário (rotação) e ao redor do Sol&lt;br /&gt;no anti-horário (translação). Ou seja, o Planeta está no anti-horário em redor do Sol e&lt;br /&gt;também em torno do Cinturão de Fótons (negativo com negativo = positivo). Nosso&lt;br /&gt;Planeta está no negativo, porque gira no sentido horário em tomo de si mesmo, portanto,&lt;br /&gt;estamos com a polaridade invertida.&lt;br /&gt;O Sistema Solar está em interação com o Cinturão de Fótons há mais de três anos, foi&lt;br /&gt;quando entramos na faixa dos Fótons. Muitas pessoas não irão agüentar as conseqüências,&lt;br /&gt;não estão preparadas para essas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREQÜÊNCIA CEREBRAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, com a alteração vibracional do Planeta, as freqüências cerebrais também devem ser&lt;br /&gt;alteradas, não devemos baixá-las, mas sim, potencializá-las, acelerar nossas ondas&lt;br /&gt;cerebrais.&lt;br /&gt;capacidade de raciocínio, a percepção telepática, expandirão todos os seus sentidos e terão&lt;br /&gt;adquirido outras faculdades mentais adormecidas em seus subconscientes.&lt;br /&gt;Para potencializar essas ondas cerebrais, você precisa ter um autocontrole de&lt;br /&gt;pensamentos e desejos, conseguindo equilibrar, acelerar e manipular de maneira eficiente e&lt;br /&gt;rápida as suas ondas cerebrais. Nunca é demais ressaltar que devemos sempre manter as&lt;br /&gt;freqüências aceleradas: chorar, dormir, diminui o campo energético e a freqüência&lt;br /&gt;vibratória e a pessoa fica à mercê de energias negativas. Para que isso não aconteça&lt;br /&gt;existem exercícios de aceleração. A pessoa tem suas glândulas trabalhadas, seu&lt;br /&gt;metabolismo sendo adaptado, e irá passando a ser mais energia do que matéria.&lt;br /&gt;A presença do Cinturão de Fótons irá facilitar nossa ampliação, potencialização da&lt;br /&gt;capacidade mental, porque multiplica a nossa energia.&lt;br /&gt;Atualmente, não dominamos nem 10% do que pensamos ou desejamos. Esse pensamento&lt;br /&gt;e desejo devem ser acompanhados de vontade e segurança. Já dissemos que medo e&lt;br /&gt;insegurança geram negatividade que deve ser eliminada do nosso pensamento, para que a&lt;br /&gt;positividade impere. Devemos pensar: "eu quero, eu faço, eu realizo" num pensamento e&lt;br /&gt;desejo profundo, projetando no astral e passando para o mental.&lt;br /&gt;Por isso é que dizemos que se a pessoa tiver pensamentos negativos, previsões ou sonhos&lt;br /&gt;ruins, deve comentá-los o mais possível para que queimem no astral e não se realizem. Se&lt;br /&gt;não comentar e guardar para si, vai tomando forma e se intensificando, acaba passando&lt;br /&gt;para o mental e acontecendo. Ao contrário, pensamentos ou sonhos bons não devem ser&lt;br /&gt;comentados para que aconteçam.&lt;br /&gt;Para passar pelo Cinturão de Fótons e livrar-se dos efeitos dos raios gama, a pessoa tem&lt;br /&gt;de estar com a freqüência cerebral acelerada, acima de Beta, ou seja, com mais de 17 ciclos&lt;br /&gt;por segundo. Para que tenhamos vibrações adequadas, energia apropriada, é que o nosso&lt;br /&gt;DNA está sendo alterado. No GNA a carga positiva é mais forte, assim, pessoas que&lt;br /&gt;possuem GNA ativo, estão com a freqüência acima de Beta, vibram no Mental Superior,&lt;br /&gt;livres das conseqüências do Cinturão de Fótons. A pessoa que atua acima de 17 ciclos por&lt;br /&gt;segundo vão conseguir tirar resultados favoráveis dessa energia, porque vai também&lt;br /&gt;transmutar para positivo essa carga positiva; a que atua a menos de 17 ciclos, pode sofrer&lt;br /&gt;os efeitos negativos dos raios gama.&lt;br /&gt;Haverá uma inversão dos pólos magnéticos: de uma rotação no sentido horário, para o&lt;br /&gt;sentido anti-horário, aumentando assim a rotação do Planeta assustadoramente. Nosso&lt;br /&gt;Sistema Solar está girando no sentido anti-horário, ao redor do Cinturão de Fótons. A&lt;br /&gt;Terra gira ao redor de si mesma no sentido horário (rotação) e ao redor do Sol no antihorário&lt;br /&gt;(translação). Ou seja, o Planeta está no anti-horário em redor do Sol e também em&lt;br /&gt;torno do Cinturão de Fótons (negativo com negativo = positivo). Nosso Planeta está no&lt;br /&gt;negativo, porque gira no sentido horário em tomo de si mesmo, portanto, estamos com a&lt;br /&gt;polaridade invertida.&lt;br /&gt;A atuação do Cinturão de Fótons, em qualquer Sistema que passe, dura 4.000 anos. Pode&lt;br /&gt;trazer conseqüências positivas e negativas, vai depender do ser humano a sua intensidade.&lt;br /&gt;Isso é cíclico. Aconteceu com civilizações extintas como a dos egípcios, dos maias, dos&lt;br /&gt;atlantes e dos que viveram na época de Noé.&lt;br /&gt;A verticalização da Terra também é outro fator que vai gerar grandes transformações.&lt;br /&gt;Cientificamente, já foi comprovado 0,25 % de verticalização do eixo terrestre, mas haverá&lt;br /&gt;um movimento maior e mais rápido. Isso causará grandes enchentes, de gelo do pólo, o&lt;br /&gt;nível dos oceanos vai subir rapidamente, semelhante ao que aconteceu no dilúvio.&lt;br /&gt;Através do Cinturão de Fótons e da radiação manásica, como veículos espirituais, nos é&lt;br /&gt;proporcionada a oportunidade de nos libertarmos da negatividade e voltarmos ao nosso&lt;br /&gt;ponto de origem, porém a livre-escolha permanece, será opção de cada um. Dessa forma,&lt;br /&gt;devemos nos preparar para a vinda do Cinturão de Fótons e as transformações do Planeta.&lt;br /&gt;Prepararmo-nos para transmutar, para ascensionarmos através da aceleração das&lt;br /&gt;freqüências cerebrais, trabalhar a energia, ativar o GNA e as glândulas. Tudo o que estiver&lt;br /&gt;na vibração superará as conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ascensão será geral: do Planeta e do que estiver nele. Os reinos animal e vegetal&lt;br /&gt;igualmente sofrerão transformações. O mundo dos elementais e dos espíritos da Natureza&lt;br /&gt;estarão também se humanizando.&lt;br /&gt;Reiteramos que a transformação deverá ser de corpo e consciência, numa freqüência mais&lt;br /&gt;alta e mais intensa. Devemos também realinhar nossa atual consciência, reconhecermo-nos&lt;br /&gt;nas energias Crísticas entrantes, norteando-nos com equilíbrio, luz, amor e perdão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO VIII&lt;br /&gt;12/12/2012: UMA NOVA ERA&lt;br /&gt;Dias de Decisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós estamos no auge de uma mudança global incrível. Uma encruzilhada onde nós tomamos&lt;br /&gt;decisões que influenciarão enormemente a vida na Terra em um futuro próximo.&lt;br /&gt;A criação é governada por ciclos de energia. Em um nível, nós os vemos nas estações da&lt;br /&gt;Terra, primavera, verão, outono e inverno. Mas há também ciclos muito maiores, e esses têm&lt;br /&gt;sido registrados em números e símbolos pelos povos antigos como os Sumérios, egípcios,&lt;br /&gt;hindus, chineses, os Mayas da América Central e os Americanos nativos como os Hopi do&lt;br /&gt;Arizona. Esses mediam os ciclos de energia solar, lunar e outras energias cósmicas que&lt;br /&gt;transformam os campos de energia da Terra e assim transformam a vida neste planeta. Nós&lt;br /&gt;estamos agora no meio de talvez o maior desses ciclos, um que acontece, segundo estimativas,&lt;br /&gt;só uma vez a cada 26.000 anos, e o calendário Maya prevê que o ponto crítico de mudança é 12&lt;br /&gt;de dezembro de 2012. Esse é o real ponto focal da transformação, não o manufaturado Milênio.&lt;br /&gt;Estes ciclos de consciência são como entradas ou portais que se abrem para aqueles que estão&lt;br /&gt;pronto para passar para um estado muito mais alto de consciência. Eu vejo isto como um tipo de&lt;br /&gt;relógio cuco no qual, em certos momentos/chave, a porta ou portal se abre. Quando estes portais&lt;br /&gt;são perdidos, o ciclo começa novamente até outro portal abrir. Mas o que nós estamos&lt;br /&gt;encarando agora, ao que parece, não é um portal, mas sim um vasto abismo de oportunidades&lt;br /&gt;para uma transformação global que desafiará todas as crenças atuais.&lt;br /&gt;Textos de escolas religiosas e de mistério têm previsto isto abertamente ou simbolicamente por&lt;br /&gt;milhares de anos. Agora a evidência física, espiritual e, crescentemente, científica pode&lt;br /&gt;confirmar que a denominada "Grande Mudança das Eras" está sobre nós.&lt;br /&gt;Uma série de eventos, descrita por Gregg Braden em Despertando Para o Ponto Zero, tem&lt;br /&gt;confirmado que os tempos estão mudando. Em 1991 foi identificada uma nova freqüência&lt;br /&gt;ressonando do centro da espiral de nossa Galáxia e em 1994 a sonda Ulysses foi enviada para&lt;br /&gt;investigar mudanças no Sol. Desde a metade dos anos 80, houve um tremendo aumento nas&lt;br /&gt;chamas solares e nas explosões de raios-x, e Ulysses descobriu que o campo magnético do Sol&lt;br /&gt;estava diminuindo rapidamente. As leituras nos pólo norte e no pólo sul e no equador estavam&lt;br /&gt;"muito mais baixas do que o esperado".&lt;br /&gt;Também, enquanto o Sol está esfriando, os planetas do sistema solar, especialmente os mais&lt;br /&gt;afastados, estão aquecendo. Isto sugere que a fonte de calor planetário vem de dentro, embora&lt;br /&gt;isto possa ser estimulado por mudanças magnéticas e elétricas no sol.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que estas mudanças estavam acontecendo no Sol, uma tempestade em&lt;br /&gt;Júpiter, primeiro documentada pelos chineses 3.000 anos atrás, também mostrou mudanças&lt;br /&gt;súbitas. Uma vasta espiral dentro desta tempestade começou a girar na outra direção. As ondas&lt;br /&gt;de choque e outros fenômenos causados pela colisão do cometa shoemaker-levy em Júpiter em&lt;br /&gt;1994 também têm afetado todo o sistema solar, inclusive a Terra. O que está claro é que as&lt;br /&gt;mudanças no campo magnético do Sol têm se refletido aqui.&lt;br /&gt;A Terra é um imã gigantesco com diferentes níveis girando para criar um campo magnético.&lt;br /&gt;Quanto mais rápido a Terra gira, mais poderoso e denso é o campo magnético. Dois mil anos&lt;br /&gt;atrás este campo magnético atingiu o ápice de sua intensidade no ciclo atual e vem caindo desde&lt;br /&gt;então, a medida em que o planeta tem girado cada vez mais lento, Braden diz. O campo está&lt;br /&gt;agora 50% menos poderoso do que estava 1.500 anos atrás e a velocidade desta queda está&lt;br /&gt;aumentando muito depressa. Não há nenhuma razão para pânico porque tudo isso é parte de um&lt;br /&gt;ciclo natural, uma versão mais longa e infinitamente mais poderosa das estações anuais. Junto&lt;br /&gt;com isso vem a notícia de que a freqüência de ressonância da Terra ou, se preferir, a sua&lt;br /&gt;pulsação, está aumentando rapidamente. Esta freqüência, chamada de Freqüência Ressonante de&lt;br /&gt;Base ou Ressonância de Cavidade de Schumann, foi identificada em 1899. Entre 1899 e a&lt;br /&gt;metade de 1980, manteve um pulso constante ao redor de 7.8 Hertz ou 7 ciclos por segundo.&lt;br /&gt;Mas de 1986-87 começou a acelerar. Ao final de 1995 tinha alcançado 8.6 de acordo com&lt;br /&gt;algumas estimativas e os últimos números que eu ouvi estavam acima de dez e ainda subindo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gregg Braden acredita que no ano de transformação Maya de 2012, a ressonância da Terra&lt;br /&gt;poderia ser de 13 ciclos por segundo enquanto que o seu campo magnético poderia estar no zero&lt;br /&gt;ou próximo disso. Ele chama isso de Ponto Zero, quando o campo magnético da Terra&lt;br /&gt;desaparecerá porque o planeta terá parado de girar. Isto não significa que não haverá gravidade&lt;br /&gt;porque ela é criada por outros fenômenos, não pela rotação do planeta.&lt;br /&gt;Algo assim parece ter acontecido pelo menos 14 vezes nos últimos 4.5 milhões de anos. O&lt;br /&gt;último é calculado ter sido aproximadamente há 11-13.000 anos atrás, uma janela de tempo que&lt;br /&gt;corresponde com muitas estimativas do fim da Atlântida e o começo da recuperação daquele&lt;br /&gt;grande cataclismo depois de aproximadamente 10.500 AC. 13,000 anos atrás teria sido o ponto&lt;br /&gt;intermediário no Grande Ciclo de 26,000 anos que está terminando agora, outro tempo de&lt;br /&gt;grande mudança. Eu não estou dizendo que a Terra vai deixar de girar, mas eu certamente não&lt;br /&gt;descartaria essa possibilidade.&lt;br /&gt;Porém, pode ser que tenha havido uma troca dos pólos magnéticos mais recentemente,&lt;br /&gt;aproximadamente 3.500 - 3.600 anos atrás, de acordo com o exame do gelo em Greenland e nas&lt;br /&gt;regiões polares. Toda vez que a Terra sofreu uma rápida queda no campo magnético como a que&lt;br /&gt;nós estamos vendo agora, resultou em uma troca de pólo que é quando o norte e o sul&lt;br /&gt;magnéticos trocam de lugar. Pessoas como Braden, estimam que a Terra deixará de girar&lt;br /&gt;durante alguns dias antes de começar a girar na direção oposta. Como você pode ver, quando o&lt;br /&gt;fluxo de eletricidade de uma barra de ferro é invertido, os pólos se invertem. A medida em que o&lt;br /&gt;planeta girar na direção oposta, o fluxo de eletricidade se inverterá e, consequentemente, os&lt;br /&gt;pólos também se inverterão.&lt;br /&gt;Se o planeta deixasse de girar, um lado da Terra estaria em constante claridade e o outro em&lt;br /&gt;constante escuridão nesse período, e isso é o que os antigos disseram que aconteceu há milhares&lt;br /&gt;de anos atrás. Os peruanos falam sobre a 'longa noite' de três dias e na Bíblia há referência a um&lt;br /&gt;dia durando 20 horas, o dia mais longo. A Tribo Hopi registra como o Sol nasceu duas vezes em&lt;br /&gt;um dia. Primeiro nasceu no oeste e se pôs no leste e depois nasceu no leste e se pôs no oeste - o&lt;br /&gt;ciclo que permanece desde então. Outros contos antigos dizem que o Sol costumava nascer no&lt;br /&gt;oeste e se pôr no leste, outra indicação de que a Terra costumava girar em outra direção. No&lt;br /&gt;começo dos anos 90, quando eu estava apenas acordando para essas coisas, me foram dadas&lt;br /&gt;algumas informações canalizadas por uma psíquica que disse: “O mundo está mudando e o&lt;br /&gt;norte se tornará o sul e o leste, oeste. Assim foi comandado desde o começo do tempo.” Brian&lt;br /&gt;Desborough, o cientista-investigador da Califórnia, também me falou que alguns importantes&lt;br /&gt;eventos geofísicos estão acontecendo, os quais estão sujeitando as telecomunicações a um&lt;br /&gt;blecaute. Ele confirma que o campo geomagnético da Terra está caindo rapidamente e logo&lt;br /&gt;alcançará o zero. Ele acredita, assim como eu, que nós estamos iniciando um passeio&lt;br /&gt;geologicamente muito acidentado. O Serviço Geológico dos EUA diz que o campo magnético&lt;br /&gt;da terra cai para zero a cada 500.000 anos, e então lentamente se reconstrói, e que estes são&lt;br /&gt;períodos de cataclísmicas mudanças na Terra, terremotos e vulcões, por causa da parada&lt;br /&gt;temporária na rotação do planeta. Eu acho que isso acontece mais freqüentemente do que se&lt;br /&gt;supõe.&lt;br /&gt;De acordo com os contatos de Brian, o campo magnético do Sol já caiu pra zero e parece ter&lt;br /&gt;alcançado um nível mais alto de conversão de hidrogênio em hélio. Ele diz que as chamas&lt;br /&gt;solares estão sendo emitidas acima e abaixo do equador do Sol a uma latitude de 19.5 graus.&lt;br /&gt;Este é o ponto onde é trocada energia entre esferas giratórias e é nesta latitude na Terra que as&lt;br /&gt;pirâmides ficam situadas. A energia que é recebida do Sol a estas latitudes deve ser agora&lt;br /&gt;fenomenal.&lt;br /&gt;Nós temos seguido a conexão entre mudanças na ressonância vindas do centro da galáxia, com&lt;br /&gt;as mudanças no sol e com as mudanças na Terra. Isso segue em frente de lá para o coração&lt;br /&gt;humano, e então para o cérebro e depois para cada célula do corpo. Quanto mais você abre o seu&lt;br /&gt;coração, mais poderoso este fluxo fica e mais rápido você se sincronizará com as vibrações&lt;br /&gt;ascendentes e alcançará um estado mais alto de consciência. Se você fechar o seu coração e sua&lt;br /&gt;mente, você estará resistindo a estas mudanças e uma quantidade cada vez maior de sua energia&lt;br /&gt;será gasta nessa luta contra as mesmas energias que transformarão sua vida e o libertarão.&lt;br /&gt;Também o seu corpo crescentemente sairá de sincronia com a energia ao seu redor e as&lt;br /&gt;conseqüências físicas, mentais e emocionais serão óbvias. Você pode tentar nadar contra a&lt;br /&gt;correnteza desse enorme oceano, ou você pode relaxar, deitar-se em uma bóia e deixar as coisas&lt;br /&gt;fluírem naturalmente. É sua escolha, e não importa o que aconteça, você sempre viverá.&lt;br /&gt;Se nós nos permitirmos sermos tocados por essa luz de alta freqüência, nossos corpos se&lt;br /&gt;consertarão e nós não envelheceremos. Nós viveremos em corpos físicos indefinidamente se nós&lt;br /&gt;assim desejarmos e nossos poderes mentais e psíquicos não conhecerão nenhuma limitação. Se&lt;br /&gt;também está correto que nós estamos entrando em um volumoso campo elétrico chamado de&lt;br /&gt;Cinturão de Fótons, nós vamos experimentar algumas coisas surpreendentes. Os antigos sabiam&lt;br /&gt;destes grandes ciclos de mudança e todos os calendários antigos dos egípcios, dos Mayas, dos&lt;br /&gt;Tibetanos, dos chineses e de outros terminam no período em que nós estamos vivendo agora. O&lt;br /&gt;calendário egípcio data de aproximadamente 39.000 anos atrás e o Maya talvez 18.000 anos. O&lt;br /&gt;Maya disse que haveria um período de transição entre o velho e o novo mundo, a medida em&lt;br /&gt;que uma versão de tempo fosse substituída por outra. Eles chamaram esse período de "Sem&lt;br /&gt;Tempo" e eles disseram que isso vai começar em julho de 1982 e conduzir à uma mudança no&lt;br /&gt;dia 12 de dezembro de 2012. O efeito de tudo isso na humanidade é fácil de ver. Eu visitei mais&lt;br /&gt;de 20 países nos últimos anos e há um despertar acontecendo em todos eles. Contudo, a maioria&lt;br /&gt;ainda não despertou, mas os números estão aumentando dia a dia a medida em que este&lt;br /&gt;despertador espiritual tira as pessoas de suas sonecas. É a aceleração da vibração da Terra, e da&lt;br /&gt;galáxia em geral, que está dando a impressão de que o tempo está passando cada vez mais&lt;br /&gt;rapidamente. Isso é uma ilusão porque, na verdade, não há nenhum tempo, mas nos sentimos&lt;br /&gt;dessa forma porque a freqüência está ficando mais rápida. Eu lembro que me foi dada uma&lt;br /&gt;comunicação canalizada por uma psíquica no começo dos anos 90, a qual disse que estava&lt;br /&gt;chegando o dia em que o tempo parecerá estar se movendo tão depressa que será assustador.&lt;br /&gt;Esse momento está próximo. Não há nada com o que se preocupar, é só um ciclo natural, mas&lt;br /&gt;apresentará muitos desafios e, consequentemente, oportunidades infinitas.&lt;br /&gt;O universo, como o todo do mundo físico, é um holograma - colunas de luz colidindo para&lt;br /&gt;criar o aspecto de forma tridimensional. É como lançar pedras em uma lagoa e assistir as ondas&lt;br /&gt;colidirem e criarem padrões. Dois cientistas nos Estados Unidos, Terrance e Dennis McKenna,&lt;br /&gt;sugerem que o universo é um holograma de 64 ondas ou escalas de tempo e é por isso que nós&lt;br /&gt;temos os 64 hexagramas do I-Ching, 64 chaves da Árvore da Vida, e os 64 cordões do DNA. A&lt;br /&gt;análise do computador deles sugere que todas essas 64 ondas atingirão juntas o ápice, em 2012.&lt;br /&gt;Isto fará com que os próximos anos sejam um período de mudanças estarrecedoras. Os&lt;br /&gt;McKennas dizem que a velocidade da mudança tem dobrado dentro de um período cada vez&lt;br /&gt;menor, se manifestando como os saltos no desenvolvimento tecnológico neste século.&lt;br /&gt;Projetando adiante, eles dizem que isto continuará pelo ano de transformação de 2012 quando&lt;br /&gt;em um período de 384 dias haverá mais transformações de consciência do que em todos os&lt;br /&gt;ciclos anteriores juntos.&lt;br /&gt;Depois disso, haverá um ciclo de seis dias dentro do qual eventos se moverão ainda mais&lt;br /&gt;rapidamente e nos últimos 135 minutos haverá outros dezoito enormes saltos na consciência&lt;br /&gt;humana, culminando no último 0.0075 de um segundo quando outros 13 acontecerão. Eu não&lt;br /&gt;acho que nós estaremos assistindo a alguma novela enquanto isto estiver acontecendo.&lt;br /&gt;“Querido, eu acho que acabei de passar por várias transformações existenciais enquanto estava&lt;br /&gt;assistindo àquele comercial. Aceita uma xícara de chá?”&lt;br /&gt;Enquanto eu escrevo estas palavras o ciclo das chamas solares está aumentando rapidamente e&lt;br /&gt;rumando ao seu poder e efeito máximos entre 1999 e 2002. Essa não é a transformação, mas é&lt;br /&gt;parte do ciclo. É muito significante que o culto solar do reptilianos/humanos deveria criar uma&lt;br /&gt;medida de tempo que sincronizasse o ano 2.000 deles, com o pico das explosões solares neste&lt;br /&gt;ciclo (ciclo 23 como é conhecido).&lt;br /&gt;Essas tempestades solares de energia altamente carregada provavelmente aumentarão a força&lt;br /&gt;de temporais, mudanças no tempo, incríveis espetáculos no céu ao nascer do Sol e,&lt;br /&gt;possivelmente, causarão cortes de energia e mau funcionamento de satélites. As bases&lt;br /&gt;subterrâneas e cidades construídas pela Elite neste século estão em preparação para as mudanças&lt;br /&gt;monumentais que vão acontecer até 2012. O satélite Telstar 401 foi destruído por,&lt;br /&gt;aparentemente, densidades elétricas mais altas do que o normal e isso não é nada comparado&lt;br /&gt;com o que está por vir. Em março de 1989 a rede elétrica de Quebec, no Canadá entrou em&lt;br /&gt;colapso por dois minutos entre uma tempestade de energia solar semelhante e, novamente, são&lt;br /&gt;esperadas tempestades muito maiores. É esperado que as principais tempestades geomagnéticas&lt;br /&gt;atinjam o ápice entre 1999 e 2002; tempestades severas deveriam atingir o ápice entre 1999 e&lt;br /&gt;2005; e o ano para o número máximo de pequenas tempestades por dia é predito para ser 2005,&lt;br /&gt;à medida que o ciclo solar 23 entra em declínio. As maiores chamas deste ciclo solar são&lt;br /&gt;estimadas em serem 10.000 vezes mais poderosas do que as observadas na metade dos anos 90.&lt;br /&gt;Mas os fenômenos que eu descrevi até aqui são a verdadeira razão para as dramáticas&lt;br /&gt;mudanças nos padrões globais do clima, os quais estão ficando mais extremos a cada mês. Nós&lt;br /&gt;ainda não vimos nada. Como eu disse, entre grande ridículo público na Inglaterra no começo&lt;br /&gt;dos anos 90, mudanças enormes em padrões climáticos serão prováveis neste período, junto&lt;br /&gt;com efeitos geológicos, à medida que a Terra se reestrutura e prepara o seu corpo para a&lt;br /&gt;mudança, da mesma forma que os humanos estão tendo que fazer. Nós e a Terra estamos sendo&lt;br /&gt;desafiados a sincronizar nossa consciência e sua expressão física com as freqüências que estão&lt;br /&gt;se acelerando rapidamente e que estão agora inundando o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Icke&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3659479404290853142-780520029383115320?l=aijalomwagner.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/780520029383115320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3659479404290853142&amp;postID=780520029383115320' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/780520029383115320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/780520029383115320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/2008/12/o-campo-magntico-da-terra-em-dezembro.html' title=''/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142.post-3884174274019121936</id><published>2008-12-22T05:59:00.001-08:00</published><updated>2008-12-22T06:00:00.034-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Os Mistérios da Criação 3 (Zecharia Sitchim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na história sobre Adão e Eva no Jardim do Éden apresentada na Bí&amp;shy;blia, o antagonista de Deus que os faz adquirir "conhecimento" (a capa&amp;shy;cidade de procriar) é a serpente, nahash em hebraico.&lt;br /&gt;O termo nahash tem dois outros significados: "aquele que sabe segre&amp;shy;dos" e "aquele que conhece o cobre". Esses significados ou jogos de pa&amp;shy;lavra são encontrados no epíteto sumério para Enki: BUZUR queria di&amp;shy;zer "aquele que resolve segredos" e "aquele das minas de cobre". As&amp;shy;sim, sugeri em obras anteriores que na versão suméria original sobre a expulsão do Jardim do Éden, a serpente era Enki. O emblema desse deus era as serpentes entrelaçadas, símbolo igualmente de seu "centro de cul&amp;shy;to", Eridu, de seus domínios africanos em geral e das pirâmides em particular. Ele também aparece nas ilustrações dos selos cilíndri&amp;shy;cos sumérios que mostram eventos da Bíblia.&lt;br /&gt;O que representa o emblema das serpentes entrelaçadas - ainda hoje símbolo da medicina e cura? Foi a descoberta da estrutura helicoidal do ADN pela ciência moderna que nos deu a resposta: as ser&amp;shy;pentes entrelaçadas imitam a estrutura do código genético, o conheci&amp;shy;mento secreto que permitiu a Enki criar o Adão e depois conceder ao primeiro casal a capacidade de procriar.&lt;br /&gt;O emblema de Enki como sinal de cura foi invocado por Moisés quando ele fez uma nahash nehosheth - "a serpente de cobre" - para combater uma epidemia que atacava os israelitas. O envolvimento desse metal nos três significados do termo nahash e na confecção da serpente seria devi&amp;shy;do a algum desconhecido papel desempenhado por ele na genética e cura?&lt;br /&gt;Experiências recentes, feitas nas universidades de Minnesota e St. Louis sugerem que isso é fato. Elas mostraram que o cobre-62 é um "emissor de pósitrons", valioso no acompanhamento do fluxo sanguíneo e que ou&amp;shy;tros componentes de cobre transportam produtos farmacêuticos para cé&amp;shy;lulas vivas, inclusive as do cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;A Sabedoria que Veio do Céu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Listas de Reis Sumérios - um registro de governantes, cidades e eventos organizados em ordem cronológica - dividem o todo forma&amp;shy;do pela pré-história e história em duas partes distintas: antes do dilúvio e depois do dilúvio. Na primeira época, os "deuses" Anunnaki e seus filhos nascidos de "filhas dos homens", os chamados semideuses, reinavam sobre a Terra; na segunda, os governantes humanos - reis escolhidos por Enki - foram interpostos entre os "deuses" e o povo. Em ambos os casos a instituição de uma sociedade organizada e um governo ordenado, a "monarquia", segundo os registros, "desceu do céu", ou seja, houve uma imitação terrestre da organização social e go&amp;shy;vernamental existente em Nibiru.&lt;br /&gt;"Quando a monarquia desceu do céu", começa a Lista de Reis Su&amp;shy;mérios, "a monarquia ficava em Eridu. Em Eridu, Alulim tornou-se rei e governou por 28.800 anos". Depois de relacionar os outros governantes e cidades antidiluvianos, o texto declara: "Então o dilúvio var&amp;shy;reu a Terra". Em seguida continua: "Depois que o dilúvio varreu a Terra, quando a monarquia de novo foi descida do céu, a monarquia ficava em Kish". Daí em diante, a lista entra em épocas históricas.&lt;br /&gt;Embora o tema deste livro seja o que chamamos de ciência e os anti&amp;shy;gos chamavam de sabedoria, algumas palavras sobre o "sistema mo&amp;shy;nárquico" - a boa ordem das coisas, uma sociedade organizada e suas instituições - cabem aqui porque sem ele não teria sido possível o pro&amp;shy;gresso científico ou a disseminação e preservação da "sabedoria". A monarquia foi um dos componentes do "pacote" que Enlil, o princi&amp;shy;pal administrador dos Anunnaki na Terra entregou à humanidade. É importante notar que como acontece em muitos campos da ciência, on&amp;shy;de ainda nos baseamos em legados sumérios, o sistema monárquico e os reis, depois de terem servido aos homens por tantos milênios, continuam existindo. Samuel N. Kramer, em History Begins at Sumer, dá-nos uma lista de "primeiros" que surgiram na Suméria, inclusive uma câmara bicameral de deputados eleitos (ou escolhidos).&lt;br /&gt;Vários aspectos de uma sociedade ordeira e organizada foram incor&amp;shy;porados aos conceitos de monarquia, sobretudo a necessidade de justi&amp;shy;ça. Um rei tinha de ser "justo", outorgar e manter a legislação, pois a sociedade suméria vivia pela lei. Muitos de nós aprenderam na escola sobre Hamurábi, o rei da Babilônia, e seu famoso código, instituído no segundo milênio a.C. Mas, pelo menos 2 mil anos antes dele, os reis sumérios já tinham uma legislação semelhante. A diferença é que o có&amp;shy;digo de Hamurábi tratava de crime e castigo: se você fizer isto, vai lhe acontecer aquilo. Os códigos legislativos sumérios, por sua vez, trata&amp;shy;vam de comportamento, exigindo que fosse correto. Não se devia tirar o jumento de uma viúva ou atrasar o pagamento de um trabalhador. Essa mesma linha é encontrada nos Dez Mandamentos da Bíblia, que não é uma lista de castigos, mas um código sobre o que é certo ou erra&amp;shy;do, e o que não deve ser feito.&lt;br /&gt;Uma administração judicial cuidava do cumprimento das leis e foi da Suméria que herdamos o conceito de juízes, júri, testemunhas e con&amp;shy;tratos. A unidade da sociedade que chamamos de "família", com base num casamento contratual, foi instituída na Suméria. O mesmo vale para regras e costumes de sucessão, adoção e direito das viúvas. A re&amp;shy;gra da lei também era aplicada a atividades econômicas: comércio com base em contratos, regras para admissão de empregados, salários e im&amp;shy;postos. Conhecemos muito do comércio exterior da Suméria, por exem&amp;shy;plo, por que havia um posto alfandegário numa cidade chamada Dre&amp;shy;hem, onde se mantinham registros meticulosos sobre o movimento de mercadorias e animais.&lt;br /&gt;Tudo isso e muito mais surgiu sob o guarda-chuva da "monarquia". Quando os filhos e netos de Enlil entraram na cena das relações entre o homem e seus deuses, as funções da monarquia e supervisão dos reis foram passando para eles, e Enlil, como o Todo-Beneficente, tornou-se uma lembrança querida. Mas até hoje aquilo que chamamos de "so&amp;shy;ciedade civilizada" ainda deve sua base ao que aconteceu quando "a monarquia desceu do céu".&lt;br /&gt;A "sabedoria" - ciências e artes, atividades que exigiam um know&amp;shy;how - foi inicialmente o domínio de Enki, o cientista-chefe dos Anun&amp;shy;naki, e posteriormente de seus filhos.&lt;br /&gt;Aprendemos de um texto que os eruditos chamam de "Inanna e En&amp;shy;ki: A Transferência das Artes da Civilização", que Enki possuía certos objetos, os ME - um tipo de computador ou disquete - que continham as informações necessárias para as ciências, artes e ofícios. Che&amp;shy;gando a mais de cem, esses ME tratavam de temas tão diversos como a escrita, metalurgia, construção, transporte, anatomia, tratamentos mé&amp;shy;dicos, controle de enchentes e decadência urbana. Existiam também, como outras listagens estabeleceram, objetos contendo informações so&amp;shy;bre astronomia, matemática e o calendário.&lt;br /&gt;Tal como a monarquia, a sabedoria também "desceu do céu", isto é, foi concedida à humanidade pelos "deuses" Anunnaki. Cabia uni&amp;shy;camente a eles a decisão sobre qual conhecimento científico deveria ser passado para os humanos, o que em geral se dava por intermédio de indivíduos selecionados. O caso de Adapa, a quem Enki concedeu "am&amp;shy;plo entendimento”, já foi mencionado. Via de regra, porém, a pessoa escolhida pertencia à classe dos sacerdotes - outro dos "primeiros" que permaneceu com a humanidade por milênios até a Idade Média, onde padres e monges também eram os cientistas.&lt;br /&gt;Os textos sumérios falam de Enmeduranki, que foi preparado pelos deuses para ser o primeiro sacerdote e conta como eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostraram-lhe como observar a água e o óleo,&lt;br /&gt;segredos de Anu, Enlil e Enki.&lt;br /&gt;Eles lhe deram a Tábula Divina,&lt;br /&gt;os segredos gravados do céu e da Terra.&lt;br /&gt;Ensinaram-no a fazer cálculos com números.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas breves linhas contêm uma quantidade considerável de infor&amp;shy;mações. O primeiro assunto ensinado a Enmeduranki, o conhecimen&amp;shy;to da "água e do óleo", dizia respeito à medicina. Entre os sumérios, os médicos eram chamados de A.ZU ou IA.ZU, "o que conhece a água" ou "o que conhece o óleo". A diferença entre os dois estava no método pelo qual administravam os medicamentos: misturados com água e in&amp;shy;geridos, ou misturados com óleo e aplicados com clister. Em seguida, Enmeduranki recebeu uma tábula "divina" ou celestial, na qual esta&amp;shy;vam gravados os "segredos do céu e da Terra" - informações sobre os planetas, nosso sistema solar e as constelações visíveis, bem como o conhecimento das "ciências terrestres" - geografia, geologia, geometria - e, como o Enuma elish estava incorporado aos rituais do tem&amp;shy;plo na véspera de Ano-Novo, a cosmogonia e a evolução. E, para entender tudo isso, Enmeduranki recebeu também o conhecimento sobre um terceiro assunto, a matemática - "cálculo com números".&lt;br /&gt;No Gênesis, a história de Henoc, o patriarca antidiluviano, está re&amp;shy;sumida na afirmação de que ele não morreu, mas foi levado pelo Se&amp;shy;nhor quando estava com 365 anos (número de dias do ano). No entan&amp;shy;to, há muito mais informações sobre ele no Livro de Henoc, que não faz parte da Bíblia, mas do qual foram encontradas várias versões. Ne&amp;shy;le, o conhecimento transmitido a Henoc pelos anjos está bem detalha&amp;shy;do e inclui a mineração e a metalurgia, os segredos do Mundo Inferior, a geografia e o ciclo da água na Terra, a astronomia e as leis que regem os movimentos celestiais, o cálculo do calendário, conhecimento sobre plantas, flores, alimentos etc. Tudo isso foi mostrado ao patriarca em livros especiais e "tábulas divinas".&lt;br /&gt;O Livro dos Provérbios, da Bíblia, dedica boa parte de seus conse&amp;shy;lhos à necessidade do homem ser justo para conseguir a sabedoria, "pois é o Senhor que a concede". Os muitos segredos do céu e da Terra que essa sabedoria abrange estão salientados na "Ode à Sabedoria" encon&amp;shy;trada no Capítulo 8 dos Provérbios. O Livro de Jó também exalta as virtudes da sabedoria e toda a abundância que o homem pode obter com ela, mas pergunta: "De onde vem a sabedoria e onde está a fonte do entendimento?" Em seguida dá a resposta: "É Deus que entende seus caminhos". A palavra hebraica que foi traduzida como "Deus" é Elohim, o plural "deuses" usado nas histórias da criação. É certo que a inspiração para esses dois livros da Bíblia, senão sua fonte, foram os textos com provérbios tanto da Suméria como da Acádia e o equivalen&amp;shy;te sumério do Livro de Jó, que tem o interessante título: "Louvarei o Deus da Sabedoria".&lt;br /&gt;Na Antiguidade não se duvidava que o conhecimento científico era uma dádiva, um ensinamento transmitido pelos deuses - os Anunna&amp;shy;ki, os Elohim - para a humanidade. As afirmações de que a astrono&amp;shy;mia era um assunto da máxima importância falam por si, pois como já ficou claro nos primeiros capítulos deste livro, na época suméria já existia um conhecimento impressionante do sistema solar completo e da cosmogonia que explicava a origem da Terra, do Cinturão de Aste&amp;shy;róides, e a existência de Nibiru, informações que só podiam ter sido transmitidas pelos Anunnaki.&lt;br /&gt;Embora eu verifique um aumento gratificante - gostaria de pensar que é devido aos meus livros - no reconhecimento da colaboração su&amp;shy;méria para os primórdios e conceitos da medicina, legislação e arte cu&amp;shy;linária, ainda não houve a aceitação da imensa contribuição que os su&amp;shy;mérios fizeram para a astronomia. Isso, desconfio, é devido à hesitação de se atravessar a "porta proibida" com o passo seguinte que seria da&amp;shy;do, algo inevitável. Se você admite que os sumérios eram versados em assuntos celestiais, tem de admitir não somente a existência de Nibiru mas também de seu povo, os Anunnaki... Mesmo assim, esse "medo da travessia" - um bom jogo de palavras, pois o nome Nibiru signifi&amp;shy;ca "o planeta da travessia" - de forma nenhuma nega o fato de que a moderna astronomia deve aos sumérios (e, portanto, aos Anunnaki) o conceito básico de uma astronomia esférica com todos seus detalhes técnicos: o conceito de uma eclíptica, como o cinturão em torno do Sol onde orbitam os planetas; o agrupamento das constelações avista&amp;shy;das na eclíptica em casas ou "eras" do zodíaco; e a aplicação do núme&amp;shy;ro doze a essas constelações, meses do ano e a outros assuntos celestiais ou "divinos". A ênfase no número doze pode ser atribuída ao fato de o sistema solar ser composto de doze membros e de cada Anunnaki importante ter sido ligado a um corpo celeste, formando-se um panteão de doze "deuses", como os do Olimpo, tendo cada um deles a regência sobre uma constelação e um mês. Os astrólogos devem muito a essas divisões celestiais, já que com a revelação da existência do planeta Ni&amp;shy;biru eles encontram o décimo segundo membro do sistema solar do qual há tanto tempo careciam.&lt;br /&gt;Como detalha o Livro de Henoc e como comprova a referência bíbli&amp;shy;ca ao número 365, um resultado direto dos movimentos inter&amp;shy;relacionados do Sol, Lua e Terra foi a elaboração de um calendário, isto é, a contagem dos meses e anos. Agora é geralmente reconhecido que o calendário ocidental, que usamos na atualidade, teve origem no primeiro calendário dos Anunnaki, conhecido como Calendário de Ni&amp;shy;pur. Baseados no alinhamento de seu início com o equinócio da prima&amp;shy;vera, na casa de Touro do zodíaco, os estudiosos concluíram que ele foi instituído no começo do quarto milênio a.C. De fato, o simples conceito de um calendário coordenado com as ocorrências dos equinócios Terra-Sol (a época em que o sol cruza o equador e dias e noites são iguais) ou, alternativamente, com os solstícios (quando o sol parece ter atingido seu ponto máximo no norte ou sul) - conceitos encontrados em todos os calendários antigos, tanto no Velho como no Novo Mundo - chegou a nós vindo da Suméria.&lt;br /&gt;O calendário judaico, como repetidamente salientei em livros e arti&amp;shy;gos, ainda segue o Calendário de Nipur não apenas em sua forma e estrutura como também na contagem dos anos. O anno Domini 1990, no calendário judaico, é o ano 5.750 e isso não deriva, como costuma ser explicado, da data da "criação do mundo", mas da data em que se iniciou a contagem do tempo pelo Calendário de Nipur, ou seja, em 3.760 a.C.&lt;br /&gt;Foi nesse ano, como sugeri em The Lost Realms, que Anu, o rei de Nibiru, veio à Terra em visita oficial. Seu nome, AN em sumério e Anu em acadiano, significava "céu" ou "O Celestial" e era componente de numerosos termos astronômicos com o AN.UR ("horizonte celestial'') e AN.PA ("ponto de zênite"), e também do nome "Anunnaki" - "os que do céu vieram à Terra". O chinês arcaico, cujas sílabas eram escri&amp;shy;tas e pronunciadas de uma maneira que revela sua origem suméria, usa&amp;shy;va, por exemplo, o termo kuan para designar um templo que servia co&amp;shy;mo observatório astronômico. O núcleo sumério do termo, KU.AN, sig&amp;shy;nificava "abertura para os céus". (A origem suméria da astronomia e astrologia chinesas foi por mim discutida no artigo: "The Roots of As&amp;shy;trology", publicado no número de fevereiro de 1985 do EastWest Jour&amp;shy;nal.) Sem dúvida, o latim annum, do qual derivou o francês année, o inglês annual e assim por diante, vem da época em que o calendário e, portanto, a contagem de anos começaram com a visita oficial de AN.&lt;br /&gt;A tradição de combinar templos com observatórios astronômicos, cla&amp;shy;ro, não é algo limitado à China. Ela vem dos zigurates (pirâmides de degraus) da Suméria e Babilônia. De fato, um longo texto, tratando da visita de Anu e sua esposa, Antu, conta como os sacerdotes subiram ao patamar mais alto do zigurate para observar o aparecimento de Ni&amp;shy;biru no Firmamento. Enki transmitiu o conhecimento da astronomia (em outras ciências) para seu primogênito, Marduk, e o famoso zigura&amp;shy;te da Babilônia, lá erigido depois que Marduk conquistou a suprema&amp;shy;cia na Mesopotâmia, foi construído para servir como observatório astronômico.&lt;br /&gt;Enki entregou os "segredos" do calendário, da matemática e escrita ao seu filho mais novo, Ningishzidda, a quem os egípcios chamavam de Thot. Em The Lost Realms, apresentei indícios substanciais para afir&amp;shy;mar que ele também era o deus da América Central conhecido como Quetzalcoatl, a "Serpente Emplumada". Ningishzidda, que em sumé&amp;shy;rio significa "Senhor da Árvore da Vida", refletia o fato de que fora a ele quem Enki confiara o conhecimento médico, inclusive o segredo de reviver os mortos. Um texto babilônico cita o exasperado Enki di&amp;shy;zendo ao seu filho Marduk que já lhe ensinara mais do que o suficien&amp;shy;te, depois de este insistir em aprender a arte de ressuscitar. A capacidade dos Anunnaki de realizar esse feito (pelo menos quando se tratava de seu próprio povo) está bem clara no texto "A Descida de Inanna ao Mundo Inferior", onde a deusa é morta pela sua própria irmã. Quando o pai de Inanna rogou a Enki para revivê-la, este dirigiu para o cadáver "aquilo que pulsa" e "aquilo que irradia", e trouxe a moça de volta à vida. Um desenho encontrado na Mesopotâmia mostra um paciente numa cama hospitalar recebendo tratamento de radiações.&lt;br /&gt;Pondo de lado a capacidade de reviver os mortos (mencionada como um fato na Bíblia), é certo que o ensino da anatomia e medicina fazia parte do treinamento para o sacerdócio, como conta o texto sobre En&amp;shy;meduranki. Que essa tradição continuou ao longo dos séculos está bem clara no Levítico, um dos cinco livros de Moisés, que contém instru&amp;shy;ções bem completas de Iahweh para os sacerdotes israelitas sobre saú&amp;shy;de, diagnóstico médico, tratamento e higiene. Os mandamentos dietá&amp;shy;rios separando os alimentos em "próprios" (kosher) e "impróprios", sem dúvida derivam de considerações sobre higiene e saúde, e não uma observância religiosa. Muitos acreditam que a importante exigência da circuncisão também estava ligada a motivos médicos. Essas instruções no Levítico não são muito diferentes das encontradas nos primitivos textos mesopotâmicos que serviam de manuais médicos para os A.ZU e IA.ZU, ensinando os sacerdotes primeiro a observarem os sintomas e dando em seguida os remédios a serem usados em cada caso, uma lista  dos produtos químicos, ervas e outros ingredientes com os quais se&amp;shy;riam preparados os medicamentos. O fato dos Elohim serem a fonte des&amp;shy;ses ensinamentos não é nenhuma surpresa quando nos recordamos dos feitos genéticos de Enki e Ninti.&lt;br /&gt;Um conhecimento básico para a astronomia e funcionamento do ca&amp;shy;lendário, bem como para o comércio e outras atividades econômicas, é a matemática, o "fazer cálculos com números", nas palavras do texto sobre Enmeduranki.&lt;br /&gt;O sistema numérico sumério é chamado sexagesimal, o que quer di&amp;shy;zer, com "base 60". A contagem ia de 1 a 60, da mesma forma que atualmente vamos de 1 a 100. Então, quando dizemos "200", os sumérios diziam "2 gesh", significando 2 x 60, ou seja, 120. Quando o texto pedia "menos metade" ou "menos um terço", estava mandando sub&amp;shy;trair a metade de 60, isto é, 30, ou um terço de 60, isto é, 20. Para nós, criados no sistema decimal ("vezes dez"), que tem como base o número dos dedos das mãos, ele pode parecer incômodo e complicado, mas para um matemático, o sistema sexagesimal é um verdadeiro deleite.&lt;br /&gt;O número 10 é divisível apenas por dois números inteiros: 2 e 5. O 100 é divisível apenas por 2, 4, 5, 10, 20 e 25. O número 60, porém, é divisível por 2, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 15, 20 e 30. Herdamos dos sumérios o 12 na contagem das horas, o 60 na contagem de minutos e se&amp;shy;gundos, e o 360 dos graus de um círculo. O sistema sexagesimal ainda é o único perfeito para as ciências celestiais, contagem do tempo e geometria (onde os ângulos de um triângulo somam 180 graus e os do qua&amp;shy;drado 360 graus). Tanto na geometria teórica como na aplicada, usada na medição de campos, por exemplo, esse sistema tornou possível cal&amp;shy;cular a área de formas diversas e complexas, os volumes de recipiente de todos os tipos (para guardarem grãos, óleo ou vinho), os comprimentos de canais ou a distância entre planetas.&lt;br /&gt;Quando iniciou-se a gravação de registros, usava-se um estilete de ponta redonda para imprimir na argila mole os vários símbolos que re&amp;shy;presentavam os números 1, 10, 60, 600 e 3.600. O numeral mais importante era o 3.600, representado por um grande círculo. Ele era chamado SAR (shar em acadiano) - o número "principesco" ou "real" - pois era o número de anos terrestres que Nibiru levava para completar uma órbita em torno do Sol.&lt;br /&gt;Com a introdução da escrita cuneiforme, onde os escribas usavam um estilete com ponta em cunha, os números passaram a ser escritos também em caracteres uniformes.&lt;br /&gt;A partir de então, os textos passaram a mostrar frações e múltiplos junto com sinais de combinação que instruíam o calculador a somar, subtrair, dividir ou multiplicar, e a resolver problemas de arit&amp;shy;mética e álgebra corretamente que seriam de difícil solução para um estudante de hoje. Entre eles estavam o cálculo do quadrado, cubo ou a extração da raiz quadrada de números. Como mostrado por F. Thureau-Dangin em Textes mathematiques Babyloniens, os antigos usa&amp;shy;vam fórmulas com duas e até três incógnitas que continuam sendo em&amp;shy;pregadas na atualidade.&lt;br /&gt;Apesar de ser chamado sexagesimal, o sistema sumério de numeração e matemática não era simplesmente baseado no número 60, mas numa combinação de 6 e 10. Enquanto no sistema decimal cada etapa é reali&amp;shy;zada multiplicando-se a soma anterior por 10, no sumério os números aumentavam por multiplicações alternadas - uma vez por 10, depois por 6, de novo por 10 e depois por 6. Esse méto&amp;shy;do vem intrigando os eruditos. O sistema decimal obviamente está li&amp;shy;gado aos dez dedos da mão, ou dígitos, nome que ainda se usa para os números. Dessa forma, o 10 do sistema sumério é facilmente compreendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo explicado acredito, como foi inventado o sistema sexagesimal, vejamos o que Hilprecht concluiu sobre o número 12 960 000, a base superior do sistema.&lt;br /&gt;É fácil demonstrar que esse número não passa do quadrado do ver&amp;shy;dadeiro número dos Anunnaki – 3.600 -, que é o comprimento, em anos terrestres, da órbita de Nibiru (3.600x3.600 = 12.960.000). Foi dividindo esse número pelo 10 terrestre que se chegou ao número com o qual é mais fácil se lidar com um círculo: 360 graus. Por sua vez, 3 600 é o quadrado de 60, e foi essa relação que forneceu o número de minutos numa hora e (em tempos modernos) o de segundos num minuto, e mais, o número base do sistema sexagesimal.&lt;br /&gt;A origem astronômica do número 12.960.000 consegue, como acre&amp;shy;dito, explicar uma intrigante afirmação da Bíblia. No Salmo 90, lemos que o Senhor - ele se refere ao "Senhor Celestial" - que tem tido sua morada nos céus por incontáveis gerações, desde a época “antes que os montes tivessem nascido e fossem gerados o mundo e a Terra", considera 1 mil anos como nada mais do que um único dia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois 1 mil anos são aos seus olhos&lt;br /&gt;como o ontem que passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se dividirmos o número 12.960.000 por 2.160 (o número de anos para mudar de casa zodiacal), o resultado será 6 mil, ou seja, 1 mil vezes 6. Seis como número de "dias" já é bem conhecido - nós o encontramos no início da Bíblia, quando ela trata da gênese e os seis dias da Criação. Teria o salmista visto as tábulas matemáticas onde en&amp;shy;contraria a linha: "12.960.000 cuja 2.160ª. parte é 1 mil vezes seis"? É realmente intrigante descobrir que os salmos ecoam os números com os quais os Anunnaki brincaram.&lt;br /&gt;No salmo 90 e outros, a palavra hebraica que foi traduzida como "ge&amp;shy;ração" é Dor. Ela deriva da raiz dur, "ser circular, descrever um círcu&amp;shy;lo". Tratando-se de seres humanos, a palavra realmente pode represen&amp;shy;tar uma geração, mas para corpos celestes ela significa completar um ciclo em tomo do Sol, ou seja, uma órbita. É com esse conhecimento que conseguimos captar o verdadeiro significado do salmo 102, a co&amp;shy;movente prece de um mortal ao Eterno:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém tu, Iahweh, estás entronizado para sempre,&lt;br /&gt;e tua lembrança passa de ciclo para ciclo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iahweh se inclinou do seu alto santuário,&lt;br /&gt;e do céu contemplou a Terra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me arrebatas na metade de meus dias&lt;br /&gt;ó tu cujos anos estão em ciclos de ciclos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles perecem, mas tu permaneces...&lt;br /&gt;Mas tu existes, teus anos jamais findarão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basear toda a matemática na relação entre o ciclo de 3.600 anos ter&amp;shy;restres da órbita de Nibiru e o retardamento precessional da Terra em sua órbita em torno do Sol - foi esse o segredo da Sabedoria dos Números que os Anunnaki desceram do céu para a Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que o homem pudesse "fazer cálculos com números", ele teve de dominar a escrita e a leitura. Aceitamos como algo muito natural a capacidade de fala do ser humano e a existência de língua para nos comunicarmos com nossos semelhantes (ou compatriotas). Todavia, para a ciência, esse fato não é tão simples assim. Na verdade, até bem recen&amp;shy;temente, os cientistas que estudam a fala e a linguagem acreditavam que o surgimento do "homem falante" fora um fenômeno bem tardio na escala da evolução e que esse poderia ser um dos motivos para os Cro-Magnon, que podiam falar e conversar entre si, superar o Nean&amp;shy;derthal, que não falava.&lt;br /&gt;Esse, contudo, não é o ponto de vista bíblico. A Bíblia aceita com naturalidade o fato de que os Elohim que estavam na Terra muito antes de Adão podiam falar e conversar entre si. Isto está claro na afirmação de que o homem foi criado como resultado de uma discussão entre os Elohim, onde falou-se: "Façamos o homem a nossa imagem e a nossa semelhança". Isso implica não somente na capacidade de falar mas tam&amp;shy;bém na existência de uma linguagem com a qual eles se comunicaram.&lt;br /&gt;Examinemos agora Adão. Ele foi colocado no Jardim do Éden e re&amp;shy;cebeu instruções sobre o que poderia comer e o que deveria evitar. As ordens foram bem entendidas por ele, como esclarece a conversa subseqüente com a serpente. Esta (cuja identidade é discutida em The Wars of Gods and Men) dirigiu-se à mulher: "Então Elohim disse que vós não podeis comer de todas as árvores do jardim?" Eva confirma e diz que o fruto de uma determinada árvore era proibido e comê-lo resulta&amp;shy;ria em pena de morte. Mas a serpente garantiu à mulher que não era bem assim, e ela e Adão comeram o fruto proibido.&lt;br /&gt;Segue-se um longo diálogo. Adão e Eva escondem-se quando ouvem os passos de Iahweh, "que caminhava no jardim à brisa do dia". Iahweh chamou o homem: "Onde estás?" e segue-se a seguinte conversa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adão: Ouvi teu passo no jardim e tive medo porque estou nu e então me escondi.&lt;br /&gt;Iahweh: E quem te fez saber que estavas nu? Comeste, então, da ár&amp;shy;vore que te proibi de comer?&lt;br /&gt;Adão: A mulher que puseste junto de mim me deu da árvore e eu comi.&lt;br /&gt;Iahweh [para a mulher]: Que fizeste?&lt;br /&gt;Eva: A serpente me seduziu e eu comi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma conversa e tanto. Não é só a deidade que sabe falar. Adão e Eva também falam e entendem a conversa de Iahweh. Assim, em que língua conversaram? Tinha de haver uma, pois é o que nos conta a Bí&amp;shy;blia. Então, se Eva foi a primeira mãe, existiu também uma primeira linguagem - uma língua-mãe?&lt;br /&gt;Mais uma vez os eruditos começaram divergindo da Bíblia. Eles afir&amp;shy;mavam que a linguagem era mais uma herança cultural do que uma característica evolucionária. Imaginavam que o homem progredira de grunhidos para gritos significativos (ao avistar a presa ou pressentir pe&amp;shy;rigo) e daí para uma fala rudimentar que surgira com a formação dos primeiros clãs. De palavras e gestos nasceram as línguas - muitas de&amp;shy;las -, iniciando-se simultaneamente aqui e ali com a formação de dife&amp;shy;rentes clãs e tribos.&lt;br /&gt;Essa teoria da origem das línguas não apenas ignorava o significado das histórias da Bíblia sobre os Elohim e as conversas no Jardim do Éden, como negava a afirmação de que antes do incidente da Torre de Babel "todo o mundo se servia de uma mesma língua e das mesmas pala&amp;shy;vras". Ela também não dava atenção ao fato de que foi um ato delibera&amp;shy;do dos Elohim dispersarem a humanidade sobre a face da Terra e "con&amp;shy;fundirem sua linguagem para eles não mais se entenderem uns com os outros".&lt;br /&gt;É gratificante ver que nos últimos anos a ciência moderna vem se convencendo de que existiu mesmo uma língua-mãe e que ambos os tipos de Homo sapiens - o Cro-Magnon e o Neanderthal - podiam falar desde seu aparecimento.&lt;br /&gt;O fato de muitas línguas terem palavras com o mesmo som e signifi&amp;shy;cado semelhantes nunca foi contestado. No século passado, estudiosos alemães, trabalhando com base nesse fato, agruparam as línguas em fa&amp;shy;mílias, chamando-as de "indo-europeu", "semita", "hamita" etc. Es&amp;shy;se agrupamento tornou-se o principal obstáculo para o reconhecimento da existência de uma língua-mãe, pois era baseado na noção de que grupos de línguas totalmente diferentes e não relacionados entre si ti&amp;shy;nham surgido em "zonas núcleo" independentes e daí se espalhado para outras terras pelas migrações. Tentativas de mostrar que existem simi&amp;shy;laridades patentes entre palavras e significados até entre grupos muito distantes, como a do reverendo Charles Foster, no século passado (The One Primeval Language), onde ele apontava os precursores mesopotâ&amp;shy;micos do hebraico, foram ignoradas sob a alegação de que não passa&amp;shy;vam de afirmações de teólogos interessados em elevar o status da lin&amp;shy;guagem bíblica, o hebraico.&lt;br /&gt;Foi, sobretudo o avanço em outros campos, como a antropologia, bio&amp;shy;genética e informática que abriu novas vertentes para o estudo que al&amp;shy;guns chamam de "genética lingüística". A idéia de que as línguas se desenvolveram bastante tarde na marcha do homem para a civilização - antes o início da linguagem (não apenas da fala) era colocado há ape&amp;shy;nas 5 mil anos - teve de ser corrigida quando a arqueologia provou que os sumérios já escreviam há 6 mil anos. Quando os estudiosos esta&amp;shy;vam passando a data para 10 mil e 12 mil anos atrás, a procura por pontos de similaridade nas línguas, acelerada pelo uso de computadores, levou-os a descobrir protolínguas e, assim, agrupamentos cada vez maiores e menos numerosos.&lt;br /&gt;Buscando uma filiação primitiva para as línguas eslávicas na década de 60, cientistas soviéticos liderados por Vladislav Illich-Svitych e Aa&amp;shy;ron Dolgopovsky defenderam a existência de uma protolíngua, à qual deram o nome de Nostrático (do latim "nossa língua"), a qual sem o núcleo da maioria das línguas européias, inclusive o eslávico. Mais tarde eles apresentaram indícios para favorecer a aceitação da existência de uma segunda protolíngua, que chamaram de Dene-Caucasiano, que seria a língua núcleo das linguagens do oriente. Baseados em mutações lingüísticas, esses cientistas afirmaram que as duas começaram há cer&amp;shy;ca de 12 mil anos. Nos Estados Unidos, Joseph Greenberg, da Universidade de Stanford, e seu colega, Merritt Ruhlen, sugeriram a existên&amp;shy;cia de uma terceira protolíngua, o Ameríndio.&lt;br /&gt;Mesmo não me demorando na importância dessas descobertas, ela me incita a mencionar que a data de 12 mil anos atrás sugerida para o surgimento dessas protolínguas o coloca logo após o dilúvio, que ocorreu há 13 mil anos. A existência das três protolínguas também se ajusta à afirmação da Bíblia que a humanidade pós-diluviana dividiu-se em três ramos, por descender dos três filhos de Noé.&lt;br /&gt;Os estudos prosseguiram e as descobertas arqueológicas continuaram jogando para trás a época das migrações humanas, algo especialmente importante para determinar a chegada do homem às Américas. Quan&amp;shy;do a data de 20 a 30 mil anos atrás já estava praticamente aceita, Joseph Greenberg causou sensação ao demonstrar em 1987 (Language in the Americas) que as centenas de línguas do Novo Mundo podiam ser agru&amp;shy;padas em apenas três famílias, às quais chamou de Esquimó-A1euta, Na&amp;shy;Dene e Ameríndio. O significado maior de suas descobertas foi que es&amp;shy;sas três famílias foram trazidas às Américas por migrantes vindos da África, Europa, Ásia e Pacífico, e, sendo assim, não eram verdadeiras protolínguas, mas rebentos de línguas do Velho Mundo. Greenberg mos&amp;shy;trou que a NaDene era relacionada com o grupo Dene-Caucasiano dos estudiosos soviéticos. Merritt Ruhlen escreveu na Natural History (março de 1987), que essa família parece ser a mais "geneticamente próxima" do grupo de línguas que inclui o "extinto etrusco e o sumério". "A Esquimó-Aleuta", continuou, "é a mais aparentada com as línguas indo-&amp;shy;européias." (Os leitores que desejam se aprofundar na questão da chegada do homem às Américas encontrarão mais informações em The Lost Realms, Livro IV da série "Crônicas da Terra").&lt;br /&gt;Mas será que as verdadeiras línguas só surgiram cerca de 12 mil anos atrás, depois do dilúvio? Segundo a Bíblia, a linguagem já existia nos primórdios do Homo sapiens (Adão e Eva), e os textos sumérios repeti&amp;shy;damente referem-se a tábulas de argila de antes do dilúvio. O rei assírio Assurbanipal vangloriou-se de que, sendo tão entendido como Adapa, era capaz de ler "tábulas dos tempos antes do dilúvio". Assim, está claro que existia uma língua verdadeira muito antes dessa data.&lt;br /&gt;Novas descobertas apresentadas por paleontólogos e antropólogos obri&amp;shy;garam os lingüistas a regredirem ainda mais no tempo e no início da fala. Os achados na caverna de Kebara, já mencionados, forçaram uma reavaliação completa das datas anteriores.&lt;br /&gt;Entre os fósseis de Kebara encontrou-se uma pista impressionante: restos de esqueletos de Neanderthal de 60 mil anos onde havia um osso hióide intacto, o primeiro descoberto em todo o mundo. Esse osso em forma de chifre que fica entre o queixo e a laringe (caixa vocal) serve para ancorar os músculos que movem a língua, o maxilar inferior e a laringe, e é esse conjunto que possibilita aos humanos falarem. &lt;br /&gt;Combinado com outras características do esqueleto, o osso hióide for&amp;shy;neceu provas inequívocas de que o homem podia falar como hoje há pelo menos 60 mil anos e talvez até bem antes disso. O homem de Nean&amp;shy;derthal, como afirmou a equipe composta de seis cientistas internacio&amp;shy;nais liderados por Baruch Arensburg, da Universidade de Telavive, na Nature (27 de abril de 1987), "possuía a base morfológica para a capa&amp;shy;cidade humana da fala".&lt;br /&gt;Se isso é fato, como o indo-europeu, cujas origens estão situadas pelos lingüistas poucos milhares de anos atrás, pode ter uma posição tão proeminente na árvore da linguagem? Menos inibidos em diminuir o status do indo-europeu do que seus colegas ocidentais, os estudiosos soviéticos continuaram sua audaciosa procura por uma "proto-&amp;shy;protolinguagem". Os que têm se destacado nessa busca são Aaron Dol&amp;shy;gopolsky, atualmente da Universidade de Haifa, e Vitaly Shevorosh&amp;shy;kin, atualmente na Universidade de Michigan. Foi, sobretudo devido à iniciativa deste último que organizou-se uma conferência sobre o te&amp;shy;ma nessa universidade, em novembro de 1988. Intitulada "Lingua&amp;shy;gem e Pré-História", ela reuniu mais de quarenta representantes das áreas da lingüística, antropologia, arqueologia e genética, vindos de se&amp;shy;tes países. Chegou-se então ao consenso de que houve uma "monogê&amp;shy;nese" das linguagens humanas, ou seja, todas elas derivam de uma língua-mãe que existiu num estágio "proto-proto-proto" há cerca de 100 mil anos.&lt;br /&gt;No entanto, cientistas de outros campos relacionados com a anato&amp;shy;mia da fala, como Philip Lieberman, da Universidade Brown, e Dean Falk, da Universidade Estadual de Nova York, em Albany, vêem a fala como uma característica do Homo sapiens desde que esses homens "pen&amp;shy;santes e sábios" surgiram no mundo. Especialistas em cérebro, como Ronald E. Myers, do Instituto Nacional de Desordens Comunicativas e Acidentes Vasculares, acreditam que "a fala humana desenvolveu-se espontaneamente, sem relação com a vocalização grosseira dos outros primatas", assim que os humanos adquiriram o cérebro composto de duas partes.&lt;br /&gt;Allan Wilson, que participou da pesquisa genética que resultou na conclusão "Uma Mãe para Todos", colocou a fala de volta na boca de "Eva". Como ele anunciou num seminário realizado em janeiro de 1989 na Associação Americana para o Avanço da Ciência: "A capacidade hu&amp;shy;mana de falar pode ter tido origem numa mutação genética que ocor&amp;shy;reu numa mulher que viveu na África há 200 mil anos".&lt;br /&gt;"A tagarelice começou com Eva", foi a manchete de um jornal que cobriu a conferência. Bem, segundo a Bíblia, começou com Eva e Adão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, chegamos à outra importante habilidade do homem: a escri&amp;shy;ta. Atualmente acredita-se que muitas das formas e símbolos encontra&amp;shy;dos nas cavernas da Europa e atribuídas aos Cro-Magnon, que lá viveram entre 20 e 30 mil anos atrás, não passam de grosseiros pictogramas - "escrita por figuras". Sem dúvida, o homem aprendeu a escrever muito depois de começar a falar. Os textos mesopotâmicos insistem em que havia escrita antes do dilúvio e não existem motivos para não se acreditar neles. Todavia, a mais antiga escrita de que se tem notícia até hoje é o sumério primitivo, que também usava pictogramas. Foram ne&amp;shy;cessários alguns séculos até essa escrita evoluir para o cuneiforme, que se tornou o meio de escrever todas as línguas da Ásia da Anti&amp;shy;guidade até ser finalmente substituído, milênios depois, pelo alfabeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Um primeiro olhar para um texto em caracteres cuneiformes nos dá a impressão de estarmos diante de uma incrível confusão de marqui&amp;shy;nhas curtas e longas, e pontinhos feitos na argila úmida com um estile&amp;shy;te com ponta em forma de cunha. Existem centenas de carac&amp;shy;teres e parece incrível que os escribas conseguiam lembrar-se de todos eles e seus significados. Todavia, essa é exatamente a atitude de um oci&amp;shy;dental ao se deparar com a escrita chinesa. O fato é que três gerações de eruditos conseguiram arranjar os caracteres cuneiformes numa or&amp;shy;dem lógica e em resultado disso surgiram léxicos e dicionários de todas as línguas da Antiguidade que usavam a escrita cuneiforme, como o sumério, babilônio, assírio, hitita, elamita etc.&lt;br /&gt;A ciência moderna, porém, revela que houve mais do que uma certa ordem lógica na criação de uma diversidade tão grande de sinais.&lt;br /&gt;Os matemáticos, especialmente aqueles que se dedicam ao estudo da teoria dos grafos - o estudo dos pontos unidos por linhas - estão bem familiarizados com os Números Ramsey, assim chamados por causa de Frank P. Ramsey, um matemático britânico que, num trabalho apre&amp;shy;sentado à Sociedade Matemática de Londres em 1928, apresentou um método para se calcular as várias maneiras de como os pontos podem ser ligados e as formas disso resultantes. Aplicadas a jogos e charadas, e também à ciência e arquitetura, a teoria dos grafos tornou possível mostrar, por exemplo, que, quando seis pontos representando seis pes&amp;shy;soas são unidos por linhas vermelhas e azuis (as vermelhas unindo quais&amp;shy;quer duas pessoas que se conhecem e as azuis ligando dois estranhos), as figuras resultantes serão sempre triângulos azuis. Sob os grafos (isto é, formas) estão os Números Ramsey, que podem ser convertidos em grafos ligan&amp;shy;do um certo número de pontinhos. Isso resulta em dezenas de "gra&amp;shy;fos" cuja similaridade com os sinais cuneiformes mesopotâmicos é ine&amp;shy;gável.&lt;br /&gt;A quase centena de sinais possíveis, dos quais uma parte está ilustra&amp;shy;da aqui, são figuras simples baseadas em não mais do que uma dúzia de Números Ramsey. Ora, se Enki, e sua filha Nidaba, a "deusa da escrita" da Suméria, possuíam tanto conhecimento matemático como Ramsey, eles não devem ter encontrado dificuldades em inventar para os escribas sumérios um sistema matematicamente perfeito de caracte&amp;shy;res cuneiformes.&lt;br /&gt;"Eu te abençoarei grandemente e multiplicarei tua semente como as estrelas do céu", disse Iahweh a Abraão. Nesse único verso estão ex&amp;shy;pressos vários elementos do conhecimento que foi descido dos céus: a fala, a astronomia e o "cálculo com números".&lt;br /&gt;A ciência moderna está a caminho de comprovar tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS FRUTOS DE ÉDEN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que era o Jardim do Éden, lembrado na Bíblia pela variedade de sua vegetação e como o lugar onde animais ainda sem nome foram mos&amp;shy;trados a Adão?&lt;br /&gt;A ciência moderna nos ensina que os melhores amigos do homem, as plantas que cultivamos e os animais que criamos, foram domesticados logo depois de 10.000 a.C. Então o trigo e a cevada, os cães e carneiros (para citar alguns exemplos), tal como os conhecemos hoje, existem há não mais de 2 mil anos. Admite-se que isso é apenas uma fração do tem&amp;shy;po que uma seleção natural exigiria.&lt;br /&gt;Os textos sumérios nos oferecem uma explicação. Segundo eles, quan&amp;shy;do os Anunnaki chegaram à Terra, não existiam essas plantas e animais "domesticados". Foram os "deuses" que os fizeram nascer em sua "câ&amp;shy;mara de criação". Junto com o lahar ("gado de lã") e o anshan ("grãos") eles fizeram surgir "vegetação luxuriante que se multiplica". Tudo foi feito em Edin. Depois de sua criação, Adão foi levado para lá com o pro&amp;shy;pósito de cuidar de tudo.&lt;br /&gt;Assim, o famoso Jardim do Éden era um enclave ou fazenda biogené&amp;shy;tica onde nasceram as plantas, frutos e animais "domesticados".&lt;br /&gt;Depois do dilúvio, há cerca de 13 mil anos, os Anunnaki forneceram à humanidade as sementes de plantas e animais, que tinham preservado para tudo começar de novo. Só que dessa vez o próprio homem teria de ser o agricultor. A Bíblia reconhece esse fato e atribui a Noé a honra de ter sido o primeiro deles. Ela também conta que a primeira planta a ser cultivada depois do dilúvio foi a videira. A ciência moderna confirma a antiguidade das uvas. E mais, ela descobriu que além de ser um ali&amp;shy;mento nutritivo, o vinho delas derivado é um potente remédio para ma&amp;shy;les gastrointestinais. Assim, quando Noé bebeu (em excesso) estava, por assim dizer, tomando-o com fins medicinais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3659479404290853142-3884174274019121936?l=aijalomwagner.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/3884174274019121936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3659479404290853142&amp;postID=3884174274019121936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/3884174274019121936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/3884174274019121936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/2008/12/os-mistrios-da-criao-3-zecharia-sitchim.html' title=''/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142.post-6387256928080962141</id><published>2008-12-22T05:53:00.000-08:00</published><updated>2008-12-22T05:54:27.398-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Os Mistérios da Criação 2 (Zecharia Sitchim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito do que aconteceu na Terra, especialmente em suas primeiras guer&amp;shy;ras, originou-se do código de sucessão dos Anunnaki, que privava o pri&amp;shy;mogênito de ser o herdeiro do pai no caso deste ter um filha com uma sua meia-irmã.&lt;br /&gt;Essas mesmas regras de sucessão, também adotadas pelos sumérios, estão refletidas nas histórias sobre os patriarcas hebreus. A Bíblia conta que Abraão (que nasceu numa capital suméria, a cidade de Ur) pediu a sua mulher, Sara (nome que significava "princesa") para ela se identi&amp;shy;ficar como sua irmã diante de reis estrangeiros. Embora não fosse verda&amp;shy;de, não era uma mentira completa, pois, como explicado no Gênesis 20: 12: "De fato ela é minha irmã, filha de meu pai, mas não filha de minha mãe, e ela tornou-se minha mulher".&lt;br /&gt;O sucessor de Abraão não foi seu primogênito, Ismael, cuja mãe era a criada Hagar, mas sim Isaac, que apesar de ter nascido muito depois, era filho de sua meia-irmã, Sara.&lt;br /&gt;A rígida aderência a essas regras de sucessão em todas as cortes da An&amp;shy;tiguidade, desde o Egito do Velho Império até o império Inca no Novo Mundo sugere alguma hipótese de "linhagem de sangue" ou genética, que parece estranhamente contrária à crença em que o acasalamento com parentes próximos não é desejável.&lt;br /&gt;Será que os Anunnaki sabiam de alguma coisa que a ciência moderna ainda não descobriu?&lt;br /&gt;Em 1980, um grupo liderado por Hannah Wu, da Universidade de Washington, descobriu que, tendo escolha, as fêmeas de macaco prefe&amp;shy;riam se acasalar com seus meios-irmãos. Diz o relatório: "O fato notável nessa experiência é que embora os meios-irmãos tivessem o mesmo pai, eram filhos de mães diferentes". A revista Discover (dezembro de 1988) publicou estudos mostrando que "vespas macho geralmente se acasalam com suas irmãs". Uma vespa macho fertiliza muitas fêmeas, mas descobriu-se que o acasalamento preferencial era com meias-irmãs, filhas do mesmo pai mas com mães diferentes.&lt;br /&gt;Parece assim que havia mais do que um simples capricho no código de sucessão dos Anunnaki.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt;A Mãe Chamada Eva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regredir etimologicamente às palavras da Bíblia até o acadiano e daí para sua origem suméria tornou possível compreender o verdadeiro sig&amp;shy;nificado das histórias nela contadas, em especial as do livro do Gênesis. O fato de tantos termos sumérios terem mais de um significado e nem sempre derivarem de uma pictografia original comum a todos eles exige que as palavras sejam lidas dentro do contexto e constitui uma importante dificuldade na compreensão dos textos. Por outro lado, a tendência dos escritores sumérios usarem tudo isso em freqüentes jo&amp;shy;gos de palavras transforma suas obras num prazer para o leitor inte&amp;shy;ligente.&lt;br /&gt;Quando, por exemplo, tratei da história bíblica sobre a destruição de Sodoma e Gomorra em The Wars of Gods and Men, salientei que o "pilar de sal" em que a mulher de Lot se transformou ao parar para olhar o que estava acontecendo significaria de fato "pilar de vapor" na terminologia suméria original. Como na Suméria o sal era obtido em pântanos cheios de vapor, o termo original NI.MUR veio a signifi&amp;shy;car tanto "sal" como "vapor". A pobre mulher de Lot foi vaporizada pelas explosões nucleares usadas para causar a destruição das cidades da planície.&lt;br /&gt;Quanto à história da Bíblia sobre Eva, foi o grande "sumeriologista" Samuel N. Kramer quem primeiro apontou que o nome, que em he&amp;shy;braico significa "ela que tem vida", e a lenda de ela ter se originado de uma costela de Adão provavelmente derivavam do jogo de palavras sumério com o termo TI, que significava tanto "vida" como "costela".&lt;br /&gt;Outros significados originais ou duplos encontrados nas histórias so&amp;shy;bre a criação já foram mencionados em capítulos anteriores. Podemos colher mais sobre "Eva" e suas origens a partir da comparação entre as narrativas bíblicas e os textos sumérios, e uma análise da terminolo&amp;shy;gia suméria.&lt;br /&gt;As manipulações genéticas, como já vimos, eram feitas por Enki e Ninti numa edificação especial, chamada nas versões acadianas de Bit Shimti - "casa onde o vento da vida é soprado para dentro" -, o que nos transmite uma idéia bem clara de sua serventia: era um laborató&amp;shy;rio. Agora temos de nos lembrar novamente da tendência dos sumérios para o jogo de palavras, para assim lançarmos nova luz sobre a fonte da história de Adão, o uso do barro e o sopro da vida.&lt;br /&gt;O termo acadiano que foi traduzido como "sopro", era uma versão do sumério SHI.IM.TI, palavra composta onde cada um dos componentes transmitia um significado que, além de combinar com os outros dois, os fortalecia e expandia. SHI era o que a Bíblia chama de Nepesh, co&amp;shy;mumente traduzido por "alma", mas que significa mais exatamente "o hálito da vida". IM podia ser várias coisas, de acordo com o contexto, como "vento" ou "lado". Nos textos astronômicos, por exemplo, a pa&amp;shy;lavra descrevia um satélite que ficava ao "lado" de seu planeta; em geo&amp;shy;metria, era o lado de um quadrado ou triângulo; e, em anatomia, "cos&amp;shy;tela". Até hoje a palavra hebraica paralela - sela - significa tanto o lado de uma forma geométrica como costela. E, vejam só, IM tinha um outro significado, em nada relacionado com os outros: "barro".&lt;br /&gt;Como se os significados de IM - vento, lado, costela, barro - não fossem suficientes, o termo TI também contribuía para as diversões lin&amp;shy;güísticas dos sumérios. Como foi dito antes, ele podia ser tanto "vida" como "costela", sendo a origem do silu acadiano, do qual derivou o hebraico sela. Dobrado, TI.TI significava "barriga" - aquilo que abriga o feto. Em acadiano, o termo derivado, tim designava "barro" e foi de&amp;shy;le que se originou o tit hebraico, com o mesmo significado. Assim, ten&amp;shy;do TI como componente, no nome sumério do laboratório temos os significados: "vida", "barro", "barriga" e "costela".&lt;br /&gt;Na ausência do original sumério do qual os compiladores do Gênesis obtiveram seus dados, não é possível determinar se eles escolheram a interpretação “costela" por ela ser transmitida tanto pelo IM como pe&amp;shy;lo TI, ou porque ela lhes proporcionava uma abertura para a declara&amp;shy;ção social contida nos seguintes versos:&lt;br /&gt;E Iahweh Elohim fez cair um torpor sobre o homem e ele dormiu.&lt;br /&gt;Tomou uma de suas costelas e fez crescer carne em seu lugar.&lt;br /&gt;Depois, da costela que tirara do homem, Iahweh Elohim modelou uma mulher e a trouxe para o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o homem exclamou:&lt;br /&gt;"Esta sim, é osso de meus ossos e carne de minha carne!”&lt;br /&gt;Ela será chamada "mulher" [Ish-sha]&lt;br /&gt;porque foi tirada do "homem [Ish]!&lt;br /&gt;Por isso um homem deve deixar seu pai e sua mãe&lt;br /&gt;e penetrar sua mulher para eles se tornarem uma só carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história da criação da companheira do homem relata como Adão, já tendo sido colocado no E.DIN para cultivá-lo e cuidar de seus po&amp;shy;mares, estava sozinho. "Iahweh Elohim disse: 'Não é bom que o ho&amp;shy;mem esteja só. Vou fazer uma auxiliar que lhe corresponda'". Essa par&amp;shy;te da história, obviamente, é a continuação da versão segundo a qual somente Adão foi criado e não da que afirma que machos e fêmeas fo&amp;shy;ram feitos ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Para esclarecer essa aparente confusão, devemos nos lembrar da se&amp;shy;qüência da criação dos terráqueos. Primeiro foi aperfeiçoado o Lulu ma&amp;shy;cho, o "misto". Em seguida, os óvulos fertilizados de mulheres-macaco, misturados com soro sanguíneo e o esperma de um jovem Anunnaki, foram divididos em lotes e colocados num "molde", onde adquiriram as características masculinas ou femininas. Reimplantados nos úteros das Deusas do Nascimento, os embriões resultaram em sete machos e sete fêmeas no final de cada processo. No entanto, esses "mistos" eram híbridos e não podiam se reproduzir. Para obterem mais desses traba&amp;shy;lhadores primitivos, os Anunnaki tinham de repetir constantemente o processo.&lt;br /&gt;A uma certa altura ficou claro que esse modo de obter servos era muito complicado. Tinha de ser encontrado um meio de se conseguir mais humanos sem se impor gestações e partos sobre as fêmeas Anunnaki ( quanto a este ponto, rever o mito bíblico dos nefilins) . Esse meio foi uma segunda manipulação genética conduzida por Enki e Ninti, que deu a Adão a capacidade de procriar. Para gerar descen&amp;shy;dentes, ele teria de se acasalar com uma fêmea totalmente compatível. Como e quando essa fêmea foi criada é a história da costela e do Jardim do Éden.&lt;br /&gt;A história da formação da mulher a partir de uma costela parece quase um resumo em duas sentenças de um relatório médico. Em termos cla&amp;shy;ros ela descreve uma operação do tipo que atualmente ganha manchetes, quando um parente próximo (um pai ou uma filha) doa órgãos pa&amp;shy;ra transplante ou então parte da medula óssea. Cada vez mais a moder&amp;shy;na medicina lança mão do transplante de medula quando se trata de câncer ou outras doenças que afetam o sistema imunológico.&lt;br /&gt;Na Bíblia, o doador é Adão. Ele recebe anestesia geral e adormece. É feita uma incisão e retirada uma costela. A carne é puxada para fe&amp;shy;char o corte e o paciente fica descansando e se recuperando.&lt;br /&gt;A ação continua em um outro lugar. Os Elohim agora usam o pedaço do osso para moldar uma mulher. Fala-se em "moldar", "construir", não em "criar”. A diferença na terminologia é significativa, pois indica que a fêmea já existia, mas precisava de algum tipo de manipulação cons&amp;shy;trutiva para se tornar a parceira de Adão. Aquilo que se fazia necessá&amp;shy;rio foi obtido da costela e a pista para o que ela forneceu está nos outros significados de IM e TI - vida, barriga, barro. Teria um extrato da me&amp;shy;dula óssea de Adão sido implantado no "barro" de uma trabalhadora primitiva pela sua "barriga"? Infelizmente, a Bíblia não descreve os procedimentos feitos em Eva, e até agora não foram encontrados os tex&amp;shy;tos sumérios. Temos a pista da existência de um texto desse tipo por&amp;shy;que a melhor tradução disponível do Atra Hasis para o assírio primitivo (cerca de 850 a.C.) contém linhas que fazem lembrar os versos bíbli&amp;shy;cos sobre o dever do homem em deixar a casa de seu pai para se tornar um com sua mulher pelo ato sexual. Todavia, a tábula com esse texto está danificada demais para revelar o que o original sumério tinha a dizer.&lt;br /&gt;No entanto, atualmente sabemos, graças à ciência moderna, que o sexo e a capacidade de procriar são determinados pelos cromossomos. Cada célula de um ser humano contém 23 pares de cromossomos. Na mulher, o par que determina o sexo é formado por dois cromossomos X e no homem é formado por um cromossomo X e um Y. As células reprodutivas (óvulo, espermatozóide), contudo, contêm ape&amp;shy;nas um cromossomo de cada par. Novos pares se formam quando o óvulo é fertilizado pelo espermatozóide e assim o embrião formado volta a ter os 23 pares de cromossomos, metade deles vindo da mãe e metade o pai. A mãe, por ter dois cromossomos X, sempre contribuiu com um cromossomo X. Já o pai, como tem um X e um Y, pode contribuir tanto com um como com o outro. Dessa forma, se o cromossomo cedi&amp;shy;do pelo pai for um X, o bebê será uma menina (XX) e se for um Y, será um menino (XY).&lt;br /&gt;Assim, a chave da reprodução está na fusão dos dois conjuntos úni&amp;shy;cos de cromossomos. Quando o número e código genético das células reprodutivas de pai e mãe são diferentes, não há combinação entre eles e, portanto, não se dá a procriação. No caso dos trabalhadores primiti&amp;shy;vos, machos e fêmeas já existiam e sua esterilidade não era devido à falta de cromossomos X ou Y. A necessidade de utilização de um osso - A Bíblia enfatiza que Eva era "osso dos ossos" de Adão – sugere a existência de algum tipo de barreira imunológica que tinha de ser superada para evitar a rejeição dos espermatozóides do macho pelo organismo das fêmeas. A operação realizada pelos Elohim resolveu o pro&amp;shy;blema. Adão e Eva descobriram sua sexualidade e adquiriram o "co&amp;shy;nhecimento" - termo bíblico que tem a conotação de sexo com inten&amp;shy;ção de procriação. ("E Adão conheceu Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz Caim.") Eva, como conta a Bíblia, ganhou a capacidade de ser engravidada por Adão, mas essa bênção veio acompanhada de uma maldição: "Com sofrimento tu darás à luz teus filhos”.&lt;br /&gt;Mas, com o conhecimento, Adão, como disse Elohim, "tornou-se um de nós". O homem, como os Anunnaki, agora era capaz de procriar, de se reproduzir sem o auxílio de procedimentos científicos. No entan&amp;shy;to, apesar de ter recebido boa parte do material genético dos Anunna&amp;shy;ki, que o tinham feito a sua imagem e semelhança inclusive no aspecto da procriação, o homem não foi contemplado com uma de suas carac&amp;shy;terísticas genéticas - a longevidade. O fruto da Árvore da Vida, que o teria feito viver tanto quanto seus criadores, ele jamais iria experi&amp;shy;mentar. Esse ponto está bem claro na história suméria sobre Adapa, o Homem Perfeito criado por Enki:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele o aperfeiçoara para ter ampla compreensão...&lt;br /&gt;Sabedoria lhe dera...&lt;br /&gt;A ele dera o conhecimento;&lt;br /&gt;Vida eterna não lhe concedera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a publicação de O 12º. Planeta, em 1976, não tenho medido esforços para explicar a aparente "imortalidade" dos "deuses". Usan&amp;shy;do as moscas que voam pela minha casa como exemplo, costumo dizer que se elas pudessem falar, papai mosca diria à mosquinha: "Sabe, es&amp;shy;te homem que mora aqui é imortal. Desde que nasci ele não envelhe&amp;shy;ceu. E meu pai me contou que o pai dele e todos nossos antepassados, até onde podemos nos lembrar, viram esse homem do jeitinho que é agora. Ele nunca envelhece, é imortal!" Claro que minha "imortalida&amp;shy;de" aos olhos das moscas falantes é simplesmente o resultado de dois ciclos de vida diferentes. O ser humano vive décadas; as moscas co&amp;shy;muns vivem apenas dias. Mas, o que significam esses termos? Um "dia" é o tempo que nosso planeta leva para completar uma volta em torno de seu eixo; um "ano" é o tempo que a Terra leva para completar uma órbita em tomo do Sol. O tempo de atividade dos Anunnaki em nosso planeta era contado em sars, equivalendo cada um deles a 3.600 anos terrestres. Um sars, como sugeri, era o "ano" em Nibiru - o tempo que o planeta levava para completar uma órbita em torno do Sol. As&amp;shy;sim, quando as Listas de Reis sumérios diziam, por exemplo, que um líder Anunnaki governou uma de suas cidades por 36 mil anos, no tex&amp;shy;to era escrito dez sars. Se cada geração da espécie humana é de vinte anos, haveria 180 gerações de homens num "ano" dos Anunnaki &amp;shy;fazendo-os parecer aos olhos da humanidade eternos, imortais.&lt;br /&gt;Os textos antigos deixam claro que embora a longevidade dos Anun&amp;shy;naki não tenha passado para o homem, sua inteligência foi transmiti&amp;shy;da. Isso implica na crença ou conhecimento, já na Antiguidade, de que essas características podiam de alguma forma ser concedidas ou nega&amp;shy;das aos seres geneticamente criados por eles. Não é mais surpresa para a ciência moderna concordar com isso. "Os indícios acumulados ao lon&amp;shy;go dos últimos sessenta anos sugerem que existe um componente gené&amp;shy;tico na inteligência", relatou a revista Scientific American em seu nú&amp;shy;mero de março de 1989. Além de dar exemplos de gênios de vários campos de atividade que transmitiram seus talentos para filhos e netos, o artigo salientou um relatório feito por pesquisadores da Universidade do Colorado, em Boulder, e da Universidade Estadual da Pensilvânia (David W. Fulker, John C. Defries e Roben Plomin), que estabelece&amp;shy;ram uma "íntima correlação biológica" em faculdades mentais atribuí&amp;shy;veis à hereditariedade genética. A Scientific American escolheu o seguinte título para a matéria: "Mais Indícios Ligam Genes com a Inteligên&amp;shy;cia". Outros estudos, reconhecendo que "memórias são feitas de mo&amp;shy;léculas", levaram à sugestão de que, se um dia os computadores quise&amp;shy;rem se igualar à inteligência humana, eles terão de ser "computadores moleculares". Atualizando as idéias voltadas nessa direção, apresenta&amp;shy;das por Forrest Carter, do Naval Research Laboratories, de Washing&amp;shy;ton, D.C. o pesquisador John Hopfield, do Caltech e ITT Bell Labo&amp;shy;ratories, fez um esboço de projeto para um "computador biológico". (Science, vol. 241.)&lt;br /&gt;Vêm também se acumulando indícios sobre a origem genética dos ciclos vitais dos organismos vivos. As várias etapas do desenvolvimento dos insetos, o tempo que eles vivem são nitidamente orquestrados por genes, que também determinam a morte de muitos seres vivos - mas não mamíferos -logo após a reprodução. Jerome Wodinsky, da Universidade de Brandeis, descobriu que os polvos são geneticamente pro&amp;shy;gramados para se "autodestruírem", depois da reprodução, por meio de produtos químicos encontrados em suas glândulas ópticas. Os estu&amp;shy;dos foram realizados durante pesquisas sobre o processo de envelheci&amp;shy;mento em animais como um todo e não especificamente em polvos. Mui&amp;shy;tos outros estudos mostraram que alguns animais possuem a capacida&amp;shy;de de repararem genes danificados e dessa forma estacionarem ou re&amp;shy;verterem o processo de envelhecimento. Cada espécie claramente tem um tempo de vida fixado pelos seus genes - um único dia para certo tipo de mosca, seis anos para rãs e cerca de quinze anos para cães. Atual&amp;shy;mente o limite máximo de vida de um ser humano está por volta de noventa a cem anos, mas em épocas primitivas ele era muito maior.&lt;br /&gt;Segundo a Bíblia, Adão viveu até os 930 anos; seu filho Set morreu aos 912 e o filho deste, Enos, chegou aos 905. Embora existam motivos para se acreditar que os editores do Gênesis reduziram os tempos de vida muito maiores registrados nos textos sumérios, dividindo-os por sessenta, a própria Bíblia reconhece que a humanidade tinha uma vida muito mais longa antes do dilúvio. A duração da vida dos patriarcas foi diminuindo com o passar dos milênios. Terah, o pai de Abraão, mor&amp;shy;reu com 205 anos. Abraão viveu até os 175; seu filho Isaac chegou até os 180; o filho de Isaac, Jacó, viveu 147 anos. José, porém, filho de Jacó, faleceu com 110 anos.&lt;br /&gt;Os dados científicos indicam a existência de um "relógio biológico" em todas as criaturas, ou seja, uma característica genética básica em&amp;shy;butida nos cromossomos que controla o tempo de vida de cada espécie. O que é um gene ou grupo de genes, o que o faz se "expressar", são temas de intensas pesquisas. Mas que a resposta para a longevidade es&amp;shy;tá nos genes é algo que já foi demonstrado em numerosos estudos. Al&amp;shy;guns deles, feitos em vírus, determinaram que eles possuem filamentos do ADN capazes de "imortalizá-los".&lt;br /&gt;Enki devia estar bem a par disso, pois quando chegou a hora de se reproduzir, ele deu-lhe a inteligência e o "conhecimento" contidos nos genes de Anunnaki, mas não inseriu em seu ADN os genes que concederiam sua longevidade.&lt;br /&gt;Acredita-se que pequenos erros genéticos vão se acumulando à me&amp;shy;dida que o ADN vai se reproduzindo nas células. A humanidade está muito distante da época de sua criação como um Lulu, um ser misto portador da herança genética tanto do céu como da Terra, e o encurtamento de seu tempo de vida pode ser um sintoma de uma perda mi&amp;shy;croscópica de geração para geração daquilo que alguns consideram os elementos "divinos" e da crescente preponderância do "animal dentro de nós". A existência do que os cientistas chamam de ADN "inútil" - segmentos que parecem ter perdido seu propósito - em nosso apa&amp;shy;relho genético talvez seja um indício de uma "sobra" da mistura origi&amp;shy;nal. As partes do cérebro - independentes, embora ligadas -, sendo uma mais primitiva e emocional e a outra mais nova e racional, consti&amp;shy;tuem mais um indício da origem genética mista da humanidade.&lt;br /&gt;As evidências que confirmam os antigos textos da Criação, por maio&amp;shy;res que sejam, não terminam na manipulação genética. Temos muito mais à frente e tudo está ligado a Eva!&lt;br /&gt;A moderna antropologia, com a ajuda de descobertas de fósseis e avan&amp;shy;ços em outros campos da ciência, tem dado grandes passos no estudo da origem do homem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3659479404290853142-6387256928080962141?l=aijalomwagner.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/6387256928080962141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3659479404290853142&amp;postID=6387256928080962141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/6387256928080962141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/6387256928080962141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/2008/12/os-mistrios-da-criao-2-zecharia-sitchim.html' title=''/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3659479404290853142.post-4845512131024410141</id><published>2008-12-22T05:45:00.000-08:00</published><updated>2008-12-22T05:47:31.451-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Os Mistérios da Criação (Zecharia Sitchim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A narrativa bíblica da criação do Homem é, naturalmente, o ponto crucial do debate, às vezes acirrado, entre criacionistas e evolucionistas - que em certas ocasiões chega aos tribunais. Como já foi dito, os dois lados deveriam reler a Bíblia (no original hebraico); o conflito desapa&amp;shy;receria, já que os evolucionistas reconhecem as bases científicas do Gê&amp;shy;nesis e os criacionistas compreenderiam o que os textos querem real&amp;shy;mente dizer.&lt;br /&gt;Deixando de lado a noção ingênua de alguns de que os "dias" do livro do Gênesis se referem literalmente a períodos de 24 horas e não a eras, ou fases, a seqüência da Bíblia é uma descrição da evolução em acordo com a ciência moderna, como demonstraram os capítulos ante&amp;shy;riores. O problema intransponível surge quando os criacionistas insis&amp;shy;tem em que nós, a humanidade, o Homo sapiens sapiens, fomos criados instantaneamente por "Deus", sem antecessores evolucionários. "En&amp;shy;tão o senhor Deus modelou o homem com a argila do solo, insuflou em suas narinas um hálito de vida e o homem se tornou um ser viven&amp;shy;te." Esse é o relato da criação do Homem segundo o Capítulo 2, verso 7 do livro do Gênesis - segundo a versão moderna e a inglesa do rei James; e é o que os criacionistas fanáticos acreditam piamente.&lt;br /&gt;Se eles lessem o texto em hebraico - que, afinal, é o original -, des&amp;shy;cobririam, em primeiro lugar, que o ato da Criação é atribuído a um certo Elohim - um termo plural que deveria ser traduzido, pelo me&amp;shy;nos, por "deuses" e não "Deus". Em segundo lugar, ficariam saben&amp;shy;do que o verso também explica como "Adão" foi criado: "porque não havia um Adão para cultivar o solo". Esses dois indícios são importantes - e incertos a respeito de quem criou o homem e por quê.&lt;br /&gt;Naturalmente, existe outro problema no Gênesis 1:26-27, uma ver&amp;shy;são anterior da criação do homem. Primeiro, de acordo com a versão do rei James e outras, "Deus disse: Façamos o homem a nossa imagem, como nossa semelhança"; a seguir, a sugestão é executada: "Deus criou o homem a sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou". O relato bíblico fica mais complicado na narra&amp;shy;tiva seguinte do Capítulo 2, "Adão" ficou só até Deus dar-lhe uma com&amp;shy;panheira feita de sua costela.&lt;br /&gt;Enquanto os criacionistas acham difícil decidir qual é a versão dog&amp;shy;mática, sine qua non, ainda existe o problema do pluralismo. A suges&amp;shy;tão da criação do Homem vem de uma entidade plural que fala a uma audiência plural: "Façamos um Adão a nossa imagem, como nossa se&amp;shy;melhança". Os que acreditam na Bíblia devem se perguntar: o que está acontecendo?&lt;br /&gt;Os orientalistas e estudiosos da Bíblia já sabem que a redação e o resumo que os compiladores do livro do Gênesis fizeram foram basea&amp;shy;dos em textos bem mais antigos e detalhados, primeiro escritos em sumério. Esses textos, revistos e muito citados em O 12º. Planeta, com todas as fontes de informação, relegam a criação do Homem aos Anun&amp;shy;naki. Em longas descrições como o Atra Hasis, sabemos que os solda&amp;shy;dos rasos astronautas que vieram à Terra para minerar ouro acabaram se rebelando. O trabalho estafante de mineração no sudeste da África tinha ficado insuportável. Enlil, o comandante-chefe, fez seu pai Anu, governante de Nibiru, convocar uma assembléia dos Grandes Anunna&amp;shy;ki e exigiu punição severa para a tripulação amotinada. Mas Anu foi mais compreensivo: "De que os acusamos?", perguntou depois de ou&amp;shy;vir as queixas dos rebeldes. "O trabalho deles estava muito pesado, sua aflição era muito grande." E logo sugeriu se não existia outro jeito de obterem ouro.&lt;br /&gt;O filho Enki (meio-irmão de Enlil e seu rival), o brilhante cientista-&amp;shy;chefe dos Anunnaki, disse que havia: "É possível libertar os Anunnaki dessa servidão terrível tendo mais alguém para fazer o trabalho pesado:&lt;br /&gt;Vamos criar um Trabalhador Primitivo!”&lt;br /&gt;A idéia agradou à assembléia dos Anunnaki. Quanto mais discutiam, mais aumentava o clamor por esse Trabalhador Primitivo, um Adamu para se encarregar do trabalho pesado. Mas ficaram imaginando como ele poderia criar um ser com inteligência suficiente para usar ferramentas e obedecer às ordens. Como conseguiria criar, "produzir", o Trabalhador Primitivo? A tarefa era possível, realmente?&lt;br /&gt;Um texto sumério imortalizou a resposta de Enki aos Anunnaki reu&amp;shy;nidos, que viam na criação de um Adamu a solução para seu trabalho insuportável:&lt;br /&gt;A criatura cujo nome vocês proferiram &amp;shy;ELA EXISTE!&lt;br /&gt;"Tudo o que vocês têm a fazer", aduziu ele, "é ligá-la à imagem dos deuses".&lt;br /&gt;Nessas palavras está a chave do enigma da criação do Homem, o con&amp;shy;dão mágico que remove o conflito entre o evolucionismo e o criacionis&amp;shy;mo. Os Anunnaki, ou os Elohim dos versos bíblicos, não criaram o ho&amp;shy;mem do nada. O ser já existia ali na Terra, o produto da evolução da&amp;shy;quele estágio. Era necessário apenas, para elevá-lo ao nível necessário de habilidade e inteligência, aproximá-lo da "imagem dos deuses", a dos próprios Elohim.&lt;br /&gt;Para simplificar, chamaremos esse ser que existia de Homem-Macaco e Mulher-Macaco. O processo imaginado por Enki era "ligar", na cria&amp;shy;tura existente, a "imagem" - a feição genética interna - dos Anunna&amp;shy;ki; em outras palavras, desenvolver o Homem-Macaco pela manipula&amp;shy;ção genética e dar um salto na Evolução criando o "Homem" - Homo sapiens.&lt;br /&gt;O termo Adamu, que evidentemente inspirou o nome do Adão bíbli&amp;shy;co, significa "imagem" no texto sumério e é repetido intacto no texto bíblico, não sendo apenas um indício da origem sumério-mesopotâmica da história do Gênesis sobre a criação do Homem. O plural bíblico e a descrição de um grupo de Elohim chegando a um consenso seguido da ação necessária também perdem o aspecto enigmático se levarmos em conta as fontes mesopotâmicas.&lt;br /&gt;Nelas nós lemos que os Anunnaki reunidos resolveram executar o pro&amp;shy;jeto e Enki sugeriu que encarregassem Ninti dessa tarefa, porque era a médica oficial:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas convocaram e pediram à deusa,&lt;br /&gt;à parteira dos deuses, à sábia doadora da vida,&lt;br /&gt;[dizendo;]&lt;br /&gt;"Dê vida a um ser, crie trabalhadores!&lt;br /&gt;Crie um trabalhador primitivo&lt;br /&gt;para que ele possa suportar o jugo!&lt;br /&gt;Que ele carregue o jugo imposto por Enlil,&lt;br /&gt;Que o Trabalhador suporte a fadiga dos deuses!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos afirmar com certeza se os redatores do Gênesis fize&amp;shy;ram uma versão abreviada do texto do Atra Hasis, acima citado, ou de relatos sumérios mais antigos. Mas encontramos uma situação que demonstra a necessidade de um Trabalhador Primitivo, a assembléia dos deuses, a sugestão e a decisão de prosseguir e criar um ser. Com a com&amp;shy;preensão das fontes, podemos entender a narrativa bíblica dos Elohim - os Altíssimos, os "deuses" - dizendo: "Façamos Adão a nossa ima&amp;shy;gem, a nossa semelhança" como um remédio para a difícil situação: "não havia um Adão para cultivar a terra".&lt;br /&gt;Até a Bíblia começar a relatar a genealogia e a história de Adão como pessoa específica, o livro do Gênesis refere-se a ele apenas como "o Adão", um termo genérico, como expliquei em O 12º. Planeta. O rela&amp;shy;to não citava uma pessoa chamada Adão, mas queria dizer o "terrá&amp;shy;queo", que é o verdadeiro sentido da palavra vinda da raiz Adamah, a "Terra". Mas trata-se também de um jogo de palavras: Dam significa especificamente "sangue" e reflete, como veremos adiante, o modo de "manufaturar" o Adão.&lt;br /&gt;O termo sumério para designar o homem é LU, Mas sua raiz não sig&amp;shy;nifica "ser humano", mas sim "trabalhador, servidor"; quando apare&amp;shy;ce como componente de nomes de animais significa que são "domesti&amp;shy;cados". Na linguagem acadiana do Atra Hasis (de onde vieram todos os idiomas semíticos), recém-criado chamou-se lulu, que também sig&amp;shy;nificava "misto" em sentido mais profundo. Era, portanto, outra refe&amp;shy;rência à origem de Adão: o "terráqueo" ou "Feito de sangue".&lt;br /&gt;Muitos textos de argila da Mesopotâmia, encontrados em diferentes estados de conservação e fragmentação, foram revistos depois da edição de O 12º. Planeta, assim como os "mitos" de criação de outros povos do Velho e do Novo Mundo. Todos eles registram um processo envol&amp;shy;vendo a mistura de um elemento divino a um terrestre. Geralmente o elemento divino é descrito como uma "essência" derivada do sangue de um deus, aliada a um elemento terrestre como "argila", ou barro.&lt;br /&gt;Não há dúvida que todos tentaram contar a mesma história porque todos falam do Primeiro Casal. A origem certamente é suméria, e nessas narrativas encontramos descrições elaboradas e detalhadas a respeito do feito maravilhoso: a mistura dos genes "divinos" dos Anunnaki aos genes "terrestres" do Homem-Macaco.&lt;br /&gt;Foi a fertilização in vitro, em tubos de ensaio, como sugere a ilustra&amp;shy;ção de um selo cilíndrico. Como venho repetindo desde que a ciência moderna conseguiu igualar o feito, Adão foi o primeiro bebê de proveta...&lt;br /&gt;Existem motivos para acreditarmos que Enki sabia que essa manipu&amp;shy;lação genética era possível ao sugerir a criação do Trabalhador Primiti&amp;shy;vo. Sua sugestão de encarregar Ninti da execução também não foi uma idéia momentânea.&lt;br /&gt;Estabelecendo as bases para os acontecimentos seguintes, o Atra Ha&amp;shy;sis inicia a história do Homem na Terra atribuindo os deveres dos che&amp;shy;fes Anunnaki. Quando a rivalidade entre os dois meios-irmãos Enlil e Enki atingiu um nível perigoso, Anu sorteou seus lotes. Enlil recebeu o comando dos primeiros acampamentos e das operações de E.DIN (o Éden bíblico); Enki foi enviado à África para supervisionar AB.ZU, a terra das minas de ouro. Sendo um grande cientista, Enki deve ter pas&amp;shy;sado boa parte do tempo estudando a flora e a fauna da região, assim como os animais que seriam, 300 mil anos depois, os fósseis encontra&amp;shy;dos por Leakey e outros paleontólogos no sudeste da África. Como os cientistas de hoje, Enki deve ter imaginado o curso da evolução na Ter&amp;shy;ra. Os textos sumérios sugerem que ele concluiu que a mesma "semente da vida", que Nibiru trouxera de sua região ao interior do espaço, ti&amp;shy;nha fecundado os dois planetas; antes Nibiru e mais tarde a Terra, já que a última recebeu na colisão as sementes que germinaram.&lt;br /&gt;Sem dúvida, o ser que mais o fascinou foi o Homem-Macaco, já um passo à frente dos outros primatas, um hominídeo ereto que usava pe&amp;shy;dras lascadas como ferramenta. Era um proto-homem, mas não ainda plenamente desenvolvido. Enki deve ter-se divertido diante do desafio intrigante de "bancar Deus" ao realizar as experiências de manipula&amp;shy;ção genética.&lt;br /&gt;Para isso, ele pediu a Ninti que fosse para a África ficar a seu lado. O motivo oficial foi plausível, já que ela era a médica oficial; seu nome significava "Senhora Vida" (mais tarde recebeu o apelido Mammi, raiz universal de mãe). Tornara-se evidente a necessidade de serviços médi&amp;shy;cos, considerando as condições difíceis de trabalho nas minas. Mas ha&amp;shy;via mais que isso no convite: desde o início, Enlil e Enki desejavam os favores sexuais de Ninti porque ambos precisavam de um herdeiro da meia-irmã. Os três eram filhos de Anu, o governante de Nibiru, mas tinham mães diferentes e, de acordo com as regras de sucessão entre os Anunnaki, o herdeiro não era necessariamente o primogênito e sim gerado por uma meia-irmã da mesma linhagem real (costume adotado pelos sumérios e refletido nas histórias bíblicas dos patriarcas). Os tex&amp;shy;tos sumérios descrevem cenas de amor ardente entre Enki e Ninti, mas o resultado não foi o esperado porque só geraram filhas. Sendo assim, o interesse era somente científico quando Enki sugeriu que Ninti exe&amp;shy;cutasse a tarefa.&lt;br /&gt;Sabendo de tudo isso, não nos surpreendemos ao ler nos textos da Criação que Ninti declarou, em primeiro lugar, que não poderia reali&amp;shy;zar a tarefa sozinha, pois precisava da ajuda e dos conselhos de Enki; em segundo, que a experiência devia ser feita em Abzu, onde disporia do material necessário e das instalações apropriadas. Na verdade, os dois devem ter feito várias experiências antes da sugestão dada na assem&amp;shy;bléia dos Anunnaki: "Façamos um Adamu a nossa imagem". Algumas ilustrações antigas mostram "Homem-Touro" acompanhados de mulheres-macacos sem pêlo ou "Homem-Pássaro". As esfinges (touros ou leões com cabeças humanas) que adornavam tantos templos antigos podem ter sido mais que uma simples alegoria imagi&amp;shy;nária, e quando o sacerdote babilônio Berossus escreveu a cosmogonia suméria e a história da Criação, descreveu um período pré-humano em que "apareceram homens com duas asas", "um corpo com duas cabeças", seres com "órgãos masculinos e femininos misturados", "alguns com pernas e chifres de bode" e outras anomalias mistas de homens e animais.&lt;br /&gt;Os textos sumérios mostram que essas criaturas não foram falhas da natureza, mas o resultado de experiências deliberadas de Enki e Ninti. Chegam a descrever como os dois criaram um ser desassexuado, um homem que não reprimia a urina, uma mulher estéril e criaturas com vários outros defeitos. Finalmente, numa declaração desafiadora, com um toque de malícia, Ninti falou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quão bom ou mau é o corpo do homem?&lt;br /&gt;Como meu coração inspira,&lt;br /&gt;Posso tornar seu destino bom ou mau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo chegado a esse estágio mais aperfeiçoado de manipulação, po&amp;shy;dendo determinar no corpo, bons ou maus aspectos, os dois sentiram que podiam enfrentar o desafio final: misturar os genes dos hominí&amp;shy;deos, Homem-Macaco, com os genes dos próprios Anunnaki. Usando todo o conhecimento adquirido, os dois Elohim iniciaram a manipula&amp;shy;ção que apressou a evolução. Sem dúvida, o homem moderno teria evo&amp;shy;luído na Terra de qualquer jeito antes do que aconteceu em Nibiru, porque os dois eram originários da mesma "semente da vida". Mas ha&amp;shy;via um longo caminho e muito tempo a percorrer do estágio dos homi&amp;shy;nídeos, há 300 mil anos, até o nível de desenvolvimento que os Anun&amp;shy;naki já tinham atingido naquela época. Se no curso de 4 bilhões de anos o processo evolucionário tivesse começado em Nibiru, conside&amp;shy;rando apenas 1 por cento desse período, a Evolução estaria 40 milhões de anos mais adiantada ali do que na Terra. Os Anunnaki terão feito a evolução em nosso planeta dar um salto de 1 ou 2 milhões de anos? Ninguém pode calcular quanto tempo seria necessário para o Homo sa&amp;shy;piens evoluir naturalmente dos hominídeos terrestres anteriores, mas, com certeza, 40 milhões de anos seriam mais que suficientes.&lt;br /&gt;Chamados para executar a tarefa de "modelar os servidores dos deu&amp;shy;ses", ou, nas palavras dos textos antigos, "realizar uma grande obra de sabedoria", Enki deu a Ninti as seguintes instruções:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misture a uma essência o barro&lt;br /&gt;da base da Terra,&lt;br /&gt;pouco acima de Abzu,&lt;br /&gt;e modele na forma de um caroço.&lt;br /&gt;Eu provarei bons e sábios jovens Anunnaki&lt;br /&gt;que darão ao barro a condição correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisei, em O 12º. Planeta, a etimologia dos termos sumério e aca&amp;shy;diano geralmente traduzidos por "argila" ou "barro" e demonstrei que eles evoluíram da palavra sumério TI.IT.  Ela significa literalmente "aque&amp;shy;le que está com vida"; adquiriu depois os sentidos derivados de "argi&amp;shy;la", "barro" e também de "ovo". O elemento terrestre no processo de "ligar" em um ser que já existia "a imagem dos deuses" devia, por&amp;shy;tanto, ser o óvulo da Mulher-Macaco.&lt;br /&gt;Todos os textos que se referem a esse acontecimento esclarecem que Ninti deixou Enki fornecer o elemento terrestre, esse óvulo da Mulher-&amp;shy;Macaco de Abzu, do sudeste da África. De fato, existe a especificação exata do lugar das minas (uma área identificada em O 12º. Planeta que fica na Rodésia do Sul, hoje Zimbábue), em um lugar acima, mais ao norte. Como mostraram descobertas recentes, essa área foi realmente o local em que surgiu o Homo sapiens...&lt;br /&gt;Ninti era encarregada de obter os elementos "divinos". Eram neces&amp;shy;sárias duas extrações de óvulos para uma da essência de uma Annuna&amp;shy;ki, e um jovem "deus" foi cuidadosamente selecionado para esse pro&amp;shy;pósito. As instruções de Enki a Ninti foram que ela colhesse o sangue e o shiru do deus e depois imergisse em um "banho purificante" para obter suas "essências". Do sangue seria retirado o TE.E.MA, traduzido por "personalidade", expressando o que faz uma pessoa ser diferente das outras. Mas a tradução "personalidade" não define a precisão cien&amp;shy;tífica do termo que originalmente significava em sumério: "o que abri&amp;shy;ga, o que liga a memória". Atualmente daríamos a isso o nome de "genes".&lt;br /&gt;Outro elemento a ser retirado dos jovens Anunnaki era o shiru, co&amp;shy;mumente traduzido como "sangue". Com o tempo, a palavra adqui&amp;shy;riu, entre outras conotações, o sentido de "carne", mas no sumério an&amp;shy;tigo referiam-se ao sexo e aos órgãos reprodutores. Sua raiz significava basicamente "ligar", o que "liga". A extração do shiru foi relacionada em outros textos sumérios com o termo kiru e, sendo do homem, signi&amp;shy;ficava "sêmen", o esperma.&lt;br /&gt;Essas duas extrações divinas deviam ser bem misturadas por Ninti em um banho purificante e o epíteto lulu ("misto") para o Trabalhador Primitivo certamente teve raiz nesse processo de mistura. Na lingua&amp;shy;gem atual chamaríamos o "Híbrido".&lt;br /&gt;Todos esses processos deviam ser executados em perfeitas condições de higiene. Um texto menciona como Ninti lavou as mãos antes de to&amp;shy;car no "barro". O local era uma construção especial chamada em aca&amp;shy;diano de Bit Shimti, da raiz suméria SHI.IM.TI, literalmente "casa on&amp;shy;de o vento da vida é soprado". É a fonte, sem dúvida, da afirmação bíblica de que Elohim, depois de modelar o Adão do barro, "soprou em suas narinas o hálito da vida". O termo bíblico Nephesh, "sopro da vida", às vezes é traduzido como "alma". A mesma palavra é em&amp;shy;pregada na narrativa acadiana do acontecimento na "casa onde o vento da vida é soprado" depois de completarem os processos de purificação e extração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deus que purifica o napishtu, Enki,&lt;br /&gt;falou.&lt;br /&gt;Sentado diante dela [Ninti] ele a convocou.&lt;br /&gt;Depois de proferir seu encantamento&lt;br /&gt;ela pôs a mão no barro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um selo cilíndrico há uma ilustração possivelmente relacionada a esse texto antigo. Nela, Enki, sentado, convoca Ninti (re&amp;shy;presentada por seu símbolo, o cordão umbilical) e aparecem atrás os frascos usados como "tubos de teste".&lt;br /&gt;A mistura do "barro" com todos os componentes e essências não era o fim do processo. O óvulo da Mulher-Macaco, depois de fertilizado com o esperma e os genes do jovem "deus" Anunnaki nos "banhos purificantes", era depositado em um "molde" onde a liga devia se com&amp;shy;pletar. Já que essa fase depois é descrita como associada à determina&amp;shy;ção do sexo do ser engendrado, podemos supor que era esse o propósi&amp;shy;to da etapa de "ligar".&lt;br /&gt;O prazo que o óvulo fertilizado permanecia no "molde" não é decla&amp;shy;rado, mas é bem esclarecido o que devia ser feito com ele. Depois de fertilizado e "moldado", precisava ser reimplantado em um ventre fe&amp;shy;minino, mas não na Mulher-Macaco original. Em vez disso, era esco&amp;shy;lhido o ventre de uma "deusa", uma Anunnaki! Só assim o resultado seria alcançado.&lt;br /&gt;Depois de tantas tentativas e tantos erros para criar seres híbridos, como Enki e Ninti podiam ter certeza de obter um lu1u perfeito ao reim&amp;shy;plantar o óvulo em uma Anunnaki? Ou ela podia parir um monstro e pôr em risco a própria vida?&lt;br /&gt;Evidentemente, não tinham certeza absoluta. Como acontece tão fre&amp;shy;qüentemente com cientistas que servem de cobaia em experiências pe&amp;shy;rigosas que exigem um ser humano, Enki anunciou aos Anunnaki reu&amp;shy;nidos que sua própria esposa Ninti ("Senhora da Terra") se oferecera para isso. "Ninti, minha deusa-esposa, será a escolhida para esse tra&amp;shy;balho"; ela determinaria o destino do novo ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino do recém-nascido tu proferirás;&lt;br /&gt;Ninti fixará nele a imagem dos deuses;&lt;br /&gt;E o que ele for será o "Homem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Anunnaki escolhidas como Deusas do Nascimento receberam or&amp;shy;dem de Enki de ficar e observar o que aconteceria se as experiências fossem bem-sucedidas. Como os textos revelam, não foi um parto sim&amp;shy;ples e fácil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Deusas do Nascimento foram mantidas juntas.&lt;br /&gt;Ninti sentou-se, contando os meses.&lt;br /&gt;O fatídico décimo mês se aproximava.&lt;br /&gt;O décimo mês chegou &amp;shy; -&lt;br /&gt;o período de abrir o ventre tinha vencido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente o drama da criação do Homem incluiu um nascimento tardio e foi necessário uma intervenção cirúrgica. Compreendendo o que tinha feito, Ninti "cobriu a cabeça" e "fez a abertura" usando um instrumento cuja descrição foi danificada na tábula de argila. Em seguida, "o que estava no ventre surgiu". Segurando o recém-nascido, ela exultou de alegria. Ergueu-o para que todos o vissem e gritou triunfante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu o criei!&lt;br /&gt;Minhas mãos o fizeram!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro Adão tinha surgido.&lt;br /&gt;O nascimento bem-sucedido de Adão - por si mesmo, segundo a primeira versão bíblica - confirmou a validade do processo e os ani&amp;shy;mou a prosseguir. Então foi preparado "barro misturado" suficiente para iniciar a gravidez em catorze Deusas do Nascimento ao mesmo tempo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninti separou catorze porções de barro,&lt;br /&gt;Sete ela depositou à direita,&lt;br /&gt;Sete ela depositou à esquerda;&lt;br /&gt;Entre elas ela colocou o molde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os processos já atingiam uma técnica genética capaz de criar sete ma&amp;shy;chos e sete fêmeas ao mesmo tempo. Em outra tábula lemos que Enki e Ninti:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sábios e eruditos,&lt;br /&gt;Duplas de sete Deusas do Nascimento tinham reunido.&lt;br /&gt;Sete deram à luz machos.&lt;br /&gt;Sete deram à luz fêmeas;&lt;br /&gt;As Deusas do Nascimento criaram&lt;br /&gt;o Vento do Hálito da Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, não existe nenhum conflito entre as várias versões bíblicas da criação do Homem. Primeiro o Adão criou-se por si mesmo, mas na fase seguinte o Elohim realmente criou os primeiros seres humanos, "macho e fêmea".&lt;br /&gt;Os textos da Criação não declaram quantas vezes foi repetida a "produção em massa" de Trabalhadores Primitivos. Em outro lugar, lemos que os Anunnaki continuaram clamando por mais deles e que, final&amp;shy;mente, os que eram de Edin - Mesopotâmia - foram a Abzu, na Áfri&amp;shy;ca, e capturaram à força muitos Trabalhadores Primitivos para servi-los em sua terra. Também ficamos sabendo que nessa época, cansados da necessidade constante de Deusas do Nascimento, Enki iniciou uma se&amp;shy;gunda manipulação genética para dar ao povo híbrido a capacidade de procriação, mas a história desse avanço científico pertence ao próximo capítulo.&lt;br /&gt;Tendo em mente que esses antigos textos nos chegam atravessando uma ponte histórica que se estende por milênios, deve-se admirar os escribas que registraram, copiaram e traduziram os textos mais remo&amp;shy;tos, provavelmente sem conhecerem com certeza o que esta ou aquela expressão ou termo técnico significavam originalmente, mas aderindo tenazmente às tradições que exigiam uma versão extremamente meti&amp;shy;culosa e precisa dos textos copiados.&lt;br /&gt;Por sorte, à medida que entramos na última década do século 20 da Era Comum, contamos cada vez mais com o auxílio da ciência mo&amp;shy;derna. A "mecânica" da replicação celular e da reprodução humana, a função e código dos genes, a causa de muitos defeitos e doenças here&amp;shy;ditárias - processos biológicos como esses e muitos mais, agora são compreendidos. Talvez essa compreensão ainda não seja completa, mas já é suficiente para nos permitir avaliar os contos antigos e seus dados.&lt;br /&gt;Com todo esse conhecimento moderno a nossa disposição, qual é o veredicto sobre as informações da Antiguidade? Trata-se de uma fanta&amp;shy;sia impossível ou os procedimentos e processos, descritos com grande atenção à terminologia, são corroborados pela ciência da atualidade?&lt;br /&gt;A resposta é sim, é tudo como faríamos hoje - são os mesmos proce&amp;shy;dimentos que temos seguido nos últimos anos.&lt;br /&gt;Sabemos hoje em dia que para se "criar" alguém ou alguma coisa "à imagem" e "semelhança" de um ser existente (seja uma árvore, um camundongo ou um homem), o novo ser tem de possuir os genes de seu criador. De outra forma, emergiria um ser totalmente diferente do original.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3659479404290853142-4845512131024410141?l=aijalomwagner.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/feeds/4845512131024410141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3659479404290853142&amp;postID=4845512131024410141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/4845512131024410141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3659479404290853142/posts/default/4845512131024410141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aijalomwagner.blogspot.com/2008/12/os-mistrios-da-criao-zecharia-sitchim.html' title=''/><author><name>Aijalom Wagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11259675134416644376</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_PY99iB9wkNc/SVQFUQltqvI/AAAAAAAAAAg/uU-3yoxA7UI/S220/ryjr.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
